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Feministas de araque

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  1. Fernando Alves

    Há como criticar as ditaduras do oriente sem ser islamofóbico e há como ser islamofóbico como a Lygia e usar o feminismo para atacar o islã ao mesmo tempo que anda de mãozinha dada com os arautos da "submissão da mulher" no Brasil que juntos com ela dobram os joelhos para o deus Jair.

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    1. Fernando Alves

      Falou o cara com mem√≥ria de passarinho que n√£o lembra nada do que ela escreveu nas √ļltimas colunas. √Č a √ļnica explica√ß√£o. A √ļnica coisa que foi provada nessa conversa √© que voc√™ se doeu porque tamb√©m √© um dos devotos e, como todos eles, acha que escrever qualquer besteira √© suficiente como argumento.

    2. Leonardo Serran

      Ela foi islamofóbica? Me parece que ela consegui provar o que queria, basta ver a sua resposta.....

  2. Daniel Nunes Guimar√£es

    Parab√©ns, Lygia. Mais um artigo inteligente, oportuno e corajoso. Sempre com posi√ß√Ķes equilibradas e respeitosas, mas bastante firmes. Admir√°vel. Fico, no entanto, imaginando (posso estar enganado) como √© viver e ou mesmo sobreviver com essas suas ideias num ambiente t√£o hostil quanto √© hoje o da universidade brasileira, recheada de panelinhas de canto mim√©tico e √ļnico.

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  3. Gustavo Silva

    Uma palavra para esse artigo: RUIM

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  4. Adalto Fonseca J√ļnior

    A parte das liberdades conquistadas pelas mulheres no ocidente √© bastante question√°vel mas sim a presen√ßa de estados teocr√°ticos nos pa√≠ses que seguem tradi√ß√Ķes religiosas isl√Ęmicas √© um debate que precisa ser travado n√£o como o avesso do ocidente originalmente bonzinho, n√£o existe o ocidente bonzinho que a colunista insiste em defender com suas fantasias pol√≠ticas liberais e neoliberais.N√£o passa de estrat√©gia pra tentar defender discursos e teses a favor da narrativa hegem√īnica ocidental.

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  5. Felipe Ara√ļjo Braga

    Ah sim, √© aqui a bancada evang√©lica tirando direitos das minorias e perseguindo outras religi√Ķes ningu√©m fala nada n√©? Reacion√°rios querendo impedir mulheres estupradas de abortar, nenhuma palavra?

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  6. Fabrício Schweitzer

    E no Brasil, seriam os conceitos de pl√°stica e macho que ignoram a opress√£o sofrida pelas mulheres? Sempre me pergunto.

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  7. ISAIAS DA SILVA

    A opressão contra mulheres na maioria do islã é um fato. Nisso concordo com a articulista. Porém me incomoda o "devem". Ninguém deve nada, e presumindo que a articulista seja feminista, parem de cagar regra encima das outras mulheres. Seja educada, moça: peça, oriente, mas quem é você para mandar nas outras?

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    1. Mário Sérgio Mesquita Monsores

      E ainda pede educação depois desses termos chulos

    2. André Silva de Oliveira

      Os países muçulmanos subscreveram a carta de direitos humanos da ONU, logo devem, sim, tratar as mulheres com direitos iguais aos dos homens. O argumento culturalista não deve ser usado aqui para justificar a opressão das mulheres no Oriente, tratadas como meros objetos dos homens. Os direitos humanos não são universais?

  8. André Silva de Oliveira

    Excelente coluna, Lygia, voc√™ disse o que penso j√° h√° algum tempo, ou seja, √© preciso defender os direitos das mulheres que s√£o oprimidas no Oriente sem medo de ser rotulado de islamof√≥bico. Sobre o tema, vale a pena conhecer o livro "O que resta da esquerda?" no qual o jornalista ingl√™s Nick Cohen lembra que os direitos humanos s√£o universais e se aplicam √†s mulheres do mundo isl√Ęmico.

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  9. VALDICILIA CONCEI O TOZZI DE LUCENA

    O que me deixa indignada com essa persegui√ß√£o a.milher √© que tanto homem como mulher s√£o cria√ß√Ķes divinas, mas, infelizmente somente as mulheres sofrem persegui√ß√£o. Os.homens s√£o os "puros". Dif√≠cil esse mundo.

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  10. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

    Cabelos?

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  11. Alberto Melis Bianconi

    Essa censura cançi. O que é que não pode Folha, falar crime de guerra?

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Então é o que, é atribuí-los a Israel?

  12. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira

    Islamofobia ? √Č mais uma das "fobias" que entraram em moda neste s√©culo. Ningu√©m deveria deixar de criticar usos e costumes dos pa√≠ses mu√ßulmanos por medo de ser taxado de "islamof√≥bico".

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    1. André Silva de Oliveira

      Desculpe, quis dizer "como você, Alberto Bianconni".

    2. André Silva de Oliveira

      Quem considera que as mulheres podem ser tratadas como meros objetos de uso masculino, desprovidas de direitos e, portanto, impedidas de exercer suas preferências pessoais, bem como quem silencia a respeito, merece, sim, ser alvo de críticas. A colunista está certa ao criticar o silêncio conivente das feministas ocidentais e seus acólitos como você, caro Paulo Roberto.

    3. Alberto Melis Bianconi

      Na verdade, o que se defende, é que todos se concentrem nos pecados do Islã... para esquecer os de outros.

  13. Alberto Melis Bianconi

    ...criticar teocracias isl√Ęmicas virou tabu... onde? Est√° dizendo que condenar Israel √© defender teocracias isl√Ęmicas? Se n√£o for isso, pe√ßo perd√£o. Mas se for, fica o registro de que julgo o poder de Israel de mobilizar uma intelectualidade para defender seus crimes de guerra √© assustador.

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  14. Marcelo Brum

    A ONU demorou 8 semanas para con denar os estu pros coletivos de mulheres isra ele nses vivas e mortas pelos terror istas...quer o que mais?

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  15. antonio brito

    O título e a frase final não têm relação com a matéria, foram colocados só para despertar atenção? Desculpem aí meu fraco entendimento, afinal quais são as "feministas de araque" ?

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  16. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

    A pretexto de se respeitar a cultura, protege-se viola√ß√Ķes.

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    1. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Boa! N√£o pude ir pr√° fronteira do Paraguai este ano. Quebrei um osso do joelho e fiquei com minha companheira de tr√™s d√©cadas. Essa, Marcos leva muito a s√©rio o kardecismo. Me aturar este tempo todo √© coisa pr√° economizar encarna√ß√Ķes.

    2. Marcos Benassi

      Espero que tenhas tudo um excelente natal, meu caro Universalista! Acabei vindo pra uma quebrada em Minas Gerais, de onde recebi seus cumprimentos com alegria.

    3. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Sou um velho e bom universalista. Se garantirmos direitos a todas, todes (como se diz agora) e todos, estaremos bem. E a√≠ n√£o se pode justificar nenhuma viola√ß√£o, como a desclitoriza√ß√£o que acontece em certas partes da √Āfrica Isl√Ęmica ou o estupro coletivo na √ćndia ou as mil√≠cias, muito culturais no meu Rio de Janeiro adotivo.

    4. André Silva de Oliveira

      Exato, Vanderlei, o argumento culturalista √© utilizado para justificar agress√Ķes aos direitos humanos e, por extens√£o, √† democracia liberal. √Č por isto que prefiro as teorias institucionalistas.

    5. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Ela cita os judeus ortodoxos.

    6. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Ela cita os judeus ortodoxos. Que eu saiba o Estado de Israel não legitima estas práticas. A menos que tenha uma informação que eu não saiba e isso é perfeitamente possível.

    7. Alberto Melis Bianconi

      Defesa envergonhada é aquela que não é explícita... danada ela, né?

    8. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Em que momento de seu texto a danada cita o Estado de Israel?

    9. Alberto Melis Bianconi

      Quem est√° protegendo viola√ß√Ķes? Ningu√©m! A colunista parte para a defesa de quem ningu√©m, por estas bandas, est√° ignorando ou condenando (as v√≠timas de opress√£o dos estados isl√Ęmicos), para fazer a defesa envergonhada de um Estado que n√£o se sabe bem se √© laico ou confessional... mas √© agressor.

  17. Gilberto Rosa

    N√£o sei se foi intencional, mas neste momento, em que 20 mil vidas, 8 mil crian√ßas, milhares de mulheres, foram eliminadas, seria mais condizente falar do genoc√≠dio de uma na√ß√£o isl√Ęmica, do que criticar a cultura.

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    1. Gilberto Rosa

      Sim Benassi, cansativo, a folha ultimamente acha que trata só com leitores de fakenews do Bolsonaro.

    2. Marcos Benassi

      Esse hábito folhético tá dando no saco, né, Gilberto? Chato, porque bocó em demasia.

    3. Gilberto Rosa

      N√£o tivesse a colunista feito uma recente coluna para defender a religi√£o do povo agresor e esta para atacar a religi√£o do povo dizimado, eu n√£o teria feito este coment√°rio, deixaria passar em branco. A Folha tem sistem√°ticamente feito isto desde o ataque.

    4. André Silva de Oliveira

      Por que as mulheres no Ocidente são livres e as do mundo muçulmano são oprimidas, tratadas como objeto de uso masculino? Este é o argumento da colunista que critica o silêncio das feministas ocidentais sobre o tema. E, convenhamos, a colunista está certa.

    5. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      N√£o. A articulusta est√° correta. Os ataques injustificados aos hospitais em Gasa n√£o podem servir de pretexto para incobrir viola√ß√Ķes. Se fosse assim n√£o se poderia, por exemplo, criticar as mil√≠cias aqui do Rio, porque fazem parte da nossa cultura, pelo menos desde a d√©cada de 1950.

    6. Gilberto Rosa

      Falo isto pelo claro direcionamento j√° demonstrado nas colunas de Lygia.

  18. Eleéfe Pê Cê

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

    1. Carlos Amorim

      Esse √© seu nome? Achei que pseud√īnimos eram proibidos na FSP.

    2. André Silva de Oliveira

      Se o imperialismo e/ou Ocidente garantiu - n√£o sem lutas - direitos iguais entre mulheres e homens, ent√£o ele est√° certo. Falta estender tais direitos √†s mulheres do Oriente separando religi√£o de Estado, forjando institui√ß√Ķes com base na impessoalidade da lei, essas coisas tolas que fazem com que milhares tentem migrar para o Ocidente para ter uma vida melhor.

    3. Marcelo Brum

      A civili zação parece querer viver sem véu...

    4. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      A pretexto de alteridade n√£o se pode defender viola√ß√Ķes. Se for assim um paulista n√£o poderia criticar nossas bem estruturadas mil√≠cias cariocas. S√£o parte da nossa cultura. Ali√°s cultura muda, n√£o pode ser visto como um totem.

    5. Marcos Benassi

      √Č feminismo de ataque! Conhece n√£o? Hahahahah!

  19. Marcos Benassi

    Bem, prezada Lygia, como ando desinformado - telejornais, não os assisto; jorná, tenho evitado lê-los, temporariamente - não sei qual contexto específico ao qual se refere sua brabeza. Isso posto, acho que eu deveria entortar a noção de "lugar de fala" e calar, porque careca. Por bocudo, farei é a elegia aos cabelos brancos que tanto vejo hoje em dia, cabeleiras lindas, "cujo gris de suas ondas lembra-me o mar e suas espumas." Sei não, acho melhor que comparar aos carneiros, que são propriedade.

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    1. Alberto Melis Bianconi

      Ela tirou o assunto do colete... com inten√ß√Ķes n√£o explicitadas, mas meio √≥bvias.

    2. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Bom natal procê Marcos. Tudo de bom mesmo.

    3. Marcos Benassi

      √Ē√ī√ī, meu caro, comemoremos! Aos Bons Ricardos que pelaqui grassam, Arantes e Batista, meus melhores votos!

    4. Ricardo Arantes Martins

      Bom "te ver por ai" Benassi. Sei de seus conceitos escritos outrora, mas mesmo assim feliz natal. é sempre bom te ver por aqui hehe. e que a comemoração do natalício do amor no mundo invada nossas almas. abraços

  20. Ricardo Arantes Martins

    Mas num √© bem verdade. a pelagem pode ser bem atrativa e o contr√°rio tamb√©m. das veiz a falta de pelagem pode ser ou n√£o. mas como o antiislamismo poderia ser uma forma de olvidar a opress√£o de mulheres numa na√ß√£o. creio que em todas na√ß√Ķes que sofrem tal opress√£o ou de outros tipos. surtando e saindo do assunto curioso √© que o Brasil sofre um aumento de religi√Ķes fisiol√≥gicas, mas bem sei que fora dos templos elas t√£o nem ai n√£o.

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    1. Marcos Benassi

      Se o caro colega Ricardo, mais ass√≠duo que eu, t√° pitacando a esmo, ent√£o o artigo adeve de ser "f√ļria Buscap√©": a autora acendeu, sort√ī e deixou correr pra onde quis. Agrade√ßo o involunt√°rio esclarecimento. Eu confesso que acho bem simp√°ticas as mocinhas de cabelo curtinho ou raspado que aparecem pela√≠, mas nunca notei minha pr√≥pria carequice como particularmente atraente, n√£o. Enfim, n√£o t√ī na pista h√° d√©cadas, pode haver mudan√ßa, n√©?

  21. Alexandre Pereira

    Realmente, idiotice estrutural é um grande problema, pois não há ética onde impera a ideologia.

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  22. Joao Cellos

    O tratamento é análogo ao que os jud eus ortodoxos e ultraortodoxos dispensam às mulheres. E ambos são condenáveis. Mas acho que a missivista não se atreverá a escrever uma matéria protestando contra os jud eus igual faz com os muçulmanos, não é mesmo?

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    1. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Do momento que o Estado iraniano mata ou espanca mulheres por causa do véu isso tem que ser criticado sim. Sem medo de ser feliz. Se a cultura causa dor, mude-se a cultura. A escravidão, por exemplo, foi e ainda é parte da nossa. Vamos preservá-la?

    2. Peter Janos Wechsler

      As semelhanças existentes acabam com a prisão e as chibatadas

  23. Aljamir Duarte Chedid

    Espetacular artigo dessa maravilhosa jornalista . Ali√°s, mais um .

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  24. Débora El-Jaick Andrade Faperj

    Esta opini√£o ultrapassada e euroc√™ntrica j√° foi abandonada pelas ci√™ncias sociais. Parece que interessa √†s m√≠dias e a governos confundir conceitos e impor o estilo de vida ocidental como √ļnico par√Ęmetro. Mulheres mu√ßulmanas, judias, indianas j√° se manifestaram afirmando que o v√©u n√£o significa opress√£o, mas f√©. E se casos como do Ir√£ chocam por punir severamente mulheres que n√£o querem us√°-lo, tamb√©m choca a proibi√ß√£o do uso p√ļblico do v√©u feito pela Fran√ßa.

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    1. Gilberto Rosa

      Ribeiro, não associe milícia a cultura carioca, não tem absolutamente nada a ver, o que não quer dizer que não exista em determinados lugares.

    2. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Do momento que o Estado iraniano espanca, prende e mata suas cidad√£s por causa do v√©u isso deve ser condenado sim. A √ļnica coisa em que concordo contigo √© que tamb√©m se deve condenar a Ar√°bia Saudita, os Emirados √°rabes o Catar ou quem mais tenha esta pr√°tica. N√£o se pode criticar s√≥ o Ir√£, aqui sim por quest√Ķes ideol√≥gicas. E de novo: mil√≠cias s√£o parte da cultura do meu Rio de Janeiro adotivo: n√£o se pode critic√°-las?

    3. Marcos Benassi

      Débora, prezada, esse foi um comentário com cabeça, tronco e membros. Não sei se o Faperj de seu nome é de fato um sobrenome ou menção à fundação de amparo à pesquisa do Rio, mas está digníssima da segunda acepção!