Tostão > Passes que dei contra o Uruguai foram meus grandes momentos na Copa de 1970 Voltar
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Doutor Tostão, você e seus colegas de bola no México foram os responsáveis por alguns dos melhores momentos da minha infância/adolescência porque nunca mais vi um time que se parecesse, nem de longe, como aquele. Vocês foram simplesmente perfeitos. Tenho pena dos jovens de hoje que não viram aquela seleção. Perderam o melhor do futebol brasileiro.
Deu pra ver os jogos de 70 no Sportv outro dia. Grande Tostão! Jogou muito!
Redondinha, mestre Tusta!!!!
Tostão, quantas glórias. Gênio com a bola no pé e genial com a caneta na mão. Durante a Copa de 70, no quintal de casa, aos dez anos, fingia ser o Tostão. Como era emocionante. Ler sua coluna é a continuação da Copa de 70, momento máximo do futebol brasileiro.
Aqueles passes foram pérolas do que se chama "tempos e movimentos"!
Jogava uma bolinha mais ou menos quando a idade permitia.Nunca achei um bendito para enfiar a bola daquele jeitinho para eu fazer aquele corta luz genial ( Pelé deixa a bola passar por trás dele ) simplesmente um absurdo. Ensaiei várias vezes inclusive. Desiste foi melhor.
Sem sombra de dúvida, foi a melhor atuação do craque Tostão em toda a campanha do TRI. E foi decisiva para a brilhante vitória. Houve quem questionasse a sua escalação contra o Uruguai, alegando fragilidade fÃsica, contra o adversário mais duro que o Brasil poderia enfrentar. Esqueceram-se da capacidade mental, da habilidade, da categoria do craque. Aquela seleção jogava por música, uma verdadeira orquestra, regida pelo Rei Pelé.
Tempos atrás, assisti à reprise de Brasil x Uruguai de 1970. O passe de Tostão a Clodoaldo me fez concluir que Andrés Iniesta vestia a camisa brasileira. E mais recentemente, revendo jogos do Barcelona, concluà que os espanhóis contrataram Tostão.
Tostão (que vale milhões ou melhor não tem preço!). Curioso?! nenhum deles, foi marcando gols. Mas dando assistência (palavra tão em voga hoje) para finalizações que resultaram em dois gols e um quase-gol que valeu por milhões. Assim com o craque Tostão que escreve melhor do que jogava. Ops. Aà eu provoquei! ÖMûO
AÃ, não, Sergio! Com os pés e com a cabeça, ele é o cara: o fino da sutileza! Saber que tão importante quanto o gol marcado é o passe preciso que proporcionou. E se o passe ainda foi cirúrgico, estiloso ou simples reflexo vale a observação cientÃfica: o cérebro arquitetou e o corpo executou. Obra de arte, técnica refinada. Como jogador e produtor de texto, vejo o mesmo procedimento. Raro. Sócrates, Valdano, quem mais dá pra lembrar. Mas só Tostão pensa e escreve degustando pão de queijo e café.
Eu tinha oito anos na época,mas não esqueço dessa seleção :a melhor de todos os tempos.Hoje já não gosto muito de futebol,mas é um alÃvio ler suas colunas com tanta desgraça polÃtica juntando -se à pandemia. um oásis ler seus escritos.
Sou de BH e, ano passado, eu vi o Tostão num shopping. Havia muita gente, mas Tostão ia rapidamente desviando de todos, gingando o corpo pra cá, pra lá, e avançando como se estivesse desbravando uma defesa. Senti saudades de quando o via no Mineirão fazendo a mesma coisa com a defesa do Atlético.
Muito bom ler sua coluna! Obrigado, Tostão, por tudo. Você é um homem talentoso, de uma genialidade incrÃvel e humildade exemplar. Parabéns!
A genialidade dos pés e das mãos marcam tua trajetória Mestre, lá nos campos de futebol, com os pés, como cá nas crônicas , com as mãos , tua genialidade , traz um sopro de leveza, pureza e dignidade, lavando as almas dos amantes do futebol e da vida !
Dr. Tostão, obrigado por ter me dado momentos lindos em 70, quando tinha 10 anos. São as melhores lembranças da minha vida. Tenho todos os gols, lances, comemorações, na minha memória. Obrigado também por suas colunas atuais que são um deleite. E principalmente obrigado pelo brasileiro que o Sr. é. Como diria o poeta: se todos fossem iguais a você que maravilha seria viver.
É sempre um prazer ler sua coluna nestes dias de pandemia. Assisti àquele jogo, e lembro de seus passes, mais do que precisos, preciosos. Bom recordar o que deu certo no passado, sem esquecer do que está dando errado no presente.
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