Deirdre Nansen McCloskey > Os sindicatos não beneficiam o todo Voltar
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Nada é perfeito. Só esqueceu como era a vida antes dos sindicatos. Miséria e jornadas de 16 horas. Inclusive infantil.
"Capitalismo, do jeito que é montando para funcionar no mundo, não beneficia o todo". Falar isto faz o sangue de um(a) liberal ferver.
Entender, a priori, que sindicatos possuem força suficiente para impor sua agenda e submeter a vontade do dono da indústria aos interesses dos trabalhadores é, no mÃnimo, uma construção que me parece bem distante da realidade.
Quando as grandes montadoras faliram em Chicago eles não se apertaram. Colocaram no colo do Obama. Aà até eu. Quem ela quer enganar ?
Pay day week ago in Chicago.
A mão de obra não pode ser equiparada a outros fatores de produção como terra, capital, insumos, por uma razão muito simples: o trabalhador sente dor. Vale dizer, os salários são inflexÃveis pra baixo; o ambiente de trabalho precisa ser salubre. Sem os sindicatos, os trabalhadores não teriam qualquer poder de barganha frente ao empresário, que não precisa vender sua força de trabalho pra sobreviver. A articulista sabe disso. Mas sua obsessão em praguejar contra a esquerda fala mais alto.
O liberalismo promove produção e renda sim. A eficiência na alocação recursos é a base. Mão de obra é um elemento na cadeia produtiva, uma mercadoria a ser vendida. Sindicatos têm a função de negociar um preço na mao obra, como forma de ajustar a capacidade de compra e valor do trabalho, q tb é importante na economia. Ainda q mecanismos ideais ajustem a economia, a relação sindical faz contrapeso ao capital.
Até pra quem, como eu, entende que o Brasil tem muita a ganhar se transformando em uma economia liberal o radicalismo da colunista incomoda. São posições ideológicas. Baseadas em teses em abstrato e assumindo um mundo ideal. Como se o funcionamento do mercado fosse perfeito. Ingenuidade na idade da colunista é muito feio de se ver. Não orna
Não é a toa que as greves muitas vezes tem piquetes e ocupações de fábrica. O grau de sucesso de um sindicato está em restringir a oferta de mão de obra para aumentar seu preço. Uma questão interessante é: sem os sindicatos os salários e condições de trabalho seriam piores que são hoje em dia? É possÃvel que sim, mas não tenho tanta certeza. É verdade que antes da Opep o preço do petróleo era bem mais baixo. Cartéis (por vezes) funcionam.
Premissa absurda, comparar perdas salariais ao controle de preços do petróleo pela OPEP, dizendo ser ciência econômica. Pode ser economista, mas precisa sair das fantasias teóricas e por o pé na realidade.
Tá. Destrua o argumento dela, mas ponha o seu no lugar, explicadinho, de modo a convencer o leitor de que quem tem razão é você. Quer começar de novo?
Pois é meu carÃssimo Valter Luiz Peluque (Vartão). A escola de Chicago só com o nariz nos livros...
Bobagens com grife de universidade norteamericana. Nunca vi tanta estupidez em tão poucas linhas.
Destrua a estupidez dela, mas faça a gentileza de botar bons argumentos no lugar, explicadinhos, de modo a convencer o leitor de que quem tem razão é você. Senão a gente vai ficar com a impressão de que o que você chamou de "tanta estupidez em poucas linhas" só podem ser substituÃdas por outras estupidezes. Quer tentar?
Me parece que a análise cientÃfica e matemática da professora foi bastante tendenciosa e anacrônica. A FIESP beneficia o todo? Acho que não! Tratar o valor do trabalho, do salário e/ou remuneração como "mero" custo, ou ainda compará-lo como mercadoria, joga fora todo arcabouço social conquistado após muitos esforços e negociações legÃtimas. Greve é bom? Acho que não! Salário baixo é bom? Acho que não! Trabalho e salário são valores, frutos da ação humana. Portanto, é dignidade.
A Fiesp, só lembrando, é sindicato... patronal.
Pelegos existem em todo o mundo. Mas em alguns paÃses da América do Sul eles são mais atuantes.
Sindicalistas, vivem sugando o trabalhador, bando de vigaristas
Se a gente muda o nome para Pelego pode entender melhor. Ou pior.
Deus do céu, este é o nÃvel dos economistas de Chicago.
Ela quer que voltemos a inglaterra na revolução indústrial, trabalhar 16 horas sem direito alguma para encher o bolso dos capitalistas. Sem sindicatos não teriamos nem folga aos domingos nesse paÃs. Não são perfeitos, mas são necessários.
Os sindicatos brasileiros são um ranço do fascismo, assim como a excrescência da Justiça do Trabalho. Enquanto a unicidade territorial dos sindicatos consolidam o peleguismo; o nepotismo e as negociatas. Já a Justiça trabalhista é uma distorção assistencialista onde uma mentira descabida inventada pelos advogados do reclamante tomam ares de verdades absolutas. Em ambos os casos, funciona o achaque e a extorsão em busca de resultados financeiros.
Que mulher burra.
Rapaz, esse é um dos textos mais desonestos que já li no jornal.
O próximo artigo da Deirdre vai defender a volta da escravidão no sul dos EUA e no Brasil. E a FSP vai publicar, porque qualquer ideia de direitista é considerada sacra pelos editores.
A senil senhora é tão cegamente pró empresas que quando afirma que “ O salário mais alto para encanadores ou trabalhadores automotivos sindicalizados tem que vir de algum lugar. O "algum lugar" é obviamente o bolso do consumidor…” não considera que o lugar de onde deve sair o aumento de salários é a margem indecente das empresas (e também dos imorais salários dos executivos) e não do aumento de preços. Tá ruim a cognição da moça! Melhor pedir pro chat gpt escrever qualquer bobagem.
A FSP sœ me cen sura
Se o trabalhador tiver um salário melhor vai consumir mais ,e aquecerá a economia.Sindcato faz parte da democracia..
Bom, primeiro comparou valor de salário com preço de petróleo, então na cabeça "fim" é o mesmo, afinal produto consumido igual vida de trabalhador. Depois brincou com se não tivesse muito custo, aqui sendo o pagamento ao trabalho, os preços seriam competitivos. Depois igualou consumidor a acionista, como se o ônus do primeiro para garantir o lucro do segundo fosse a consequência mais natural de todas. Só lembrar que o consumidor é um trabalhador e depende do salário, que é o problema apontado..
Que paciência, hein, meu caro? Só tenho a agradecer tal civilidade...
A inutilidade da existência dos sindicatos no Brasil está provado pela compulsoriedade das contribuições para sua subsistência, se fossem bons e necessários os próprios trabalhadores teriam a iniciativa de contribuir, e com prazer, o esforço de recriar o famigerado " imposto sindical" evidentemente é da esquerda que os usa como braço polÃtico
Sindicatos organizados e fortes são o pesadelo de todo patrão e seus economistas sabujos…
No fundo ela tá certa
O raciocÃnio desta senhora sobre o tema é obtuso e equivocado. Quem decide sobre uma greve, não é o sindicato e sim a assembleia geral de todos os trabalhadores(as), Inclusive daqueles que não fazem parte do sindicato. Assim, para a abordagem que ela faz, falar em "monopólio" não faz nenhum sentido.
O argumento da professora é irrefutável. Se o salário dos sindicalistas aumenta, alguém tem de pagar a conta. Que são os consumidores. Nós. O sindicato é uma coisa muito boa para os sindicalizados mas muito ruim para todos os outros.
Entendo perfeitamente a polÃtica da pluralidade de pensamentos que a FSP adota na escolha dos seus articulistas. Sou assinante por causa de estratégias como esta. Mas alguns missivistas são de um constrangimento em termos de ideias que quase chega a ser engraçado se não fosse trágico. Essa titia Sukita é o melhor exemplo.
Ah, a Tia Auntie poderia nos explicar como são realizadas as definições de preço das mercadorias nas prateleiras universais? E por que os "monopólios" só pode ser exercidos por empresas, nunca por associações entre pessoas (na suposição de que o termo seja justo ao caso, o que não creio)? Se o mercado é livre, e não somos obrigados a comprar nada, não seria o caso de fazê-lo, ao invés de ficar reclamando? Oh, céus, que canseira...
Repulsivo!
Esta senhora já defendeu todo tipo de liberdade econômica, inclusive para constituir monopólios privados (sim, há poucas semanas ela defendia o direito de empresas monopolizarem os respectivos mercados). Só a liberdade sindical é nociva, mesmo quando o trabalhador tem a liberdade de filiar-se ou não a sindicatos, escolher aquele da sua preferência e de aderir ou não a greves. Eis o reacionarismo mais puro fingindo-se de libertário.
Um gráfico que mostra a venda de sorvetes é quase idêntico ao gráfico que representa ataques de tubarão no mesmo perÃodo. Só que as semelhanças estão só nos meus olhos; não há relação causal nesses fenômenos. Esse texto é um exemplo disso, um festival de imposturas retóricas - falsas relações, exageros dedutivos, argumento de autoridade. Ou a autora não está preparada no tema, ou abusa do espaço que lhe é dado e da paciência alheia.
A professora dos nossos doutores em economia!
E ainda pode ganhar o Nobel da economia como uns vinte outros de onde ela veio. Ela sabe muito bem o que quer dizer, mas simplifica demais para os subdesenvolvidos como nós.
Uai, Paulo, na mosca: foi 'fessora do Jjjeegues lá em Chicago. E vem agora Chicagar diretamente em nossas cabeças!
O seu achismo é ofensivo para qualquer inteligência ou a senhora se esqueceu dos lucros dos acionistas nessa equação? Pois eu acho que o bolo deve sim ser dividido entre todos e que a conta não deve sobrar para os consumidores e também acho que o lucro desmedido dos que efetivamente não trabalham e exploram o trabalho dos demais deveria ser reduzido. Acho que se o norte global vê com preocupação esse lucro desmedido que arrisca o futuro de todos, aqui no sul podemos começar a discutir o tema.
Há diversos e conhecidos estudos, com dados e gráficos de fácil entendimento, mostrando a correlação entre momentos de força do movimento sindical e o aumento do poder de compra/redução da desigualdade. Mas nessas horas a liberal foge de gráfico pra falar mumbo-jumbo de comportamentos esperados como se isso fosse "ciência". hm.
... valeu e obrigado pela conversa!!!
a autora acha tudo errado. :) Espero que todo o trabalho dela seja ofertado gratuitamente para baixar o salário de todos os economistas liberais.
Monopólio! Hahahahah!
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