Hélio Schwartsman > Salvar a democracia Voltar
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Fazer analogia de eleições na Korea do Sul com as eleições brasileiras, essa é demais! As polÃticas públicas e os lÃderes de lá são exponencialmente diferentes, e aqui o "lÃder" maior incentiva e promove aglomerações.
Não há razão para adiar as eleições, o povo está se aglomerando por mitivos fúteis quaisquer, por que não por apenas um dia para algo tão importante e fundamental quanto o voto?
Alem de manter as eleicões em outubro, não seria o caso de instar o Congresso a votar uma PEC para impedir reeleicão ja em 2022? Porque ninguem toca no assunto? Não sei se legalmente haveria essa possibilidade, mas, juristas poderiam dar seus pareceres sobre isso, inclusive, com a OAB ajudando nesse movimento.
Se preciso por que não compramos os votos de deputados necessários como fez o FHC em 1998, pela razão oposta, e ninguém achou que era caso para impeachment?
Totalmente inoportuno este artigo. Qual é a importância de se elegerem prefeitos e vereadores, quando milhares estão morrendo? Muito mais importante, para a democracia brasileira, é remover o presidente que não trabalha, que sabota o trabalho de quem se esforça para combater o vÃrus, e que estimula movimentos em prol da ditadura.
Lucas, não é possÃvel que você esteja Cansado de votar!
O voto não obrigatório necessita de mudanças na constituição. Não é o momento para isso.
A democracia não será salva com o aumento do número de cadáveres por quebra do isolamento. Por outro lado, as eleições não mudam muito o quadro, as vezes piora, como é o caso da eleição de Bolsonaro. O Centrão continuará o mesmo e a maioria será reeleita. Eleição no Brasil é pura ilusão. Desde a Constituição de 88 só elegemos pilantras. A prioridade agora não seria participarmos dessa encenação chamada eleição. Melhor esperar que a pandemia traga lições para eleições mais autenticas.
Carlos Eduardo, penso que a convulsão polÃtica e sanitária do paÃs e a exibição ao vivo de como opera um governo autoritário e corrupto através do video histórico da reunião no Planalto, devem influenciar numa maturação para eleições bem diferentes das anteriores.
Esse é um excelente argumento para o bolsonarismo! Que absurdo! Eleições e rotatividade no poder são indispensáveis, não há nada que justifique o seu adiamento! Isolamento? Isso que está havendo paÃs afora? Faz me rir!
Samuel, oque lhe faz pensar que em dois anos teremos maturidade suficiente para não elegermos mais o Tiririca? Não dá para esperar mais! Vamos mudar o jogo agora elegendo melhores prefeitos e vereadores de forma estuda e consciente. Você parece ter educação polÃtica e senso crÃtico suficiente para influenciar as pessoas ao seu redor. Mãos à obra rapaz!!!!
A democracia é um direito e obrigação de todos, pobres e ricos. Os retrocessos ditatoriais da arrogância elitista tucana. Catástrofes com F de Fome.
Quando surge um problema, temos que buscar uma solução para ele, adiar não é solução.
Se preciso for, para evitar novo mandato para esse estrupÃcio, podemos comprar os deputados que forem necessários para aprovar o fim da reeleição. Afinal não foi assim que o FHC aprovou a reeleição e ninguém se incomodou com isso?
Uma outra solucão não seria efetuar uma mudanca constitucional para que o Congresso altere a regra acabando com a possibilidade de reeleicão ja para 2022? Com isso acabaria com a pretensão de Bolsonaro se reeleger. Comprovadamente, governantes que se reelegem voltam com uma forca muito maior do que no primeiro mandato. No caso de Bolsonaro eh um perigo enorme.
Adiar as eleições é um completo contrasenso. Nem os trumpistas fanáticos imaginam por exemplo que os EUA prolonguem o mandato do Trump e adiem as eleições desse ano.
Considerar o voto como o único exercÃcio do dever cÃvico, ou pior, considera-lo como sinônimo de democracia em vez de um extensão de uma democracia functional, revela o quanto ainda temos que progredir na aquisição de uma consciência polÃtica saudável e quanto ainda pensamos pequeno. Ações democráticas incluem o comportamento que exibimos no dia a dia, na participação nos movimentos e organizações comunitários ou mesmo discordando de ações que não colaboram para o bem estar comum.
A democracia não corre nenhum risco. Do que este sujeito esta falando ? Total nonsense. Quanto besteirol neste jornal !
Mais um psicopata!
Corre risco muito sério, Lineu enquanto este psicopata estiver na presidência !
Caro Hélio, o problema não é pandemia, o problema é por que devemos ter eleições no mesmo dia em todos os municÃpios do PaÃs? E por que as regras eleitorais devem ser as mesmas em todos os municÃpios? Em que essas obrigações melhoram a vida e protegem a liberdade das pessoas que neles moram? Ninguém sabe, mas se sabe que a imposição dessas regras foi uma afronta à liberdade dos munÃcipes de resolver os seus problemas locais como lhe apetecessem.
Devemos ter regras iguais pq somos uma Federação e não um conjunto de ilhas feudais. Imagina cada municÃpio criando a sua regra? Quem impediria um prefeito mal-intencionado que tenha maioria na Câmara Municipal de alterar as regras eleitorais ao seu bel-prazer desfavorencendo uma possÃvel oposição num pleito? Impedindo uma possibilidade de alternância de poder ou grupo polÃtico? Regras iguais nos protegem dessas aventuras. Em tempo: também sou favorável ao voto facultativo.
Devemos ter a eleição no mesmo dia pq ainda somos uma Federação e não pequenas ilhas feudais. Regras iguais para todos! Imagina se cada municÃpio cria a sua?! Quem não nos garantem que um prefeito tendo a maioria da Câmara Municipal não altera as regras ao seu bel prazer de forma a lhe beneficiar eleitoralmente e evitar uma alternância de poder ou grupo polÃtico? Regras iguais protegem as pessoas deste tipo de situações golpistas...
Para trabalhar não pode aglomerar, mas para politicagem pode. E ainda tenta comparar o sem noção do brasileiro médio aos altamente educados e responsáveis sul coreanos? Na fila para mercado ou buscar o auxÃlio fome, não pode. Mas na fila por horas para votar, pode. Só sou favorável se a quarentena já estiver suspensa ou se for voto por app da justiça eleitoral (alguém tem coragem de acreditar neste último). Eleição vale mais que a vida dos eleitores?
Pleno acordo! Afinal democracia tem na rotação de poder através do voto uma tentativa de limitar o sempre corrupto poder, subvertida pela reeeleição. Mas, ñ se abdica poder atraves de voto mas ele esta abdicado qdo se impoe impostos, qdo o judiciario e arbitrario e privilegiado, qdo o estado tem tantos funçoes e serviços. Eleição na verdade e um gde circo. E depois que o sujeito esta la sso nos resta torcer para acertar um pouco, como faço com Bnaro
Compartilho dos mesmos posicionamentos do Autor, especialmente de que não haja prejuÃzo na extensão do certame por mais um ou dois dias para absorver a demanda frente ao distanciamento social. Apenas observo ser perigosa a interpretação dada por alguns da sugestão de suspensão da obrigatoriedade do voto como um poder discricionário da Justiça Eleitoral. Isso porque a democracia é o único caminho viável ao avanço social e precisa ser estimulada de algum modo, ainda que inicialmente obrigatório.
O fim do voto obrigatório seria um dos aspectos positivos dessa nefasta pandemia. E que venha para ficar! Só amadureceremos politicamente quando deixarmos de ser tutelados como criancinhas que têm que ser *educadas* para a democracia.
Democracia? Isso existe neste paÃs?
Democracia é corolário politico da economia de mercado, processo que pressupoe que o governo não interfere ficando ao sabor do consumidor que exerce a supremacia. E como isto não temos e jamais possuimos e cujo sentido e significado é completamente ignorado, o que existe de democracia é mera cópia ou farsa.
O voto facultativo é anátema para os populistas. Por isso mesmo tem que ser adotado, e não só provisoriamente. O voto não obrigatório pode mudar substancialmente a lógica das campanhas eleitorais, que tornatá inútil e supérfluo o execrável horário cativo dos candidatos
A democracia não é um dogma, mas uma meta, um ideal regulativo ao qual devemos mirar sem pretensão de alcançar plenamente; assim. os rituais correspondentes só devem ser mantidos enquanto contribuÃrem para a aproximação à meta, nas circunstâncias dadas. Além da óbvia objeção (imaginária?) do potencial de infecção no menuseio da urna eletrônica, cumpre sopesar o custo do processo ante as novas carências agudas.
Seu Hélio, subscrevo sem tirar nem pôr. Quer dizer, ponho: ponho ênfase no voto não obrigatório. O voto, como parte do processo democrático, é um direito conquistado a ser exercido, e não um dever do cidadão. Seria muito interessante ver os efeitos que a liberdade de não exercer o direito de voto traria ao processo eleitoral.
Também concordo, Marcos. Gostaria de poder votar quando eu estivesse certa de minhas escolhas: por exemplo, poder não votar num pleito, mas no seguinte estar segura da minha escolha; ou, ainda, poder votar para deputado federal e senador e ao mesmo tempo estar livre para não votar em presidente (sem ter de recorrer ao voto em branco ou anula-lo). PoderÃamos experimentar isso, talvez trouxesse para o debate público propostas mais consistentes de partidos e candidatos.
Caro Ayer, não sei se chega à deslegitimação o processo, mas certamente traria consigo um viés, como todo contexto traz. Enfim, não sei se fazê-lo em outro momento, de viézes distintos, traria mais legitimidade, sabe?
Também prefiro o facultativo, mas não desprezo a hipótese de que a mudança, logo após o pânico e a sacralização do isolamento, tenderá a enviesar a opção do cidadão no sentida de uma abstenção deslegitimante do processo.
São dois, os bordões. É preciso salvar o PaÃs do seu presidente. É preciso salvar o PaÃs, não o presidente. Não fosse a Caserna, o presidente já teria sido rifado de mala e cuia. Diferentemente de Collor e Dilma, tragicamente há duas patentes eleitas. Fãs de carteirinha do Clube de 64, da ditadura continuada e dos torturadores. Não podem nem ouvir falar da revisão da Lei de Anistia. Consideram que os sicários de Herzog e Rubens Paiva, simplesmente, fizeram o seu trabalho. E daà ?
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