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Cloves Oliveira
Bastou a estréia para que a mitologia que a imprensa esportiva criou sobre a seleção se desfizesse. O estrategista "extraordinaire" Tite parecia nocauteado diante do fraco desempenho do time. Falhou nas trocas e não teve coragem de tirar o Neymar que estava num péssimo dia. De certo modo lembrou o Brasil contra a Alemanha na Copa de 2014. O Tite corre o risco de virar outro Felipão, só que mais articulado. A Suíça sempre foi uma pedra no sapato de Brasil, ainda assim fomos arrogantes.
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