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  1. GERONIMO APARECIDO DALPERIO

    É, o comparativo dos números passando para nova dimensão o déficit quando considerados os do governo tem lógica. Se essa posição está dentro da PEC de transição, prevista ficar fora, conclui que o equilíbrio fiscal não saiu do controle. O que pode melhorar com a maior efetividade de arrecadação de medidas aprovadas em meados do ano passado. Colocar elite financeira no imposto de renda e outros ajustes o resultado ficará dentro da meta prevista.

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  2. Marcos Benassi

    Nãããão, caro seu Samuel, a coluna não foi aborrecida, a despeito de tratar de números; trazendo-os ao alcance dos Bípedes ao rés-do-chão, foi, na verdade, um alento. Nem tanto ao Luloverno, que continua com uma sinuca de bico adiante; muito menos aos ricaços, em cujo derrièrre mira vossa frase final. Com os ajustes, fica tudo muito ajustado: todo mundo pá'dentro, em seus devidos lugares, ninguém de fora - ainda que sobrem as pernas dos abonados de fora da mordida. Tudo a seu tempo, contudo.

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  3. Edimilson Volpe

    Não parece o mesmo Samuel guedista de anos anteriores. Mesmo assim, melhor conferir seus números. Cobrar imposto dos ricos é corretíssimo.

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  4. Alexandre Pereira

    Colocações genéricas para atender à narrativa. Quem é o roco que será alvo da sanha do governo gastador? Os oligarcas de brasília ou bastará ser classe média? Os nababos dos penduricalhos estão longe de ficar preocupados, já quem paga pelo seu plano de saúde, pelo ensino dos filhos et caterva, não terá o mesmo tratamento de suas majestades.

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    1. Alexandre Pereira

      Começam falando do andar de cima, Marcos, mas esse é o andar que suas majestades ocupam e que dificilmente será afetado se tirarem uma gota d’água da piscina. Sobra para os andares inferiores sofrer com o corte nos descontos e a criminosa falta de correção da tabela do IR.

    2. Marcos Benassi

      Que crasse Mérdia, Alexandre, essa vem sendo devorada pelo leão há tempos. Fala-se de ricaço, gente com dinheiro suficiente pra não trabalhar e ter *vida larga*. Não é poprietário de duas casas e milhão e meio no banco.

  5. Alberto A Neto

    Rita Lee diria: ôrra, meu!! Samuca sempre é seletivo nos "lapsos dos outros", mas passa batido nos "lapsos do BC". Por quê? Alô Samuca! Até porque é muita coisa o ROMBO do BC INDEPENDENTE com AUTONOMIA:R$ 37,6 BILHÕES! Samuca não viu o PIX que o TESOURO fez em 15/01/24 para tapar o ROMBO no Balanço 22/23 do BC. Os patos da FIESP pagarão a conta da "eficiência" de Campos Neto. Agora imagine o BC sob as asas de Lira e seus 40 homens de ouro? Pois é isso que Campos Neto quer para o 'SEU BC".

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  6. Eduardo Giuliani

    Esconde o elefante na sala. A rico está claramente no orçamento ao receber juro abusivo e não pagar impostos nas exportações de commodities e no sacerdócio. Este ajuste nos ricos gera pelo menos R$1 trilhão adicional de poupança fiscal por ano. Muda o país.

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  7. João Batista Beltrame

    Tudo o que o articulista escreveu é lindo. Todos os comentários nesse espaço são lindos... O problema (mais uma vez) é a atitude da nossa Classe Média que ingenuamente acredita que um dia poderá "chegar lá", ficar rica! E tratam as classes mais populares, mais pobres como ameaças, como inimigas..., e babam para os 4 por cento que compõe a nossa elite predadora com seus infinitos privilégios (um deles, pagar pouco imposto). Uni-vos classe Media e classes populares!

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    1. Marcos Benassi

      Caro João, nem vou ler outros comentários, porque sinto-me abastado - bastou-me este seu. Tenho horror à crasse mérdia à qual pertenço por estrato econômico, que se crê eleita - por Dios magnifico - e tem sonhos de subir. Não que a pobretalha, clara ou veladamente, também não os nutra, bem entendido. Mas é inacreditável nego lutar por ricaço sendo que, se perder o emprego de trezentos mil (ao ano), vai pro beleléu. Cheio de regalias financiadas, cai no asfalto de boca.

  8. Paolo Valerio Caporuscio

    Lulla só investe na continuação da pobreza em vez de dar dignidade.

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  9. RILER BARBOSA SCARPATI

    Uai, colunista, depois de ler esse texto me pergunto como fica então aquele legado positivo de Guedes na economia que vc falou no ano passado?

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    1. Ricardo Knudsen

      Certamente falava da reforma da Previdência, q eliminou benefícios do RGPS q eram justos e sustentáveis. Com menos atratividade e justiça na previdência pública, a classe média alta vai migrando para a privada (me refiro à previdência privada. Quem permanece naquela outra privada são os pobres e a classe média baixa, que vão se aposentar na penúria). O Itaú (do empregador do amigão do colunista, Marcos Lisboa, gde defensor da reforma), Bradesco etc. agradecem pelas oportunidades bilionárias.

  10. jose prado

    Opa!blz! Quando vai ser isso?

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  11. Petrônio Alves Corrêa Filho

    Os ricos tem que pagar mais! Ainda somos um país colonial.

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    1. leonardo oliveira

      Vai trabalhar Petrônio , saia das tetas do estado.

  12. Ricardo Knudsen

    Ao menos o colunista reconhece, discretamente, q Bozo destruiu o Estado. O q Bozo fêz, no entanto, era previsível. Se não no detalhe, ao menos no conjunto da obra. Pessôa, q tem o prazer masoquista de tentar prever (e errar) o futuro, preferiu lavar as mãos entre Bozo e Haddad. Finge q não ocorreu, assim como omitiu seu erro crasso no câmbio, no artigo em q se vangloriava de seus "acertos" nas previsões para o ano passado. Cobrou muito autocrítica dos outros, mas nunca faz nenhuma.

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  13. Felicio Almiro Lima Rodrigues

    Mas os ricos já estão na Receita: na coluna isenção.

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  14. Ricardo Knudsen

    Abstenho-me de comentar os dados do colunista, vou ver outras fontes, pois ele é mestre em matemágica e erra muito nos dados, como em sua série de artigos com dados absurdos sobre o deficit do RGPS. Concordo, no entanto, q é preciso por os ricos na receita. São muitos os admiradores dos USA, do seu suposto estado mínimo, do livre-mercado, dos baixos impostos etc. mas se esquecem q lá a alíquota de IR para ricos chega a trinta e sete por cento, enquanto aqui não passa de vinte e sete e meio.

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  15. Diego Rodrigues

    Se a discussão eh somente a questão quantitativa do saldo resultante do entra e sai de dinheiro na conta do governo então o texto ajuda bastante a comparar esses números. Mas convenhamos que há gastos e gastos, cortes e cortes. Tão importante quanto o quanto se gasta e economiza eh como se gasta e onde se corta. Me diga o que fazes com meu dinheiro e te direi quem és.

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  16. Ricardo Knudsen

    Vou me abster de comentar os dados do colunista e olhar outras fontes, pois ele é mestre em matemágica e frequentemente usa dados errados, como qdo publicou uma série de artigos com dados absurdos sobre o deficit do RGPS. Posso concordar, no entanto, q é preciso por os ricos no orçamento. São muitos os admiradores dos USA, do seu suposto estado mínimo, do livre-mercado, dos baixos impostos etc. mas se esquecem q lá a alíquota de IR para ricos chega a 37%, enquanto aqui não passa de 27,5%.

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    1. Ricardo Knudsen

      Digo, "...ricos na receita".

  17. NACIB HETTI

    Lula põe pobre no orçamento desde o primeiro mandato. Bolsa família, que seria um programa transitório de inclusão, se transformou em um curral eleitoral do PT, que o Bozo tentou capturar. Mas é só do Lula.

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    1. Felicio Almiro Lima Rodrigues

      Claro, a culpa é dos pobres que não querem deixar de ser pobres. Aliás, ao usar o termo curral, o prezado diz bem do que pensa sobre a maioria do povo brasileiro. Alguns aqui usam esse termo para l referir os seguidores do nosso mico, ôpa! Mito Joia mas não me atrevo a dizer tua pertinência.

  18. Samuel Fagundes

    Que tal começar a diminuir aposentadorias de militares, diminuir orçamento do judiciário e da folha dos militares. Que tal diminuir os gastos com políticos, diminuindo o salário e o número de deputados, senadores, vereadores? Que tal rever a política anti drogas, que incentiva a corrupção e causa grandes despesas prisional?

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  19. BRAULIO S ALVES FERNAN

    Samuel Pessôa, mais um dos médio cres que escrevem para a Folha. Os editores adoram esse tipo de pau-mandado. Os leitores reacionários e provincianos, irritados com minha crítica. Cúmulo do absurdo: querem que eu argumente em 500 toques. O argumento é só um: o cara é médio cre e ponto..

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  20. José Augusto Bernabé

    Pobres no orçamento? Bolsa família é para miseráveis não pobres, miseráveis e como colocar Ricos na receita se os ricos do supremo continuam a comer lagosta no Marmitex e nunca pagaram imposto, tem as maiores aposentadorias do planeta estensivas aos filhos. Como?

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  21. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

    Contamos com sua ajuda, Samuel, para colocar os ricos na receita. Vai ser difícil. Talvez se consiga uma pontinha de unha de algum dedinho.

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  22. José Cardoso

    Ou seja, passamos de um governo populista irresponsável para outro mais populista e mais irresponsável. Por governo entenda-se os 3 poderes, incluindo as emendas e fundos do congresso cada vez maiores, além de decisões do STF como a recente do Dias Toffoli, que isenta empreiteira condenada de multa bilionária à União.

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  23. Pery Pedro

    O Pobre no orcamento! A irmã da Marielle dando rolê de jato particular, o P C C sendo recebido no ministerio da justica, e a Janja conhecendo o mundo! Se isso não é o pobre tendo uma vida melhor, a direita que se exploda. Quanto ao combate à criminalidade, sugiro na próxima votarem em um partido que não seja apoiado por ele, não vá conversar com eles sem escolta nem os receba em ministérios. E agora esse representante da faccao saiu do executivo. E foi pro STF. Parabens aos envolvidos.

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    1. Pery Pedro

      Não entendo a revolta. Trago só fatos. Assumam.

    2. jose carlos toledo junior

      Qta bobajada parcial ideológica por cm corrido! Está querendo bater recorde? Jesuis da goiabeira nos salve dos delirantes por opção.

    3. Felicio Almiro Lima Rodrigues

      Chore, chore à vontade. Nós dá prazer.

    4. Samuel Fagundes

      Cara, vocês colocarm um chefe band!do miliciano na presidência e agora vem aqui falar as neiras?

    5. Samuel Fagundes

      Cara, vocês colocarm um chefe band!do miliciano na presidência e agora vem aqui falar as neiras?

    6. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

      Também não pode condecorar milicianos nem facilitar o armamento indiscriminado porque grande parte do arsenal vai parar na mão de grupos criminosos. Quem me disse foi a Cecy.

  24. antonio aragao

    Artigo ponderado e esclarecedor, parabéns.

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  25. Alexandre Cunha

    Quanto menos criminalidade, mais investimentos.

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  26. Alexandre Cunha

    Acabem com a criminalidade, tolerância zero, diminuem despesas com funcionários públicos, demitam o máximo, porquê deputados precisam de mais de cinco assessores? E aí vai.

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