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  1. André Silva de Oliveira

    Excelente notícia!

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  2. José Cardoso

    Se o argumento da invasão da Ucrânia era o risco dela entrar para a Otan, a Rússia deveria ter dado um ultimato à Finlândia impedindo sua adesão. Os países tem uma grande fronteira terrestre, e Helsinque está bem perto de São Petersburgo. Trocou um talvez inimigo por um inimigo certo.

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    1. André Silva de Oliveira

      É o contrário. Se a Rússia é um vizinho gigante que não respeita as fronteiras, era preciso buscar apoio de outra força gigante para se contrapor a Moscou. A Finlândia está certa ao aderir à OTAN.

  3. ROBERTO DE FREITAS

    Viva a democracia ocidental

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    1. André Silva de Oliveira

      Viva!!!

  4. NACIB HETTI

    Mais um freguês para a indústria bélica.

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    1. Rubens gonçalves

      EU e os paises europeus nao tem um comand de redes de radares para enfrentar os misseis russos. Os patriotes nao sao pareos .

  5. PAULA FARIA

    Putin ressuscitou a OTAN. Agora, aguenta.

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    1. PAULA FARIA

      Luiz, é verdade, o povo derrubou um apadrinhado de Putin que se recusava ao alinhamento com a União Europeia. Repito, agora aguenta.

    2. André Silva de Oliveira

      Verdade, Paula, o tiro saiu pela culatra. A OTAN está maior, mais unida e, portanto, mais forte. Putin perdeu.

    3. Luiz Candido Borges

      O Putin não ressuscitou a OTAN, foram os EUA que forçaram sua manutenção - já deveria ter acabado há décadas - e criou uma situação de guerra para reforçá-la. Já sei, já sei: "Foi a Rússia que invadiu a Ucrânia, que estava quieta no seu canto!". Não estava e a origem deste "não estar quieta" é do golpe dado em 2014 para derrubar o presidente eleito. É uma não tão longa história, mas cheia de nuances geopolíticas que escapam a quem acha que o Putin "tem que aguentar". E ele está aguentando!