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Uma massa falida

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  1. Gregorio Amarante

    Impressionante como a ótica petista consegue passar a mão na propria cabeça e anular a história. A decadência moral começou com o mensalão e não parou mais. Bolsonaro é fruto do antipetismo, o Brasil queria mudanças e apostou no cara errado.

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    1. Dilmar Oliveira

      A decadência moral começou quando começaram a lotear o país para ficarem ricos e o resto que se lasque, ou seja, começou com a colonização! Primeiro se acaba com o pau-brasil, escraviza os índios, traz os africanos a medida em que os primeiros sucumbem a varíola, transforma tudo que puder me canavial, mineração, cafezal, etc. Pais dos sinhozinhos, até hoje!

  2. carlos campos

    O Brasil ,desde temer e bolsonaro, decaiu em sentido moral, a ponto de fa cis tas sairem de onde se escondiam e serem tratados c/ cristãos, patriotas e detentores exclusivos dos valores familiares, podendo praticar crimes, desvios de conduta,falta de empatia, respeito e defendidos por pastores pi ca re tas e seus rebanhos, empresários enrolados c/o fisco e órgãos de imprensa (folha jnclusa) e c/o "mito", afundarem ainda + o país. Hj não estamos bem mas melhores q antes, c/ certeza.

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  3. Roberto Jorge Chaves Araujo

    N√£o houve "jornadas de julho"... Houve o come√ßo da mentira conduzindo multid√Ķes. A degrada√ß√£o da pol√≠tica come√ßou ali. Se orgulham disso: Jair dizer que √© um cagado, um escroto, n√£o √© autocr√≠tica. √Č autoafirma√ß√£o: ser canalha e degradado vale √† pena.

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  4. jose antonio spadao marcatto

    √Č inacredit√°vel o quanto de povo quer bater contin√™ncia e se atar aos grilh√Ķes.

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  5. José Cardoso

    '...excluam-se os cultos afros, que sempre estiveram √† margem da pol√≠tica.' O colunista faz seu papel, defendendo seu lado. Eu sei que n√£o √© verdade por experi√™ncia direta. Num grupo de zap de ex colegas de trabalho de uma oficina mec√Ęnica, o mais ativo dos bolsonaristas alterna postagens pol√≠ticas com outras de trabalhos e imagens ligadas a cultos africanos.

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    1. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Que beleza! Quer dizer que deduz o mundo a partir de casos específicos e talvez singulares. Já ouviu falar em método científico?

    2. LUIZ OTAVIO CRUZ TEIXEIRA

      Quem define as coisas pelo singular nunca tem boas opini√Ķes sobre o particular. E aqui coloco particular dentro do sistema hegeliano das categorias universal, particular e singular. A verdade nunca est√° no evento singular.

  6. André Silva de Oliveira

    Conversa fiada, era o povo em n√ļmero t√£o grande que as autoridades n√£o sabiam o que fazer. E o povo vai voltar as ruas considerando que os ganhos obtidos com a Lava Jato foram erodidos com as a√ß√Ķes da classe pol√≠tica predat√≥ria com a chancela do STF.

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    1. Luís Santana

      Tá com saudade do Bozo, bem? Vai pra Argentina, é logo ali.

    2. Luís Santana

      Os "ganhos obtidos pela lava-jato" seriam manipulados pela fundação criada pelo moleque do Power Point, não é mesmo? Mas, que peninha, não rolou. Ainda não foi dessa vez. E "povo na rua", em 2013, significava granja de camisas amarelas na porta da Fiesp, pura massa de manobra da elite.

  7. CARLOS ALEXANDRE PERGER

    O "moinho sat√Ęnico" haveria de banalizar a vida com as engrenagens de degenera√ß√£o e degrada√ß√£o humanas.

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  8. EDMUNDO JOSE SANTIAGO

    O projeto é "civilizar" totalmente ou exterminar de uma vez os verdadeiros donos de Pindorama, nome como o saudoso Ricardo Boechat se referia ao Brasil

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  9. Alexandre Marcos Pereira

    √Č importante entender que a presen√ßa de um grande n√ļmero de templos religiosos n√£o necessariamente indica uma falta de confian√ßa ou prioridade nas √°reas da educa√ß√£o e sa√ļde. Em muitos pa√≠ses, incluindo o Brasil, a religi√£o desempenha um papel central na cultura e na identidade nacional, servindo como um ponto de reuni√£o comunit√°ria, suporte espiritual e social. Al√©m disso, a quantidade de templos religiosos, escolas e hospitais pode refletir uma variedade de fatores.

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  10. Fabrício Schweitzer

    Massa é massa e já nasce falida. O ocidente, apoiado no capitalismo, criou essa falência social travestida de mérito, consumo, ego, oba-oba, ou seja, uma tragédia. Acho que tem um carro-chefe, para ficarmos no carnaval dos puritanos.

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  11. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira

    O colunista parece delirar ao sugerir que construir um Estado-nação etnicamente homogêneo pode ser agora o caso brasileiro.

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    1. Dilmar Oliveira

      Não me parece ser ele que está delirando, ele está justamente apontando para esse delírio e para os caminhos tortuosos para onde ele pode nos levar. A população é plural, o "povo" idealizado e homogeneizado é uma ideia funesta.

  12. Hernandez Piras

    A "solu√ß√£o" da ultradireita para o desenvolvimento da Amaz√īnia sempre passou pelo genoc√≠dio. E, a despeito do discurso paternalista a respeito dos povos origin√°rios (paternalista por pretender dizer o que seriam as aspira√ß√Ķes destes √ļltimos), o fato √© que parte dis militares sempre simpatizou com ideia. A sabotagem da prote√ß√£o aos ianom√Ęmis √© s√≥ uma nova demonstra√ß√£o disso.

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  13. Marcos Benassi

    Sei não, sêo Muniz, as "massas" continuam "organizadas", mas mudou a força que as congrega: na direção do percebido pelo censo, a força que as amalgama passou a ser a noção de força Divina, que, de alguma forma obscura, passou a ser mais visível no cotidiano do que a potência das pessoas unidas. Talvez, pra isso, tenha sido fundamental a percepção implícita de que pouco importa o que se faça, continuam todos na Herda; a concidadania via Zap não empodera os indivíduos-alvo como a presencial.

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  14. adenor Dias

    Há uns dois séculos, a escravidão no Brasil era composta por negros, hoje, ela é de qualquer proletariado. Eu não tenho esperança que isso mude, pois quem deveria se rebelar contra a exploração, ajuda para que esta permaneça. Nascemos vivemos e morremos, sonhando com milagres. Basta ver que aonde há mais templos, é exatamente nos lugares mais miseráveis.

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    1. Marcos Benassi

      A fantasia de que "a própria hora há de chegar", meu caro Adenor, creio que mantém o sujeito de butuca, em sua miséria, crendo que a vida lhe será justa. Daí o engodo do pós-morte ser tão eficaz: pelo menos pras igrejas, funciona. E como...!

  15. Ruy Humberto Godoy de Mesquita

    Os países que adotam esse cristianismo mercenário são os menos desenvolvidos.

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    1. Vanderlei Vazelesk Ribeiro

      Que eu saiba esse cristianismo mercen√°rio brotou nos EUA.

    2. Joel Domingos

      Ruy, você não pode falar em nome de Voltaire. Ele não lhe passou procuração para tal. Também você sequer o conheceu. O que ele disse tá dito. Não é você ou qualquer outro que vai retificar ou retirar suas falas.

  16. Joel Domingos

    Pessoalmente, sou contra evangélicos na política. Contudo, faço minhas as palavras atribuídas a Voltaire: "Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei com unhas e dentes o teu direito de dizê-las." (continua)

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    1. Joel Domingos

      Padilha, quando algu√©m inicia um coment√°rio aliviando e dizendo que n√£o tem nada contra determinado assunto √© que vem fogo por a√≠: √© o popular morde-e-assopra. √Č o que voc√™ fez. Al√©m do mais, os evang√©licos n√£o tentam impor nada a ningu√©m. Apenas fazem o seu proselitismo. Coa√ß√£o irresist√≠vel √© obrigar o outro a fazer alguma coisa sob o efeito de uma arma. Os esquerdistas tamb√©m tentam, a todo custo, aliciar correligion√°rios, por todos os meios que a m√≠dia oferece.

    2. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Nada contra evangélicos ou qualquer outro crente religioso na política. O problema é quando tentam nos impor suas crenças e valores.

    3. Ruy Humberto Godoy de Mesquita

      Voltaire não conheceu malacheia. rr$$$oares, edirdízimo, bozo, micheque, etc...Caso conhecesse tamparia os ouvidos.

  17. Joel Domingos

    (continua√ß√£o) O direito √† cren√ßa religiosa √© garantido na Declara√ß√£o Universal dos Direitos do Homem, editada pela ONU, e na nossa Carta Magna de 1988. √Č um direito fundamental garantido na Constitui√ß√£o Federal: "art. 5¬ļ: VIII - ningu√©m ser√° privado de direitos por motivo de cren√ßa religiosa ou de convic√ß√£o filos√≥fica ou pol√≠tica;" (continua)

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  18. Joel Domingos

    (continua√ß√£o) O que passar disso √© censura. Cl√°usula P√©trea: n√£o pode ser objeto de emenda tendente √† sua supress√£o. √Č o mais alto patamar civilizat√≥rio que a humanidade atingiu. Nem todos conseguiram acompanhar o passo da humanidade. Democracia √© admitir o direito de todos manifestarem sua opini√£o. Ao que parece, o articulista quer calar as vozes daqueles com quem n√£o simpatiza. Sem falar que intoler√Ęncia religiosa √© crime (Lei n¬ļ 7.716/1989).

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    1. Joel Domingos

      Padilha, quando algu√©m inicia um coment√°rio aliviando e dizendo que n√£o tem nada contra determinado assunto √© que vem fogo por a√≠: √© o popular morde-e-assopra. √Č o que voc√™ fez. Al√©m do mais, os evang√©licos n√£o tentam impor nada a ningu√©m. Apenas fazem o seu proselitismo. Coa√ß√£o irresist√≠vel √© obrigar o outro a fazer alguma coisa sob o efeito de uma arma. Os esquerdistas tamb√©m tentam, a todo custo, aliciar correligion√°rios, por todos os meios que a m√≠dia oferece. Marx defendia o uso de armas.

    2. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      O problema é que essa gente quer o ter o poder para nos impingir suas crenças e valores. Nada é mais antidemocrático do que isso!

  19. Matheus Lourenço

    Muito bom!

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  20. Matheus Lourenço

    Muito bom!

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  21. Luiz Paulo Barreto

    "o povo brasileiro era melhor do que as elites". Not√≠cias do Brasil: ¬ď Aqui vive um povo que cultiva a qualidade, ser mais s√°bio que quem o quer governar!¬Ē

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  22. Enir Antonio Carradore

    Sie wissen nicht, wer sie sind. Sie w√§hlen ihre Feinde aus, um √ľber sie zu herrschen. Non sanno chi sono. Scelgono i loro nemici per governarli. Ils ne savent pas qui ils sont. Ils choisissent leurs ennemis pour les gouverner. They don't know who they are. They choose their enemies to rule them.

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    1. Marcos Benassi

      Sei não, caro Enir: a partir do momento em que o servo assume o ponto de vista do senhor e age tal e qual, este deixa de ser "inimigo". Vide a quantidade de pobre de direita que tem pelaí...

  23. Marcelo Ribeiro

    Que sintese! Excelente!

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  24. Joel Domingos

    Pessoalmente, sou contra evang√©licos na pol√≠tica. Contudo, fa√ßo minhas as palavras atribu√≠das a Voltaire: "N√£o concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei com unhas e dentes o teu direito de diz√™-las." O direito √† cren√ßa religiosa √© garantido na Declara√ß√£o Universal dos Direitos do Homem, editada pela ONU, e na nossa Carta Magna de 1988. √Č um direito fundamental garantido na Constitui√ß√£o Federal:

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  25. Joel Domingos

    "art. 5¬ļ: VIII - ningu√©m ser√° privado de direitos por motivo de cren√ßa religiosa ou de convic√ß√£o filos√≥fica ou pol√≠tica;" O que passar disso √© censura. Cl√°usula P√©trea: n√£o pode ser objeto de emenda tendente √† sua supress√£o. √Č o mais alto patamar civilizat√≥rio que a humanidade atingiu. Nem todos conseguiram acompanhar o passo da humanidade. Democracia √© admitir o direito de todos manifestarem sua opini√£o. Ao que parece, o articulista quer calar as vozes daqueles com quem n√£o simpatiza.

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  26. Jesus evangelista Almeida

    Quanto mais religioso é o país,quanto mais pobre é influenciável é seu povo

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    1. Marcos Benassi

      Meu caro, me perdoe, mas n√£o resisto: "N√£o se fazem mais Jesus ou Evangelistas como antigamente!" Hahahahah!