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É muita covardia chamar de "racismo reverso' a reação tardia causada pelo racismo estrutural. Mas não deve ser surpresa, pois isso é mais uma prova da estrutura racista arraigada em nossa cultura.
Profa Zara escreve como quem se julga desaforada, e não quis levar o agravo pra casa. Ocorre que o artigo do prof. Risério, além de grande, está prenhe de empirismo histórico, nenhum dos quais sequer ventilados pela professora em suas contrarrazões. Acusar de autopromoção terminou sendo, nessa seara, justamente aquilo que Zara fez, ao dizer que "negros não podem mais ler texto desta ordem sem responder". Então tá, profa Zara respondeu, mas respondeu como quem xinga, não como quem critica.
Quando se comenta um trabalho, a primeira atenção que deve plasmar a cabeça de quem se propõe à tarefa é: terei estofo intelectual para isto? E essa preocupação deve ser ainda maior quando o intuito do comentarista são a crÃtica e a contestação. Profa Zara, nesse registro, escreveu pouco e mal. Pior: está justificando ainda mais a tese de seu opositor, na medida em que cita estatÃsticas desvantajosas aos pretos: eles seriam racistas em reflexo, não por método. Em que isso enriquece o debate?
Muito feliz por ler seu texto, professora. Claro e ainda assim respeitando os princÃpios acadêmicos. Percebe que é esse o incômodo de muitos (extrema direita disfarçada de "intelectuais") que ficam agredindo cada comentário aqui na folha com a falácia de liberdade de expressão e o direito ao contraditório? Além de tudo, desocupados...
Nunca tinha ouvido falar naquele "escritor", só rindo pra não chorar mesmo; ele nos fez rir, irrisório.
O movimento brasileiro identitário é uma cópia do americano em um contexto totalmente diferente. Contudo, é capitalista por essência, dado que o identitarismo americano não se apoia na luta contra o cerne do problema da desigualdade, que é a exploração da mais valia. E brasileiro idem, pelo contrário, vai na busca de direitos que realçam o uso da mais valia como objeto de desejo de uma minoria oprimida. Isso fará com que simplesmente haja uma desquilÃbrio de um lado para outro ou que nada ande.
Ou seja, a esquerda brasileira deveria copiar antes a chinesa, do que tentar imitar o partido democrata. A China permite um certo grau de mais valia, contudo, o Estado continua no controle dos meios de produção. E isso tem dado certo. Se tentar replicar o identitarismo do novo liberal, só vai aprofundar os antagonismos.
Parabéns Zara, excelente texto, desconstrói a narrativa fundamentada em uma realidade distópica produzida pelo autor em questão (não vale citar o nome) e traz luz e clareza, além de dados, para um debate com base na realidade.
O movimento brasileiro identitário é uma cópia do americano em um contexto totalmente diferente. Contudo, é capitalista por essência, dado que o identitarismo americano não se apoia na luta contra o cerne do problema da desigualdade, que é a exploração da mais valia. E brasileiro idem, pelo contrário, vai na busca de direitos que realçam o uso da mais valia como objeto de desejo de uma minoria oprimida. Isso fará com que simplesmente haja uma desquilÃbrio de um lado para outro.
Ou pode também não resultar em nenhuma mudança, exceto para alguns dos grupos minoritários teria algum avanço. A grande maioria continuaria escondida sob o tapete das leis de inclusão, mas sem de fato ascender, dado que o movimento, por "violento" (não no sentido estrito, mas por ser brusco) que é, não consegue capturar adesão social suficiente. Então, haveria uma forte tendência de radicalização, como algumas vezes se mostra nos comentários abaixo e acima.
Excelente o seu artigo, causou-me nojo o texto do tal Riseriio. Ele briga com a realidade, acho que por ignorância , prefiro acreditar.
Excelente texto! A pergunta básica que podemos fazer para quem defende essas teses racistas e absurdas é: Brancos foram escravizados? Sem mais.
Risério promoveu alguma tese racista? O uso indiscriminado do termo "racismo" desvaloriza uma verdadeira lutra contra o racismo, que tem bases culturais e deveria ser combatida nesse nÃvel, ou seja, com mais educação, mais imposto sobre grandes fortunas, mais socialismo. O que vocês forjam é a continuidade de um capitalismo regido sob leis diferentes, mas ainda sim com o cerne do problema em aberto: a exploração da mais valia.
Para ilustrar que o professor Risério tem razão, basta ler a coluna da Djamila Ribeiro, aqui na folha , publicada em 1O de dezembro de 2O2O , com o seguinte tÃtulo : "Vingança de negros virá com gosto do sangue que há mais de 500 anos jorra neste solo" . Lendo o texto percebe-se que sangue ali tem sentido literal. Fosse contra os negros, o Ministério Público já estaria no encalço da autora mas , como é contra o branco "tudo bem", é o "racismo do bem".
Ou seja, as ideias que colocam hoje estão mais para criminalizar uma cor do que para trazer igualdade. E a sociedade, como sistema complexo que é, pode entornar rumo a mais violência. Ninguém sabe como essas ideias destes movimentos está sendo digerida agora pelas crianças que serão o futuro, ninguém sabe como isso será interpretado daqui a dez anos. Quem acha que entende e tem capacidade de manter um sistema complexo, geralmente produz catastrofes.
Exato, muito bem lembrado. O que esse movimeto parecer querer, não é reparação para obtenção de condições iguais, o que poderia ser conquistado com melhores condições educacionais e com polÃticas de estado, mas sim vingança. Isso fica mais claro a cada dia. E se crescer deveras, poderá ser o estopim para trazer ao Brasil um ingrediente perigoso que aqui ainda não tem: guerra civil. Não é que exista hoje racismo contra branco (existe apenas localmente), mas que tem potencial de gerar isso.
Para ilustrar que o professor Risério tem razão, basta ler a coluna da Djamila Ribeiro, aqui na folha , publicada em 1O de dezembro de 2O2O , com o seguinte tÃtulo : "Vingança de negros virá com gosto do sangue que há mais de 500 anos jorra neste solo" . Lendo o texto percebe-se que sangue ali tem sentido literal. Fosse contra os negros, o Ministério Público já estaria em seu encalço da autora mas , como é contra o branco "tudo bem", é o "racismo do bem".
A prova cabal do perigoso radicalismo da esquerda e do movimento identitária está em muitos comentários dessa matéria e de comentários no artigo de opinião do Risério. Não é necessário comentar mais nada.
Depois dessa sua afirmação, de que não é necessário comentar mais nada, você mandou ver em textões de rede social , inclusive respondendo a você mesmo, como fez Risério. Comente!
Parabéns para autora .E aos defensores do artigo muito mal fundamentado e cheio de generalizações, que pensem que para fazer tais afirmações se faz necessáris apresentar fatos .
Vou fazer uma pergunta genuÃna aos defensores dos movimentos anti-racistas. Aonde vocês querem chegar? Enquanto não forem transparentes não só quanto à isso, mas à forma, não irão avançar em abocanhar apoio de parte da sociedade cuja única preocupação é sobreviver no dia seguinte, sendo preto ou branco. Continuo a indagação nos comentários.
Ou o objetivo é tomar o poder e estabelecer regras punitivas e excludentes contra a geração atual de mestiços de pele clara do Brasil, mesmo que sejam descentes de escravos e sejam pobres? Ou seja, o objetivo é estabelecer um aparteid social/econômico como método de reparação/punição?
O objetivo é obter condições de igualdade entre pretos e brancos, mas respeitando os contratos atuais e mecanismos democráticos? Se for, o ideal é manter as polÃticas atuais de inclusão, pois o podério midiático vocês já dominam. Acredito que a geração atual já evoluiu muito nesse aspecto. Desde o jardim de infância que me ensinaram a respeitar os outros e ser contra o racismo. E foi ensinamento para uma turma. As escolas públicas desde a era Sarney já batem nessa temáticas.
O Riserio focou em exemplos que revela o Ódio de alguns negros contra os brancos. Cabe debate se é racismo. Pelo visto, essa colunista não entendeu ou não quer entender a coluna do Riserio
Acho q o Ricardo também não entendeu o debate. Ninguém discordou do histórico de racismo e da escravidão. A questão é q isso não da direito aos negros de ofenderam os brancos nos dias atuais. Isso é crime de ódio, independentemente da cor da pele. O texto do Riserio mostra vário exemplos de crimes de ódio contra os negros
Ricardo, não existe racismo estrutural. Esse termo foi criado para dar a entender que estrutura estatal promove o racismo. Mãe é o contrário. A estrutura é contra o racismo. O que existe é um problema cultural que deve ser combatido por meio de uma de educação e polÃticas de reparação locais, como imposto para grandes fortunas. Mas não tomando emprego do pobre amarelo só porque ele é amarelo (muitos o chamam de branco).
Raphael, nos explique se as divergências dos historicamente oprimidos ou a acusação a eles por historicamente racistas é que é racismo?
O artigo de Risério não passa de um compilado de anedotas para tentar provar que está chovendo para cima. Pode ser até que algum dia chova (o que é pouco provável). Mas, por enquanto, a tempestade segue caindo em cima da cabeça dos mesmos. Parabéns pelo artigo, Zara Tripodi. Assertivo e sem cair nas armadilhas de negacionistas como esse Risério.
Racismo reverso existe, mas bem pouco em comparação com o sofrido pelo negro. PolÃticas de inclusão nas faculdades e nas grandes empresas ajudam, mas não resolvem. Temos que combater o preconceito desde cedo, na criação dos filhos. Lembro ainda que o racismo não é um problema exclusivamente brasileiro, ocorre também com os negros americanos e com imigrantes do oriente médio.
Cara professora Zara, parabéns pelo texto. O Sr. Risério não usa estatÃsticas nem estudos, apenas casos pontuais para confirmar seu viés do tal "racismo reverso". Como todo reacionário, mesmo os intelectuais, sua opinião basta e dispensa estudos estatÃsticos.
Apesar de concordar bastante com a autora, me parece que ela refutou o que foi dito sem tratar do que foi dito.
Complemento ao meu comentário: nos idos dos anos 90s assisti um filme francês cujo tÃtulo era ''O Ódio'' (La Haine). De lá para cá percebo que o ódio vem se exacerbando cada vez mais enquanto a racionalidade mingua. Pode ser que eu esteja errado, que seja só uma impressão minha, mas talvez seja mais importante analizar as raÃzes do ódio que parece estar presente em tudo e em todos, do que levantar um tese leviana como a do Risério.
Brilhante, especialmente no seu desfecho, me arrepiei. Parabéns pelas palavras, são importantes para quebrar, ainda que pouco a pouco, essa terrÃvel má vontade dos brancos a tomar consciência da realidade. Eu já fui assim, tinha uma enorme disposição em apaziguar a questão racial, mas amigos incansáveis e duros nas colocações, me abriram os olhos. Não há o que apaziguar, há que se lutar por equidade, começando por entender o sentido dessa palavra.
Triste ter q responder um artigo daquele...Tem uns comentários aqui que só veem argumentos no artigo daquele senhor, acho até graça... Esses argumentos " a pq uma professora no Canadá", " ah pq um homem negro em tal dia nos EUA" , tá quase igual " nossa ,mas a minha vizinha depois que tomou vacina", que preguiça.Os mesmos tipos que falam " que mimimi agora tudo é racismo" são os que enchem a boca para falar de racismo reverso. Algumas pessoas aqui não precisam de argumentos, precisam de análise.
Sem dúvida, a folha está testando a aceitação de gente do naipe desse irrisório, sociologo fracassado que resolveu polemizar por puro desejo de ser protagonista na sua área e para qual lhe falta conhecimento ou mérito. O jornal é casa insignificantes aberrações como rochamonte e narlock, helio beltrao e o filósofo poisé, então falta pouco para dar abrigo ao irrisório.
Querem saber o futuro do Brasil? Procurem no google por: "O flagelo dos ataques raciais a fazendeiros na Ãfrica do Sul". Isso vai terminar assim aqui, ou até pior.
Toledo, seu tom ameaçador não me assusta. Nem senti teu bafo. Chamam uma pessoa de racista sem provas é crime! É melhor ter cuidado. Não concordar com os metodos dos movimentos anti-racistas não torna uma pessoa racista.
Pelo jeito vc é mesmo um supremacista que tirou o dia para se dedicar a causa dado a quantidade de comentários, redundantes por sinal. Respondendo, o que as polÃticas públicas sociais e raciais tentam fazer é justamente tornar a sociedade mais igualitária de forma democrática e civilizada para evitar que revoluções violentas ou guerras gerais se repitam. Gente como o irrisório e vc lutam pelo contrário, por pura covardia da concorrência.
Ricardo, outra coisa, quem se mostrou mal-educado foi você. Observou os palavrões que usou? Mostrou-se extremamente autoritário. O teu pensamento binário e selvagem é lenha na fogueira que favore os verdadeiramente racistas. Eu sou alguém tentando abrir os olhos de um movimento que acredito está tentando resolver um problema com métodos errados.
Ricardo Andrade, não acertou nenhuma. Sou ateu, não sou cristão. Sou comunista, não sou bolsonarista. Nunca li Olavo de Carvalho, mas já li Miséria do Mundo, de Pierre Bordieu. Não defendi nenhum racista e muito menos o racismo. Sou a favor de polÃticas de inclusão, das cotas e até de editais com vagas exclusivas para menos privilegiados (mas em circunstâncias bem definidas). O que sou contra é do discurso pesado de criminizalação de uma cor. Tenta de novo.
Exato José Carlos, RF nunca deveria ter ocorrido, assim como a monarquia também não. São processos históricos e servem de aprendizado. A humanidade não nasceu perfeita. Então você compara o racismo de alguns de hoje com um sistema arcaico como a monarquia francesa dos luises? Ou seja, na tua visão os brancos de hoje (no Brasil, amarelos esbranquiçados) deveriam ser quilhotinados e isso seria uma revolução legÃtima contra a opressão?
Mess, defender racismo e racistas, por um lado, e atacar a esquerda, por outro, mostra mais sobre sua identidade e personalidade do que contribui com alguma argumentação. Você para gente como você, bolsonaristas, grosseiros, mal-educados, mal-intencionados, falsos cristãos, hipócritas ou mal-orientados. Devemos ter pena de seus familiares e de quem se relaciona contigo, mas só podem mesmo ser da sua mesma laia.
Use ironias com sua mãe.
Ricardo, acertou na mosca kkkkkkkk beijinho no ombro para amainar o seu ódio do bem.
Pela insistência em comentários exdrúxulos, Mess deve ser assalariado de Risério.
Tá certo então. Por sua (i) lógica a revolução francesa com seus ideais é um acontecimento triste da história da humanidade que nunca deveria ter acontecido. O mundo ainda estaria no sistema feudal, mas tudo bem.
É fácil vencer um debate dando uma definição própria ou usando a definição de amigos. É como defender uma tese em que a definição é a própria hipótese. A esquerda latina é mestre nisso. Não é à toa que o paÃs vive na pindaÃba.
Comparar o apartheid da Ãfrica do Sul com o racismo velado que existe no Brasil é mau curativo ou desinformação do que acontece no Brasil ou desconhecimento do que é racismo.
Nem os fatos colocam juizo na esquerda radical identitária. Coloquem no google: ECONOMIA O flagelo dos ataques raciais a fazendeiros na Ãfrica do Sul. Irão encontrar uma matéria do UOL sobre os ataques que fazendeiros brancos sofrem na Ãfrica do Sul. Os crimes são incitados por uma radical de esquerda. Esse vai ser o futuro do Brasil. Duvidam, esperam para ver.
Ricardo Andrade, você gosta de falar da mãe dos outros. Isso mostra quem você é e nada sobre mim. Beijinho do ombro para você acalmar o seu ódio do bem.
Mess, então dê outros exemplos se tiver, gente que não explora, gente sem capital. Use ironias com sua mãe.
Ricardo Andrade, você que está defendendo o capital. A questão não é se são fazendeiros, a questão é se são pessoas atacadas pela cor da pele, no caso branca. Rumine menos e uso argumentos coerentes.
Radical é a exploração e o racismo seculares dos brancos. Aliás, desculpem-me pois falar em racismo branco soa pleonástico. A questão é que os territórios tem sua história relacionada aos povos originários. Não distorça a realidade. Dê exemplos de fazendeiros negros exploradores de negros. Pare de defender o capital.
Resposta que não toca em qualquer ponto relevante do artigo do Risério. Por exemplo, ele alega que uma professora sudanesa radicada no Canadá tem feito fama defendendo um neorracismo cientÃfico invertido. Isso é real? Ele descontextualizou? É aceitável defender superioridade genética dos negros a essa altura do século XXI?
Ricardo, é evidente q é errado ressucitar racismo "cientÃfico". Primeiro, pelo óbvio: é consenso q n há critério biológico definidor de raça, portanto, é cientificamente errado. Em segundo lugar, é uma retórica q já mostrou, na história, seus possÃveis efeitos nefastos. Em suma: por q ressucitar uma balela q, além de ser isto, é nociva?
Ricardo, você se refere ao nazismo? Aquilo não era ciência. A ciência hoje de verdade não é racista. Aliás, sim, existiram tentativas de justificar uma suposta superioridade branca com pseudo-ciência. Infelizmente isso existiu, inclusive na Europa antes do nazismo. Isso é fato. Mas este não é o caso atual. Não existe hoje uma ciência racista. Não oficialmente como foi no passado.
Mess, negar o racismo cientÃfico é tÃpico do identitariamo nazista ao qual evidentemente você se identifica. Mengele que te abrace.
Esse Ricardo só pode está louco. Ciência racista? Essa ele tirou do obscurantismo da esquerda doidivanas.
Por acaso a mesma Folha já publicou algum texto da professora sudanesa citada??? E seria errado defender a superioridade genética dos negros, quando desde 1500, os brancos repetem o contrário quase que instintivamente, propagando mentiras, como uma verdade absoluta, por meio de uma imprensa e de uma ciência feita secularmente por brancos racistas? Pela lógica dos racistas, o povo negro não pode divergir da ciência e da imprensa racista.
Obrigado por essa resposta. O panfleto neonazi que foi publicado ontem na folha me deixou perplexo até agora. Infelizmente, o tal cara já havia escrito e sido citado outras vezes na Folha, o que me faz pensar que, assim como vimos no governo federal, deve haver algum padrinho na diretoria ou editorial da folha que fez essa escolha conscientemente. A Folha, que quer se vender como bastião da democracia e da diversidade, deve uma verdadeira explicação para a sociedade por essa decisão reiterada
Estou com verg*onha alh*eia de vocês ao ler esse artigo. Soco*rro!
Corrigindo: não consigo apagar o comentário. Minha vergonha alheia era para o texto anterior. Sorry :(
Obrigada pela resposta. O artigo daquele senhor que se denomina antropólogo destilou ódio e ignorância. Um negócio daquele ganhar espaço na Folha, pelamor de deus né...
O Risério pelo menos usou fatos. Então quem é o ignorante?
A Folha pisou feio na bola ao dar palanque para o irrisório Risério. Em tempos de pós verdade, onde fatos são dispensáveis pois qualquer um pode acreditar em qualquer coisa que vá de encontro aos sentimentos, o jornalismo profissional deveria estar justamente denunciando tudo que a pós verdade produz, incluindo ai todos os negacionismos que vem a tona. Fazer o contrário, promover o pós verdade, e cavar a própria sepultura, sob o tÃtulo de um pluralismo duvidoso.
Sahid, não existe racismo inverso. Racismo é um só, seja contra o preto, seja contra o branco. O que é no ódio. E a esquerda com essa pauta identitária está plantando ódio. Já tem doido falando em revolução francesa. Então é isso, querem guilhotinar os brancos mestiços do Brasil? As palavras tem significado e alguns não são relativos. É inadmissÃvel comparar o Brasil com o reinado de Luis XV. Aqui temos polÃticas de reparação. Isso não é suficiente? O que querem mais?
O Sr. Marcos não cansa de passar vergonha. Assim como o Risério, cita acontecimentos pontuais e fortuitos e tenta passa-los como acontecimentos universais, estruturados, padronizados e planejados para um fim que é inexistente. Essa é a diferença entre o racismo estruturado e enraizado que existe contra os negros e o suposto racismo inverso que o Risério quer promover. Felizmente a maioria não é cega nem boba para comprar ideias tão abjetas.
O Risério se baseou em fatos, já você, em bofe. Cite um fato que o contradiga. Eu cito um que o confirma e mostra o pior futuro do Brasil: O flagelo dos ataques raciais a fazendeiros na Ãfrica do Sul (pesquise no google colocando depois a palavra uol).
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