Ana Cristina Rosa > Desigualdade persistente Voltar
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Não existe nenhuma lei, instituição ou problema que impeça as mulheres de se candidatarem. Esse discurso é uma grande baboseira. Mulheres vão a luta se quiserem vencer na polÃtica. Mas depois de Dilma Roussef, a rainha da mandioca, vai demorar a alguma mulher ter chance para presidente!
Levantamento realizado pela Confederação Nacional dosTrabalhadores em Educação (CNTE) com 52 mil professores Brasileiros mostra que 97,4% dos docentes de 1a a 4a série do Ensino Fundamental são mulheres. Essa aparente disparidade não tem nenhuma relação com discriminação ou preconceito. Apenas reflete o fato de que as pessoas escolhem suas carreiras baseadas em aspectos culturais, sociais e históricos. Para mudar o quadro das mulheres na polÃtica é preciso promover a ideia entre as crianças.
Os partidos tem muita responsabilidade nesse assunto, belo artigo.
Dona Ana, assino embaixo. Mas para além do incentivo à participação, como vai universo feminino na polÃtica: daquelas que elegemos, qual a demografia e os frutos legislativos? Trabalham diferentemente dos homens? Vou seguir alguns dos links de seu texto. Acabo achando, p.ex., que a Dilma encarna um agir "másculo", emulando um modo de ser não-feminino. A Erundina, mais delicada e reflexiva, parece manter mais harmonicamente uma "feminilidade" (até nas pautas), tão bem-vinda na polÃtica.
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