Samuel Pessoa > Por que é tão caro construir refinarias no Brasil? Voltar
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me chama atenção que como doutor e pesquisador o colunista não consiga explicar por que a mesma iniciativa privada que praticou cartel para construir refinarias no governo D conse guiria construir refinarias tao mais baratas ou com custos de manutenção mÃnimos – onde estaria o pulo desse gato? Além disso o expert desconsidera as economias com ganhos de logÃstica e distribuição de derivados de refinarias deslocadas do sudeste
Isso não é custo. É investimento em soberania energética.
Por causa do escândalo do petrolão.
Todas as vantagens competitivas do paÃs foram anuladas por polÃticos e economistas, inclusive Petróleo
É difÃcil responder à pergunta se as refinarias devem ser feitas por estatais ou privadas. 0 Plano de Refinarias 1958/1961 previa a construção de + refinarias para a autossuficiência em derivados, enquanto vigorava o conceito do monopólio estatal. A Lei do Petróleo 1997 estabeleceu a livre concorrência. Passaram-se + de 20 anos e o Brasil segue dependendo de importações de derivados. Até quando?
Estamos chegando ao fim da era do petróleo ,pensar em refinaria agora é uma sandice !
Melhorou a linha do artigo, busca de soluções em vem de ser contra refinarias. Não dá é pra sofrer a maldição do Petróleo, exportar óleo cru e a miséria se mantém.
Porque o sistema esta pensado para continuarmos sendo agro... des industrial é pra continuar com os manos do primeiro mundo!! Continuamos trocando ouro por tesouras e espelhos...
Embora leigo no assunto, arrisco afirmar que os investidores ainda não enxergaram vantagens em alocar seus recursos nessas refinarias. VÃcios do monopólio estatal decerto afugentam investimentos. Ademais, em uma polÃtica estratégica de mercado e economia globalizada, nem sempre é danoso exportar petróleo cru e importá-lo refinado. Em outras palavras, investimento é casado com custo-benefÃcio.
Qual será a desculpa para pareamento do preço de importação dos combustÃveis se o paÃs não importá-los mais? E tudo isso é projeto, ou alguém acha que o Comperj implodiu por si próprio? Não são números, é polÃtica.
Samuel, com acesso negado ao blog do IBRE, é impossÃvel avaliar seu artigo.
A maior parte do custo de investimento após 2000 não foi direcionado para aumentar a capacidade de refino. Foi para instalar novas (e muito caras) unidades de "purificação" dos combustÃveis (remoção de enxofre e nitrogênio) de modo a atender à s mudanças na legislação seguindo tendências globais. A menor parte desse investimento foi nos chamados revamps que, esses sim, em geral visam aumentar a produção.
Digno de nota q entre 7° e 9° parágrafos vc exponha a metodologia usada. Por outro lado, vim em busca da resposta que dá tÃtulo à coluna, mas não a encontrei. Só achei a sugestão para sanar o problema: privatizar, iniciativa privada etc. O que é mais do mesmo de todas as colunas.
Tanto o conselho administrativo quanto os acionistas da Petrobras estão pouco se lixando para os investimentos em refinarias. Uma coisa é certa: se refinar combustÃveis fosse um mal negócio os paÃses mais desenvolvidos não se empenhariam no ramo!
Os paÃses desenvolvidos não se empenham tanto assim hoje em dia. Parece que os custos aumentaram com todas as exigências ambientais, e há ainda o risco de mais restrições futuras à combustÃveis fósseis.
E por que eles fariam isto se, na pratica , no mundo real, a Petrobras não se mostrou hábil a fazer refinarias ? seria botar dinheiro fora de novo...
Sua análise é totalmente equivocada ao pensar apenas em quantidade e não qualidade e Meio Ambiente. Os maiores investimentos são para produzir diesel e gasolina com baixo teor se enxofre. Convém rever seu estudo ou poderÃamos imaginar que é apenas um jeito de expor a Petrobrás.
Professor, esse tema é fascinante. Vim ávido para ler. No parágrafo abaixo temos comparação de dólares com reais e uma menção a um fator relativo (vezes mais). Está bem confuso. "No primeiro perÃodo, cada barril por dia de capacidade de refino custou US$ 13.227 e, no segundo perÃodo, custou R$ 263.747, 20 vezes mais."
Falta informação. Por exemplo, do valor investido em 2002 a 2016 quanto foi a manutenção das refinerias velhas. A manutenção não é barata. (...) A Petrobras planeja investir recorde de 2,5 bilhões de reais em paradas de manutenção de unidades em suas refinarias em 2022, que envolverão em torno de 4,5 mil equipamentos... O montante irá superar o investimentos realizados em 2021em paradas preventivas de manutenção no seu parque de refino, de 2,3 bilhões de reais.
O texto seria bem mais informativo se lançasse ao menos possÃveis causas do alto custo propalado. Alguma razão há de ter e o escriba deixou a desejar no principal.
Matéria mal feita, afinal por que o refino custa tão caro? Corrupção, incompetência? Privatizar melhoraria? Estatais estrangeiras compram estatais brasileiras com esse discurso de privatização.
Pois é caro leitor, o escriba falhou em abordar o principal, as razões.
Algo de podre. Se a Petrobrás foi tão bem sucedida com os campos do pré-sal, porque a mesma companhia fracassou tão completamente nas novas refinarias?
Lavamoroconge. Tá explicado
Como sempre o colunista tenta emplacar a tese de que menos regulação reduz o custo e depois disso incentiva a privatização. Querido se um ajuste na regulação impacta na redução do custo do refino e dessa forma deixa nosso produto mais competitivo para quê privatizar?!
O investimento em refino foi desviado, Infelizmente, em boa parte, por corrupção.
O que o autor da matéria não enxerga é que muito do investimento feito nas refinarias daqui foram para aumentar a segurança de operação, aumentar a capacidade de operação, reduzir impacto ambiental e reduzir consumo energético, o que custa bastante dinheiro.
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