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  1. Carlos Amorim

    Professores lutaram no pais para serem os √ļltimo a retornar √†s atividades durante a pandemia (apesar de exigirem acesso √† vacina antes). Provavelmente o professor Alavarse n√£o voltou a USP presencialmente, por todo 2021. O que o texto revela e v√°rios coment√°rios aqui tb confirmam, √© que parte dos professores prefere nunca ter de lidar com esse problema: "o tal do aluno"... e culpam o mesmo pelo fracasso do sistema. A√≠ o resultado do pisa veio p√©ssimo... algu√©m se espanta?

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    1. Samuel Pacheco

      O resultado era péssimo antes de você completar sua semialfabetização.

  2. Luiz Candido Borges

    Diversos comentários anteriores muito bem fundados comprovam o que eu penso: não há "cultura do melhor aluno" coisa nenhuma, o professor do Fundamental passa o tempo todo tentando controlar seus alunos desinteressados e dar uma aula com um mínimo de qualidade. O que este artigo revela é a proposta de muitos "educadores" de normalizar o comportamento dos desinteressados e reprimir os que conseguem se destacar apesar de tudo. O resultado é um nivelamento por baixo, onde a mediocridade é o padrão.

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    1. EDECIO CUNHA NETO

      Concordo que não há cultura do melhor aluno no Brasil, e sim nivelamento por baixo. Estudei parte do ensino médio nos EUA e vi que lá, sim, há incentivo e programas para alunos com melhor desempenho.

  3. Valdízio Correia de Oliveira

    Artigo relevante para o atual momento de nossa educa√ß√£o. Alguns coment√°rios revelam a mediocridade do n√≠vel de leitura de alguns "educadores" que "leram o texto" e opinaram incoerentemente sobre o verdadeiro conte√ļdo dele.

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    1. Luiz Candido Borges

      Vald√≠zio, voc√™ poderia nos ajudar a interpretar corretamente o verdadeiro conte√ļdo do texto?

  4. Anderson Siqueira

    Se ao longo da história, as mentes brilhantes não tivesses brilhado, hoje estaríamos nas trevas!

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  5. Marcelo Martins

    Tem que ser assim mesmo, tem que reforcar a cultura do nao fique pra tras. Era so o que faltava, fazer todos andarem na velocidade do mais lento.

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    1. JOSE ALBERTO AMARANTE JR

      voce, no caso, é um dos lentos

  6. Luis Nunez

    Abaixo a mediocridade. Metitocracia!

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  7. Giovani Ferreira Vargas

    Petezada quer todo mundo igual.

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    1. Gild√°zio Garcia

      Sr. Giovani, a Educa√ß√£o p√ļblica brasileira, especialmente a b√°sica, come√ßou a desandar no in√≠cio da d√©cada de 1970, quando isso aqui era uma Ditadura Civil-Militar. Acho que o Ministro da Educa√ß√£o era o Coronel Jarbas Passarinho.

    2. bibiana camargo

      Pt gosta de nivelar por baixo.

  8. Carla Daniele Straub

    Sou professora universitária e mãe de crianças com desempenho acadêmico acima da média. Não encontro essa priorização dos "melhores" em nenhum dos contextos. Os melhores adquirem destaque, mas as energias são canalizadas para quem tem dificuldades de comportamento ou de aprendizagem. Claro que minha experiência empírica não é suficiente pra desqualificar o resultado de uma pesquisa acadêmica como a que foi citada. Os problemas educacionais são decorrência do capitalismo.

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    1. Carlos Amorim

      Eu ia concordar contigo, a√≠ veio essa lamban√ßa de "decorr√™ncia do capitalismo"?? Por acaso a Finl√Ęndia, Singapura, Su√≠√ßa, Taiwan e outros destaques em educa√ß√£o, n√£o s√£o capitalistas?

  9. Samuel Pacheco

    Todo professor bem formado e com experiência de sala de aula desse país sabe, todos sabem, que o problema da educação não está em nenhum plano, teoria, orçamento e etc. O problema está na falta de legitimidade do sistema educacional, que só existe como uma migalha da Era Vargas imposta ao povo e ausência de colaboração dos educandos e famílias por causa dessa mesma falta de legitimidade. Mas se quiserem, continuem discutindo o sexo dos anjos.

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  10. Sandra Losa

    Se partíssemos do pressuposto que os alunos se esforçam e não alcançam o mínimo eu até entenderia o argumento. Mas o problema é que a maioria não deseja aprender. Não desejar aprender deveria ser a primeira questão a ser trabalhada, é necessário que se crie esta vontade, se houver vontade e não haver rendimento aí sim seria uma preocupação esta "cultura do melhor aluno".

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  11. Marta Vainchenker

    Como sempre, destaque para "educadores" que se dedicam a dissecar os chifres na cabe√ßa do cavalo. Qualquer pessoa que j√° p√īs o p√© em uma sala de aula no Brasil v√™ que n√£o h√° nem o mais remoto incentivo √† excel√™ncia ou aos bons alunos, com poucas e honrosas exce√ß√Ķes como as olimp√≠adas de matem√°tica regionais e nacionais- essas sim, ol√≠mpicas na melhor acep√ß√£o. O √ļnico que disse algo com sentido - por √≥bvio - foi o professor Romoaldo Oliveira: √© a infraestrutura, est .√ļ. pido!

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  12. Benedito Claudio Pacifico

    Acho que devemos mandar a pauta para o congresso para esta nobre discuss√£o, rs

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  13. Breno Augusto de Santos

    Recebemos muitos alunos do ensino fundamental I (municipalizado) não alfabetizados ou com pouca alfabetização. No ensino fundamental II a progressão continuada não permite o desenvolvimento daquele aluno específico, com as salas lotadas, aprovação automática e a ausência familiar na participação da vida escolar. No ensino médio, a realidade é do aluno que está no mercado de trabalho e participativo no orçamento doméstico. A escola integral deveria ser no fundamental I e II obrigatoriamente.

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  14. Arthur Rodrigo Ferreira da Silva

    Com todo o respeito ao professor Ocimar, mas nas escolas p√ļblicas √© o contr√°rio: os bons estudantes deixam de ter a devia aten√ß√£o porque os professores s√£o obrigados a lidarem com a indisciplina e falta de respeito da maioria dos alunos, em salas superlotadas e com pouca - ou nenhuma- infraestrutura.

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    1. Erick Santos

      Vejo que seu apontamento n√£o exclui o do autor. Os dois pontos acontecem na din√Ęmica escolar. Assim como na reportagem √© abordada diversas perspectivas v√°lidas. N√£o h√° muita receita pronta em educa√ß√£o escolar. Vejo que as mais variadas vertentes devem ser pensadas, experimentadas e avaliadas. Muitas s√£o prpoblemas hist√≥ricos , outros mais contempor√Ęneos. Fato √© que, entra ano e sai ano, s√≥ aumentam as dificuldades e desafios. Seguimos em luta.