Ross Douthat > Concílio Vaticano 2º falhou com os católicos e com o catolicismo Voltar
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Qual critério de quem se diz jornal a serviço do Brasil ter Ross Douthat para dizer que o CV II falhou? Folha, além de desperdiçar mais de duas páginas com uma análise alienÃgena à nossa realidade, poderia ser mais honesta. Deixar claro que cedeu espaço a um neopentecostal americano que diz ter se convertido ao catolicismo em um paÃs de visão religiosa ultraconservadora. Uma ideia do que “pensa” o ilustre autor: um dos seus livros pergunta como os EUA se tornou uma nação de hereges.
Tudo bem, mas qual a solução que você, articulista, oferece? Pode-se apontar para qualquer fato humano do passado falha, mesmo que não seja, é tudo possÃvel. Critica sem alternativa é inócua.
Concordo. Sou ainda da Igreja Triunfante. Fui coroinha e Congregado Mariano.
Ousado o autor católico fazer crÃticas ao próprio ConcÃlio do Vat. II mas a crÃtica é válida até pq houve uma queda dramática no nº de católicos praticantes no Ocidente tanto pro neopentecostalismo ou secularismo. Acredito que onde o autor quer chegar é que as mudanças do ConcÃlio era algo aspirado por uma geração de pessoas que necessitava de uma Igreja mais próxima do século XX entretanto exagerou em algumas visões de fé como o ecumenismo e falta de rigor na prática religiosa.
Concordo. Quem já teve o privilégio da Benção do Santissimo sente, como eu, saudades.
A decadência do catolicismo começou no papado conservador de João Paulo II. Quando tirou os evangelizadores do trabalho.
Texto medÃocre em sua análise especÃfica; carente de fundamentações teológicas e, o principal, alijado completamente do que a Igreja de Jesus Cristo é no mundo: Sacramento de Salvação. É preferÃvel uma Igreja Menor, menos barulhenta e ativa no sentido pascal do que uma Igreja Grande, barulhenta e distante dos apelos do Mestre. Ser cristão, ser católico é ser discÃpulo de alguém, aparentemente fracassado, mas que está ressuscitado e vive no meio de nós.
Não concordo que seja essa a questão. Recomendo o artigo de hoje do Alvaro Machado que trata da crise religiosa com muito mais profundidade.
Um texto que necessita de suporte teologico . o cristão católico participa da missa e não assiste como fala o colunista.Os apóstolos de Jesus não estavam em jejum quando receberam a comunhão. O Conciliio considerou que todo batizado recebe o sopro do EspÃrito Santo e não só o clero. Existe a participação ativa dos leigos. Isto é sucesso, o ajornamento apregoado por João 23. A missa fez memória a morte e a ressurreição, não só a morte de J.C.Tudo isto nos distancia de um equivocado fracasso
Um texto confuso e pobre teologicamente. Hoje o cristão católico participa da missa e não assiste como fala o colunista.Os apóstolos de Jesus não estavam em jejum quando receberam a comunhão. O Conciliio considerou que todo batizado recebe o sopro do EspÃrito Santo e não só o clero. Existe a participação ativa dos leigos. Isto é sucesso, o ajornamento apregoado por João 23. A missa fez memória a morte e a ressurreição, não só a morte .Longe do fracasso equivocadamente entendido pelo colunista
Estas folhas estão reproduzindo sistematicamente artigos que buscam desqualificar a grande renovação cristã iniciada por Santo João XXIII com o Concilio Vaticano II. O pior é que os autores têm se mostrado superficiais e até toscos na busca de fatos e argumentos, ignorando a amplitude e profundidade das discussões e documentos que foram resultantes de um longo encontro de todos os bispos católicos do mundo.
Ressaltar que "o negócio da Igreja Católica é salvar almas, servir a Jesus Cristo e manifestar a presença de Deus através de sua santidade e beleza" é tentar ignorar e encobrir que a missão essencial do cristão é Amar ao Próximo. E isso exige a reconversão indicada pela Igreja Católica no Vaticano II, para que os rituais e as práticas religiosas sejam orientados pelo amor, pela compaixão, pela tolerância, pelo acolhimento, pelo respeito e ajuda a todos wue são Outros, especialmente aos Pobres.
Analisar as decisões do Papa e resultados dos concÃlios de uma forma racional como faz o colunista, é coerente para quem não é católico. Um paradoxo do catolicismo é que se você está realmente dentro, então acredita na infalibilidade do Papa e que de alguma forma Deus guia as decisões dos concÃlios. Já se você está fora, essas questões perdem muito o interesse.
Embora meu comentário anterior, reconheço a importância de movimentos catolios conservadores como a Renovação Carismática e a importância do lado sim Espiritual na fé. Ela não prega algo como a missa Tridentina toda em latim e a leitura da BÃblia só por clérigos, como a extrema direita católica que inclusive influenciou aquele fanático psicopata assassino que assassinou jovens do Partido Trabalhista numa ilha da Noruega ou Dinamarca, agora não me lembro.
A análise do encolhimento de fiéis e de práticas católicas passa por no mÃnimo três fatores. Primeiro, o longo processo de formação, oficialização e hierarquização dos responsáveis pelas igrejas. Segundo, o acesso dos fiéis à s igrejas católicas é elitista e relativamente caro, inclusive aspectos do vestuário dos presentes. A própria suntuosidade local inibe a frequência dos mais humildes. Terceiro, a baixa capilaridade das igrejas católicas, com poucas unidades nas favelas e locais precários.
É mais é nessas áreas ditas conservadoras onde pululam mais escândalos como o abuso sexual de menores, inclusive na Igreja Americana. Nas áreas progressistas os cléricos estão envolvidos em temas tidos "seculares", como movimentos de ajuda aos pobres, caso da Teologia da Libertação ultra-progressista, o que tomam-lhe o tempo cotidiano com essas atividades não deixando espaço vago para o Diabo cultivar suas mentes "espirituais".
Leis divinas não deveriam ser imutáveis? Yavé, o senhor deus gen* dos exércitos não deve gostar nadinha de nada dessas invencionices. Essa é a minha opinião. Como diria casa grande.
O que mais surpreende é o número de crentes em todas denominações religiosas ocidentais, em paÃses supostamente democráticos. É evidente que foram abduzidos pelos pentecostais, neo-pentecostais e outras denominações cristãs não-católicas. Tais denominações religiosas sobrevivem promovendo ignorância (e não sabedoria), dependência (e não liberdade), princÃpios conservadores (e não progressistas), que causam o atraso social, como pudemos claramente verificar nos últimos quase 4 anos.
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