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  1. Filipo Studzinski Perotto

    (1) Lygia, é o seguinte, a revolta *não* é sobre a critica ao "identitarismo", pois o que Risonho fez foi acusar o movimento negro de racismo reverso, e mesmo difama-lo como um movimento perigoso. Além disso, nega a existência de racismo estrutural na sociedade, o que esta muito perto de dizer que a terra é plana. Se você não conseguiu enxergar isso no texto, vai conversar com os outros colunistas, ou leia o artigo "racismo reverso imaginario".

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  2. Filipo Studzinski Perotto

    (2) Outra coisa, em principio, um jornal pode dizer o que quiser, desde que n√£o cometa ilegalidades. A liberdade de imprensa √© base para a democracia. Entretanto, isso n√£o significa que um jornal est√° livre de critica. O jornal faz escolhas, e os leitores e os proprios jornalistas podem reclamar, e fazer press√£o quanto √†s escolhas do jornal. Isso tamb√©m faz parte do jogo democr√°tico. No blog da extrema-direita "racismo reverso" e "esquerdistas fascistas" s√£o acusa√ß√Ķes comuns, mas n√£o √© a Folha.

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  3. Luis Gomes

    Texto excelente!

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  4. Marcio M Andrade

    Excelente texto. Simples, sereno e objetivo. O resto é proselitismo bobo e raivoso, fruto dos dias medíocres em que vivemos. Parabéns!

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    1. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Exato. Confundem-se, com frequ√™ncia, percep√ß√Ķes com conceitos nas ci√™ncias humanas. Conflitos de classes s√£o percebidos na viv√™ncia social. A grade interpretativa totalizante da luta de classes como motor primordial da hist√≥ria √© debat√≠vel. O poder de coer√ß√£o dura e simb√≥lica do Estado √© vivido no cotidiano. O conceito foucaultiano de viol√™ncia institucional determinista √© discut√≠vel. O racismo difuso √© uma constata√ß√£o da pr√°xis social. As diversas defini√ß√Ķes de racismo estrutural s√£o debat√≠veis

    2. Marco A Moreira

      Voc√™ est√° certo, muita raiva e √≥dio. N√£o existem conceitos em Filosofia, Sociologia , Hist√≥ria ¬Ö. que n√£o pode ser questionado. N√£o existem vacas sagradas nas Ci√™ncias Humanas. √Č √≥bvio que nenhuma dos colunistas ou leitores s√£o racistas, o racismo √© um crime hediondo.

  5. Antonio Catigero Oliveira

    Se for para citar Marx e o conceito de 'mais-valia', a comparação ideal entre 'racismo' e 'racismo reverso' seria a de que, ao invés de propor que 'a base da economia é a exploração da força de trabalho', reverteria a situação, dizendo que 'são os trabalhadores que exploram os capitalistas' um tipo de 'capitalismo reverso'... Acho que nenhum sociólogo, antropólogo, ou cientista político tem a cara de pau de dizer uma coisa dessas. Mas não duvido...

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  6. Klinger Luiz de Sousa

    Eu fico pensando sobre como a segmentação da ciência consegue produzir tantos desajustes. Uma egressa da PUC-SP, de uma área com tantas afinidades com as humanidades que realmente acredita que o "conceito de racismo estrutural" está em disputa nas ciências humanas só pode ser produto de uma falha muito grande nos processos de trans e interdisciplinaridade.

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    1. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Você quer que eu cite quem, sabichão ? Jordan Peterson, Russell Jacoby, Ernest Gellner, Helen Pluckrose, Mark Lilla, Yascha Mounk, etc. Poderia, no entanto, não quebraria a crença do outro no lugar de fala totêmico.

    2. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Falar de intelectual negro não é classificar pessoas é usar a maneira de ver distorcida praticada pelo outro para convencer o outro. Poderia citar outros tantos intelectuais franceses e alemães, o que estaria mais ligado à minha especialidade. Antes de classificar o outro, entenda as estratégias retóricas do outro num espaço exíguo de fórum de web e aprenda a ler.

    3. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Minha amostragem n√£o √© ampla o bastante? Kkkk O que tu sabes sobre minha amostragem? Aqui √© um quadradinho de escrita num f√≥rum internet. Vem ver a biblioteca onde estou. Estou lendo Patocka em tcheco. Fazes afirma√ß√Ķes bomb√°sticas sem base nenhuma e, ademais, n√£o sabes ler realmente. N√£o notaste que, como tu, eu sou cr√≠tico do conceito e que estou usando recursos ret√≥ricos para moderar os exaltados.

    4. Alexandre Pereira

      Adller, talvez sua amostragem n√£o seja ampla o suficiente para embasar suas conclus√Ķes. Sugiro aproveitar as fontes americanas e variar com autores com pontos de vista diferente. Com certeza vai ampliar sua base para argumenta√ß√£o e provavelmente reduzir a contund√™ncia em classificar pessoas, al√©m de melhorar a compreens√£o do tema.

    5. Alexandre Pereira

      Adller, talvez sua amostragem n√£o seja ampla o suficiente para embasar suas conclus√Ķes. Sugiro aproveitar as fontes americanas e variar com autores com pontos de vista diferente. Com certeza vai ampliar sua base para argumenta√ß√£o e provavelmente reduzir a contund√™ncia em classificar pessoas, al√©m de melhorar a compreens√£o do tema.

    6. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Nåo estou falando de PUC-SP. Estou falando de Columbia, Harvard, CUNY, etc.

    7. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Sinto dizer-lhe, mas o debate √© vibrante nos EUA. N√£o confundir racismo arraigado, disseminado, cultural (que pode ser chamado popularmente de estrutural), o que s√≥ obnubilados ou racistas negam, e defini√ß√Ķes totalizantes de systemic racism (racismo estrutural) de tal e tal autor ou movimento. Por exemplo, as defini√ß√Ķes de Robin DiAngelo e de Ted Tornhill s√£o condenadas mesmo por intelectuais negros como Coleman Hughes e John McWorther como sendo essencializantes.

    8. Daniel Alvares

      PUC SP não é nenhuma Brastemp

  7. ROBERTO GENERALI BURGESS

    E a horda de b√°rbaros do bem pira....

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  8. Claudia Ferreira

    Faz uma semana que pessoas brancas estao dando duplo twist carpado para passar pano no texto do Riserio.

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  9. Marco A Moreira

    Excelente texto. Me manifestei em quase todos os artigos publicados sobre o texto pol√™mico, pois fiquei estarrecido com a falta de percep√ß√£o de muitos jornalistas sobre o conte√ļdo do mesmo, bem como a carta dos jornalistas fazendo a compara√ß√£o com terraplanismo e o holocausto. Parab√©ns.

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  10. Cristina Dias

    Honestidade intelectual foi exatamente o que inexistiu no texto de Risério.

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  11. Sandro Alexandre Silvestre

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

  12. Cl√°udio Ornellas

    Fiquei curioso ao ler o artigo. H√° documenta√ß√£o s√©ria sobre "racismo reverso" para que o conceito seja defendido? Li com aten√ß√£o o artigo do Ris√©rio e, com o perd√£o do trocadilho infame, o texto me pareceu ris√≠vel. √Č fundamental que se promova a pluralidade - e cabe a um jornal tamb√©m ter a coragem de lidar com a pol√™mica -, mas cabe sempre avaliar se n√£o se est√° dando apenas visibilidade a ca√ßadores de cliques. E h√° muitos assim no po√ßo de vaidades acad√™micas.

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  13. ORLANDO FERREIRA BARBOSA

    Posição corajosa e esclarecedora.

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  14. CELSO ACACIOO GALAXE DE ALMEIDA

    Seu texto √© l√ļcido, baseado na raz√£o. Sua afirma√ß√£o a respeito da teoria da mais valia n√£o √© inverdade, por√©m o que se precisa acrescentar √© que a ci√™ncia social/humana, n√£o s√£o neutras, contemplam teoricamente interesses de classe, a nega√ß√£o do valor trabalho e da mais valia pelos neocl√°ssicos se insere na tentativa de desvalorizar o trabalho assalariado e subjetivar o valor para conter o movimento oper√°rio!

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  15. Alcione Malheiros dos Santos

    A jovem estreante deveria começar por ler o texto do Antonio Prata deste final de semana. E ler alguma coisa básica, sobre os conceitos de racismo estrutural. Como jornalista deveria ter uma noção da história do racismo neste país. Seria pedir demais para uma jornalista, que estreia uma coluna neste jornal?

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  16. JOAO FERNANDO DE COELHO

    Acho curioso ver jornalista defender artigo de opinião - a qual, aliás, o jornal ressalva que não é a da empresa. Fica parecendo bajulação ao patrão.

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  17. Geraldo Junior

    Ant√īnio Ris√©rio √© brilhante e seu excelente artigo toca na ferida, o novo antirracismo virou guerra cultural e forma de ganhar dinheiro.

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    1. Carlos Pinheiro

      Brilhante como bijuteria.

  18. Desirrê Freitas

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

    1. JOSÃ EDUARDO FEROLLA

      Nossa, acho que foi o coment√°rio mais grosseiro que j√° li na FSP. Ofensas com conota√ß√Ķes sexuais...(Claudia F.)

    2. Jo√£o Melo

      Foi puxa saquismo, sim, da nova colunista. E fica evidente no artigo a confus√£o dos termos para justificar a defesa do texto patrocinado pelo dono do jornal.

    3. MARCOS BENASSI

      √Č, Desirr√™, meio grosso, mas eu tamb√©m n√£o sou um exemplo de intoc√°vel finesse. Lembremo-nos apenas de que sempre podem grudar-se no peito do p√©, como √© o caso do Janio de Freitas ou da Marilene Felinto - e de outros chutadores de penduricalhos.

    4. Marisa Coan

      Credo! Está spritada! E é uma legião!

    5. Ricardo S√° Miranda

      Comentário machista da pior espécie. Se fosse um macho que tivesse escrito provavelmente a sua crítica seria respeitosa. Lamentável!!!

    6. Jove Bernardes

      Genducéu, olha o nível, Desirrê. Depois os meus comentários é que são censurados, credo.

    7. Eladio Gomes

      Exatamente. Não dava pra ser mais elegante do que isso ao ler tal demonstração de bajulação ao chefe.

  19. Olga Cunha

    Começou mal! Parei no "fairness"! Quer mostrar que sabe inglês?!?

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    1. Daniel Alvares

      Boa. Mais brega que isso só mesmo ter um mindset, fazer um call para marcar a reunião de brainstorming e captar os insights dos clientes.

    2. Eladio Gomes

      Cara Olga, acho que a articulista come√ßou bem. Bem do jeito que quer o sr S√©rgio D'√Āvila, redator chefe.

  20. Eladio Gomes

    Chamo de desonestidade intelectual a cita√ß√£o de casos isolados, em outro pa√≠s com hist√≥ria e cultura diferentes do nosso em rela√ß√£o ao tema, como justificativa para defender a tese de n√£o exist√™ncia de racismo estrutural em nosso pa√≠s. Assim como chamo de absurda a ila√ß√£o de que existe um racismo de negros contra judeus, com o √ļnico intuito de estimular um ran√ßo contra os movimentos que defendem os direitos de pessoas pretas em nosso pa√≠s. A FSP insiste em defender o indefens√°vel.

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  21. Alexandre Pereira

    Você quer dizer pobres Daniel? Concordo plenamente que pobres são socialmente fragilizados e como tal, expostos à violência e preconceito, dentro e fora do Brasil, incluindo aí a Africa.

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    1. Alexandre Pereira

      Camarada Daniel, creio que você precisa andar mais pelo país, ou mesmo pela vizinhança, pois provavelmente sua amostragem seja insuficiente para ser excludente como você pretende.

    2. Daniel Alvares

      Sobram milh√Ķes de insultos para os brancos pobres. Mas nenhum relacionado a sua cor da pele. Claro que voc√™ acharia a argumenta√ß√£o rasa, n√£o esperaria nada diferente depois que li o que voc√™ escreveu

    3. Alexandre Pereira

      Ok camarada. Essa linha de argumenta√ß√£o √© rasa, pois com certeza sobram insultos para pessoas pobres. Cuidado para n√£o sugerir que as exce√ß√Ķes usem estrelas amarelas nas roupas j√° que n√£o merecem ser consideradas. A estrada para o inferno est√° pavimentada com boas inten√ß√Ķes.

    4. Daniel Alvares

      O fato √© que o sofrimento √Č diferente. Nenhum branco da favela √© chamado de branquinho de m****.

    5. Alexandre Pereira

      Creio que voc√™ quer dizer negros, que abrange pretos e pardos (PNAD), o que resulta em uma classifica√ß√£o bastante abrangente, especialmente se considerarmos auto-declara√ß√£o. Os dados merecem uma an√°lise detalhada, sem d√ļvida, especialmente se formos tratar 20% como indigentes. S√£o pessoas, n√£o n√ļmeros. H√° de se trabalhar a quest√£o social, mas estar nos 20% n√£o torna o sofrimento diferente e digno de discrimina√ß√£o.

    6. Daniel Alvares

      Concordo que a maioria √© pobre. Sem contar que 80% destes pobres s√£o pretos, qual sua opini√£o sobre dois grupos com a mesma condi√ß√£o social (moradores da favela), um branco e um preto. Ter√£o as mesmas condi√ß√Ķes? Sofrer√£o o mesmo preconceito? Sofrer√£o a mesma agressao da pol√≠cia?

  22. Cristiane Oshima

    Ah claro. A escravidão (muito pior que o holocausto), e o racismo a partir dela que nunca foi apagado, não são fatos comprovados. Judeus já tiveram reparação histórica exaustiva querida, é disso que se trata, de direitos humanos mínimos, e não conceitos abstratos. Mais uma colunista dispensab

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  23. Maria Beatriz Telles Marques da Silva

    Lygia, me desculpe, mas negar que racismo estrutural seja um fato no Brasil me parece ser, aí, sim, desonestidade intelectual. A escravidão no Brasil, fato histórico incontestável, fundou uma sociedade racista. Os dados do racismo estrutural são diários, só não vê quem não quer ou não sente, porque tem a pele branca, como a sua e a minha. A luta contra o racismo precisa ser de todos nós, e a Folha presta um descervico quando publica textos que o relativizam, como os textos em questão.

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    1. Adller Sady Rijo Farias Costa

      sofrem*

    2. Adller Sady Rijo Farias Costa

      A discussao sobre conceitos √© importante tamb√©m. O que √© laicidade? O que √© luta de classes? O que √© democracia? O que √© racismo estrutural? Por isso, alguns intelectuais negros de esquerda nos EUA se op√Ķem a defini√ß√Ķes como a de Robin DiAngelo, que estes veem como essencializantes, totalizantes, paralizantes, conflitivas e epistemicamente infundadas. Varias coisas podem estar em jogo, institui√ß√Ķes mesmo do Estado Democr√°tico de Direito e a pr√≥pria luta contra o racismo que sofre os negros.

    3. Maria Beatriz Telles Marques da Silva

      Adler, não importa o conceito, o racismo está instalado na estrutura social no Brasil, desde os seus primórdios, isso é fato, tenha o nome que tiver. A autora em nenhum momento assume isso. Repito: a luta contra o racismo, extremamente cruel e estrutural no Brasil, precisa ser de todos. Ser anti racista deveria ser uma premissa da Folha, assim como a liberdade de expressão.

    4. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Ela n√£o negou a exist√™ncia de um racismo antinegro disseminado no Brasil. Ela falou do conceito ¬ę racismo estrutural ¬Ľ (systemic racism), que tem seus te√≥ricos c√©lebres, estrelas do mundo acad√™mico e bestsellers do New York Times. Defini√ß√Ķes podem ser discutidas e contestadas e o s√£o por grandes intelectuais negros e brancos nos EUA. H√° sim um debate vibrante sobre o conceito. Este, quando definido por alguns (Robin DiAngelo, Ted Tornhill, Abendi), √© fortemente contestado por outros.

    5. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Ela n√£o negou a exist√™ncia de um racismo antinegro disseminado no Brasil. Ele falou do conceito ¬ę¬†racismo estrutural¬†¬Ľ (systemic racism), que tem seus te√≥ricos c√©lebres, estrelas do mundo acad√™mico e bestsellers do New York Times. Defini√ß√Ķes podem ser discutidas e contestadas e o s√£o por grandes intelectuais negros e brancos nos EUA. H√° sim um debate vibrante sobre o conceito. Este, quando definido por alguns (Robin DiAngelo, Ted Tornhill, Abendi), √© fortemente contestado por outros.

  24. José Cardoso

    Falou o óbvio ululante, como diria o Nélson Rodrigues.

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  25. Genivaldo Bazílio dos Santos

    Um marxista passará sua vida defendendo sua doutrina filosófica e apesar disso manter padrão de vida considerado burguês sem maiores traumas. O mesmo não se pode dizer sobre aqueles que sofrem diretamente as consequências do racismo em qualquer de suas modalidades. Desonestidade intelectual é relativizar os efeitos deletérios de teses na vida das pessoas.

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    1. Adller Sady Rijo Farias Costa

      Conflitos de classes existem, mas a dialética e a engrenagem da luta de classes como chave central de toda interpretação histórica é discutível, pode ser debatido. Grandes historiadores (Braudel, Marc Bloch, Furet, etc. ) não concordam com esse dogma marxista. Bem, racismo endêmico, cultural, difuso, arraigado (que pode ser chamado estrutural) existe. No entanto, discutir a definição dada por certos autores ou movimentos é necessário, imprescindível. Nos EUA, esse debate está aberto e franco.

  26. Cristiano Peluso

    Excelente! √Č incr√≠vel que jornalistas se juntem para censurar um debate! Tempos estranhos¬Ö

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    1. Jo√£o Melo

      Discordar dos articulistas, Ris√©rio e Magnoli, e cobrar do jornal um posicionamento n√£o √© censura, tampouco justifica a amea√ßa lac√īnica do diretor de reda√ß√£o aos jornalistas.

    2. Caroline Pancieri Martucci

      Exato. A palavra √© censura. Se o termo racismo estrutural n√£o √© unanimidade nas ci√™ncias humanas, seu conceito pode sim ser debatido. Isso n√£o √© negar a exist√™ncia da pr√°tica. Calma, jornalistas da Folha, calma. A censura √© um dem√īnio que pode surgir no seio das boas inten√ß√Ķes.

    3. Eladio Gomes

      O texto do Ris√©rio prop√īs tudo (inclusive inten√ß√Ķes inconfess√°veis), menos debate. E o que houve foi um manifesto, n√£o uma tentativa de censura. Quem anda querendo amorda√ßar jornalistas, via intimida√ß√Ķes que ficaram claras em seu texto retorno, √© o redator chefe da FSP.

  27. HELIO TAVARES LUZ

    Parabéns, ótimo artigo. A imprensa, num regime democrático, deve expor o que lhe convém. Ah, mas vai prevalecer o interesse do dono do meio de comunicação. Desde quando não prevalece e prevaleceu? Em qual país? Cientes dessa condição, os leitores têm o DIREITO de ler, ver, ouvir o que lhes interessa, afastada a hipocrisia de meio de comunicação isento ou "equidistante". Um pouco de respeito ao eleitor. Quanto aos excessos e ofensas , a indenização por danos resolve, alguns já sabem.

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  28. Zé Osler

    Triste! J√° argumentei, nessa e outras vezes. Agora tento pela emo√ß√£o (inclusive pq grande parte "diz" q cr√™ em Deus). Custa o amor? Que seja por esse Deus que cr√™em ent√£o. √Ď √© nem um pouco dif√≠cil reconhecer que pretos(as) e negros(as) sofrem racismo, abomine o racismo. Seu DEUS diz isso "t√ļ √©s p√≥!", NINGU√ČM √© superior a ningu√©m... qto mais por uma ignor√Ęnca dessas... pela cor da pele!!???? MAIS EMPATIA PFV!!N√£o contribui, no contexto e na atualidade pegar casos isolados, s√≥ RELATIVIZA.

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  29. ANEZIO CAETANO DA SILVA FILHO

    Clareza e coes√£o. Simples assim.

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  30. Cida Sepulveda

    Quanta punheta! A Folha não é tudo aquilo de fato. Mas abrir espaço para o debate é uma qualidade! Queria saber se os agressores ao texto da Lygia são pessoas engajadas em movimentos sociais, se estão buscando ajudar os pobres e oprimidos de hoje, pobres, brancos, vermelhos, etc.

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  31. Felicio Almiro Lima Rodrigues

    Bem-vinda ao grupo "Baderna Mental" de colunistas da Folha. Pelo seu primeiro artigo j√° noto que sentiremos saudades Catarina Rochadomonte.

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    1. Eladio Gomes

      Esqueceu da ameaça e intimidação implícitas aos jornalistas na "carta" do redator chefe? Trataram logo de contratar quem se encaixasse nesse perfil. Em ano eleitoral, o jornal começa, paulatinamente, a dar uma guinada para um lado que talvez nunca tenha abandonado de fato. Bolsonaro e seu séquito mais fiel agradecem.

  32. Felicio Almiro Lima Rodrigues

    Bem-vinda ao grupo "Baderna Mental" de colunistas da Folha. Pelo seu primeiro artigo j√° noto que sentiremos saudades Catarina Rochadomonte.

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    1. Martins Costa

      Pior que não é seu primeiro artigo. Ela já escreveu outro em pré estreia, sobre o mesmo tema, mas também com fracos argumentos e conclusão pífia.

    2. Antonio Ara√ļjo

      Que bobagem pra um homem adulto...

  33. Antonio Ara√ļjo

    Todos (eu disse todos) os que insistem em chamar a FSP e Risério de racistas são os verdadeiros racistas. Inegavelmente.

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  34. DEROCY GIACOMO CIRILLO SILVA

    Tudo aquilo que são as bases do direito natural: não causar dano, viver honestamente e dar a cada um o que é seu.

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  35. DEROCY GIACOMO CIRILLO SILVA

    Tudo aquilo que são as bases do direito natural: não causar dano, viver honestamente e dar a cada um o que é seu.

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  36. Roger Z Moire

    Parabéns Lygia, defender a democracia e a liberdade de expressão frente à patrulha da "pauta identitária" , muito ativa na folha, exige coragem e determinação que poucos possuem.

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  37. Martins Costa

    Quer dizer que o holocausto foi bem documentado e a escravatura no Brasil e tudo que os negros sofreram ao longo da nossa hist√≥ria n√£o?! Ali√°s, n√£o precisa ser historiador, nem acreditar nas ci√™ncias humanas, que a autora reduz a algo discut√≠vel, ou pass√≠vel de disputas, basta olhar as estat√≠sticas de autos de resist√™ncia, chacinas, excludentes de ilicitude, e ver√° sangue pre (vermelho igual ao de branco) tirar as suas d√ļvidas. Texto, no√ß√£o, argumento e racioc√≠nio p√≠fios. Jogou 522 anos no lixo.

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    1. Martins Costa

      *sangue preto... ** e poder√° tirar as suas d√ļvidas...

  38. MARCELO ROCHA

    Nooosa?!? Honestidade intelectual??? Acho que a senhora tem apreço ao contracheque. Chegou espinafrando colegas para defender o patrão, isso que se chama desonestidade intelectual.

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    1. Antonio Ara√ļjo

      Censura nunca mais. Pode sossegar.

    2. Daniel Alvares

      Aquela estratégia do funcionário em período de experiência

  39. Paulo Santos

    Pelo jeito, um jornal pode dizer tudo. Inclusive, nada. Como foi o caso da Lygia nos seus cinco par√°grafos iniciais.

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  40. Antonio Ara√ļjo

    Simples, honesta e direta. Parabéns.

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  41. Daniel Alvares

    Começou muito mal. Vamos questionar o racismo estrutural, afinal a agressão diurna que os negros sofrem, os salários mais baixos que recebem e o simples fato que ser negro é fator de risco para morrer de covid-19 são mero acaso.

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  42. Cristiano Kock Vitta

    Só pode ser mais uma coluna de humor. Desta vez, de mau gosto.

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  43. ANDRE FONSECA

    Nossaaaa, essa é a contribuição da nova colunista? Só obviedades requentadas que já estiveram em debates nos textos-resposta favoráveis a Risério. Começou mal. E que exemplos de recreio pré-primário são esses? Você está na Folha, amiga. Sobe aí o sarrafo da qualidade argumentativa, senão vai comer poeira.

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  44. DERLAN TROMBETTA

    A Ci√™ncias Humanas produz conhecimento objetivo, se fundamenta na Hist√≥ria e em dados e fen√īmenos sociais! Portanto, o escravismo e o racismo n√£o s√£o cria√ß√Ķes subjetivas ou meras interpreta√ß√Ķes. Que o racismo √© estrutural no Brasil √© uma realidade incontest√°vel do ponto de vista da ci√™ncia! Mas em uma √©poca em que o negacionismo "campeia solto" nem medicina √© mais uma ci√™ncia objetiva.

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  45. ROSANGELA M SOARES DE OLIVEIRA

    Excelente texto.

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    1. ANEZIO CAETANO DA SILVA FILHO

      Me lembrou quando na feira dava uma olhada em Castelo Branco, Heitor Cony, Raymundo Faoro e Nelson Rodrigues dizendo Como a Vida √Č... antes de embrulhar as d√ļzias de ovos para a freguesia. Ai!!! que saudades...

    2. Antonio Ara√ļjo

      Deixem de ser mentirosos. Vão enrolar peixe e forrar gaiola com o jornal digital? hahahaha...até nisso vocês são comédias.

    3. ANEZIO CAETANO DA SILVA FILHO

      Ai que saudade quando embrulhava peixe com jornal na feira em Braz de Pina (RJ). Mas dava, antes do sacrilégio, ler Castelo Branco, Heitor Cony, Raymundo Faoro e Nelson Rodrigues dizendo a vida como ela é.

    4. Daniel Alvares

      Para forrar a gaiola do loro

  46. marcos ebeling

    E essa invoca√ß√£o da equidade para defender diferencia√ß√Ķes que s√£o reais. Quando conseguiremos na sociedade a equidade de fato em hist√≥ria de escravid√£o t√£o absurda como a vivida?

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  47. Adriano Liziero

    Como falar em equidade quando um dos lados mata o outro? H√° dados robustos que comprovam isso, assim como os que refutam a Terra plana. Dar palco √† intoler√Ęncia em artigo de opini√£o n√£o √© jornalismo.

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  48. WEDENCLEY SANTANA

    A colunista afirma que racismo (que no Brasil √© estrutural e sist√™mico) √© um "conceito recente". Tenta negar o fen√īmeno real e tr√°gico para milh√Ķes de pessoas desqualificando o modo de sua compreens√£o. Como algu√©m √© capaz de afirmar isso hoje em pleno s√©culo XXI? Que argumento raso e desprovido de qualquer fundamenta√ß√£o. Deve negar o feminic√≠dio tamb√©m, essa sim uma nomea√ß√£o recente. Que despreparo intelectual dessa senhora... Lament√°vel.

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  49. José Caminha

    A colunista agrada os patr√Ķes e n√£o convence o leitor: A Folha continua fazendo de tudo para negar que ERROU. Que l√°stima!

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  50. José Eduardo de Oliveira

    Cara Lygia, concordo com você. Escreveram aqui sobre os nós górdios, citados por Plutarco, em Alexandre. Aliás o mesmo Plutarco, em suas Vidas Paralelas, que hoje bem poderiam ser, Identidades Paralelas, escreveu sobre Tibério e Caio Graco, não que a Folha ou Risério, se parecessem com esses trágicos irmãos, mas eles foram levados à morte, pela plebe que eles defendiam, que foi instruída pelos políticos seus desafetos e chefes.

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