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  1. Berenice Gaspar de Gouveia

    Perfeito. Essa meritocracia fajuta encobre preconceitos e privilégios indefensáveis

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  2. Helio Cardoso

    Até pensei que a matéria fosse sobre ex-desembargador Sebastião Coelho que quixotescamente desafiou o STF como advogado de um réu, destacando "que nenhum poder chegou a ficar sem funcionar pelos distúrbios". Ele queria o quê? Que tudo deveria ter sido colocado abaixo, destruído e incendiado para o réu ser culpado? Perdeu de onze a zero!

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  3. Marcos Benassi

    Justa Lerda, caríssimo, é um bagúio torto e lôko que não termina! Alguém precisa lembrar pro seu dotô Pae Kim como eram tratados os seus antepassados pelos Japas. Provavelmente, ele crê justo o ressentimento nutrido pelos seus à Casa Imperial Nipônica, porque fez da vida coreana um inferno. Talvez essa lembrança ajudasse a ter empatia pelos concidadãos brazucas: mulher e preto (ah, também trans de qualquer cor, até os transparentes) têm que subir na cadeia alimentar. O nome disso é Civilização.

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  4. Carla C Oliveira

    Muito bom!

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  5. Ana Maria Beghetto Pacheco

    O texto justo na ironia fina. Professor Conrado Hübner, melhor crônica a revelar o Poder Judiciário com seus ternos de vidro.

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  6. Dorgival Pedroso

    Mas esse nem é o pior problema do Judiciário. Os salários fora do teto do funcionalismo grita também.

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    1. Marcos Benassi

      Ah, prezado Dorival, salário amalucadamente alto é uma disfuncionalidade fácil de resolver. E é até justificável, se seguidas as regras que deveriam pesar sobre @s juiz@s: a vida social de um juiz *deveria* ser mais contida do que a do cidadão normal; há imperativos eticos que, se seguidos, pediriam por compensação financeira. Ocorre que não se abre mão de nádegas, quer-se *tudo*. Aí é soda.

  7. Maria Lopes

    Obrigada, Professor.

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  8. Ivo Mutzenberg

    Uma aula magna! Parabéns, Prof. Conrado Hübner Mendes!

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    1. Marcos Benassi

      Aula "magma": deveria escorrer lava da boca do Conrado, diretamente sobre a cabeça desse povo. Com uma queimadura de terceiro grau, quem sabe tomavam decisões menos casuístas? No mínimo, era um espetáculo e tanto, não? Hahahahah! Eu, pagava ingresso fácil!

  9. alderijo bonache

    O assunto em questão envolve um país cuja qualidade de ensino nos levou aos países mais atrasados do planeta terra.

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  10. Gabriel Paiva

    Professor Conrado Hubner, sempre didático, preciso e com uma “ constitucional ironia”!

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  11. carlos campos

    Professor Conrado , como sempre arrasando, dando aula de cidadania , democracia e sabedoria. Nesta aula/coluna então, nao deu margem a duvidas, mostrou com letras maiúsculas o que é o Poder Judiciário e o que poderia se tornar, não fossem o apego e a falta de apreço por parte de alguns, que se acham os donos do poder. Obrigado Professor por mais esta lição.

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  12. Hernandez Piras

    O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo tem pelo menos a virtude da coerência: em qualquer matéria, ele é sempre uma praça-forte do atraso!

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  13. Vito Algirdas Sukys

    John Stuart Mill, nos livros, Sobre a Liberdade e A Sujeição das Mulheres, achava que as mulheres são tão capazes quanto os homens. As leis na Inglaterra de seu tempo escravizavam as mulheres. Propôs então mudanças das leis sobre o casamento, herança e voto feminino, que foram efetivadas bem depois da sua morte. Sua esposa, Herriet Taylor, propulsora do feminismo e de certa forma mais radical do que ele ajudou na tarefa. Penso sobre o que Mill pensaria sobre nosso sistema jurídico hoje?

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    1. Marcos Benassi

      Com trocadalho, caro Vito, acho que o Mill moeria esse sistema, se cá estivesse. Se bem que esses juízes que aí estão, tudo mofado, dariam um péssimo fubá.

  14. Everson Ferreira Martins

    É isso, Caro Conrado. Eles sempre unicamente defendem apenas seus interesses e privilégios. Seja, no executivo, judiciário, legislativo, na direita e na esquerda, no centrão então, no mercado privado, no condomínio, na universidade. Brasileiro não tem nenhuma visão de país. E atualmente extremamente egoísta e violento. E agora, José?

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