Ilustrada > Livro celebra 90 anos da Semana de 22 e expõe suas contradições Voltar

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  1. Me perdoe pelo comentário mas

    a ruptura com o parnasianismo até que demorou, não importa se os responsaveis da semana de 22 eram ounão da burguesia, poesia sobre vasos e tapetes ngm merece... gostaria de ver algo deste tipo hj, e rompermos com o funk, axe, bbb, etc...

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  2. Ricardo

    Não foi bem assim. O autor não celebra os 90 anos da Semana de 22, muito menos expõe contradições. Trata-se de oportunismo velado em um texto que busca expor visão extremamente pessoal. Seria, no máximo, uma crônica de baixa qualidade.

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  3. Fe

    A prefeitura já deveria estar se planejando para comemorar os 100 anos do movimento, quem sabe uma 2º Semana da Arte Moderna ou Contemporânea sei lá.

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  4. Sergio Ricardo

    Ah, tá bom. Mas independente dessas contradições, no caso da poesia: só de combaterem o Parnasianismo e a rigidez métrica dos seus versos já valeu a pena. Deixemos a elite fazer a revolução do possível...

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    1. Eduardo Rodrigues

      Ótimo comentário

  5. joão batista rigobelli

    Marca maior desse tao ellitizado evento que perdura inda fervillhante em nossos dias e' a funesta constataçao que grandes genios e artistas teem em sua maeoria,seu tallento e obras reconhecidos e acllamados apenas no post mortem.l.

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  6. Maura

    Achei interessante a hipótese de que o episódio das vaias tenha sido orquestrado pelos organizadores! A minha vida inteira eu estudava isso e me perguntava: será que o público que foi lá, sabendo que era um evento de arte moderna, ficou chocado com as apresentações? tsk, tsk, tsk!

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  7. Luis Lotito

    " As mais altas torres começam do chão. "

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  8. Eduardo Rodrigues

    Quando leio o manifesto que dizia "m0rt3 ao burguês mensal..." etc, dou risada. Todos os modernistas eram bem nascidos, todos era burgueses, todos iam à Paris, todos de ascendência européia... Por isso, quando ouço o DCE da minha universidade com aquele discurso "antiburguês", dou risada. No entanto, como bem disse o autor, é possível relativizar, em nome dos grandes talentos que lá havia. ENORMES TALENTOS, apenas da falsa revolta.

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    1. Portuga

      A coisa é bem mais simples, e se resume em uma frase. 'Brasileiro não tem identidade.'. Qual a identidade do Brasil? Não me digam samba ou carnaval. Falo opinião própria. Ter uma opinião hoje e não mudar daqui 2 horas. Fala que politico é isso, mas ta la no comicio do cara.

    2. Eduardo Rodrigues

      Exatamente, Marcos. E olha que eu adoro o Cazuza, mas esse lance é totalmente hipócrita mesmo. Só quem já passou privação ou teve que um dia bater cartão sabe o que é necessidade de fato. Essa galera anti-burguesa, depois de um tempo, veste seu terninho e faz as mesmas coisas que faziam os que eram alvos das críticas deles. Repito: gosto muito deles, mas esse discurso é triste mesmo...

    3. Marcos Andrade

      Isso também me lembra o Cazuza, com a sua "burguesia fede/a burguesia quer ficar rica/enquanto houver burguesia/não vai haver poesia". Mais burguês que ele, impossível... rs.

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