Comida > Dona da cachaça Maria Izabel briga na Justiça com vinícola de mesmo nome Voltar
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Parece que o imbróglio vai longe, mas não vejo relação entre esse caso e o João Andante x Johnny Walker, em que a marca de pinga claramente 'se inspirou' na de uÃsque para criar seu nome e logo, enquanto que a cachaça e o vinho Maria Izabel têm nome parecido por coincidência, inexistindo semelhança alguma entre a logomarca destas bebidas. Só alguém extremamente alcoolizado pra comprar o vinho pensando que ele foi produzido pela Maria Izabel de Paraty, ou que a Quinta estaria engarrafando pinga.
CertÃssima Bárbara, um imbróglio sem pé e sem cabeça. Somente acrescento a cachaça é excelente, já o vinho...
Apropriar-se de um nome: Maria Izabel, tão comum, lá e cá. Sei não!
Esse comentário é tão bobo, pois é o mesmo que dizer que os nomes Carolina Herrera, Calvin Klein, Yves Saint Laurent, Paco Rabanne e tantos outros não poderiam ser usados, pois os mesmos apropriaram-se, em algum momento, dos seus próprios nomes. Enfim, a Sra. Maria Izabel fez o certo. Ela fez uso do próprio nome como marca e registrou o mesmo. Tem algo de errado nisso?
Conheço e aprecio muito Maria Izabel, por ser ela de excelente qualidade. Que a vinÃcola se resigne e seja criativa para por seu produto no mercado.
Apreciava muito a Maria Izabel. Já não mais. Explico: Maria Izabel era minha vizinha nos fundos de minha casa. Shortinho minúsculo, camiseta larga e desleixada. Anos 70. Era um espetáculo.
Força para Sra. Maria Izabel, que a justiça seja feita e que proÃbam a comercialização do vinho com o mesmo nome, pois se fosse o contrário, certamente a Quinta não a deixaria utilizar o mesmo nome. É vergonhoso o que os proprietários dessa Quinta estão fazendo, querendo levar na marra!!!
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