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  1. Juliano Danilo

    A coisa mais chata nesse processo e que mais tira a vontade de continuar a tentar é não perceber eco do que se fala. No Brasil as pessoas não sabem conversar. Se um interlocutor X faz uma afirmação e fundamenta, o interlocutor Y responde com outra linha de raciocínio completamente diferente ao invés de aprofundar o entendimento daquilo que acabou de ser dito. E pior, quando o interlocutor X está na posição de ouvinte e aprofunda o argumento, percebe que não tem nenhum fundamento no que Y disse.

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    1. Juliano Danilo

      Tens raz√£o, Jove.

    2. Jove Bernardes

      Tá. Mas não generalize, isso também não ajuda. Não entendi a razão de você dizer que "no Brasil" as pessoas não sabem conversar. Ora, talvez estejamos escolhendo mal nossos interlocutores, mas dizer que isso é um mal "do Brasil" já meio que me dá preguiça de continuar lendo o que você q

  2. Jo√£o Galv√£o

    Eu penso que ninguém deve se propor à ideia de "convencer alguém". Se tem convicção do que pensa, por que não aceitar o desafio de "ser convencido" do contrário por alguém? Ouça pacientemente os argumentos, pense sobre eles. Aos poucos levante os eventuais questionamentos fáticos e/ou lógicos. Deixe a conversa acabar sem expor seus argumentos, se não forem solicitados. Permita que o eco do seu silêncio balance a cabeça do interlocutor com as próprias palavras dele.

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  3. Cristiano Kock Vitta

    Pincei, h√° tempos, uma frase contida em Jean-Christophe, uma das obras-primas de Romain Rolland: "O homem √© mais seu temperamento do que as ideias" e achei nebuloso. Mas, procurando fugir de impress√Ķes da superf√≠cie das interpreta√ß√£o dos menos existencialistas, a senten√ßa nos instiga a observar as min√ļcias de nosso esp√≠rito. Acho que o Brasil precisa de duas revolu√ß√Ķes: introspectiva e contemplativa.

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  4. jairo de luca

    Por que não o sobrinho esquisitão? A cabeça do mais velho é necessariamente menos aberta?

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    1. Luís Lopes

      √Č que o mais velho acredita que houve fraude nas urnas eletr√īnicas e critica militares que foram contra o golpe do bozo.

  5. Marcos Benassi

    Uai, meu caro, por que não? Eu apenas esperarei que chegue às estantes da Virtual - deve ler uns dois ou três anos, suponho. Ou menos, caso encalhe. Enquanto isso, vou no meu pouco científico método pessoal, que inclui falar, predominantemente com Bípedes. Excetuado meu cachorro, mas isso é mania de "pai" de bicho.

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  6. carlos jardim

    Há algum tempo cheguei a conclusão que reler coisa boa é melhor que se aventurar por páginas desconhecidas!Hoje foi a x do conto A vida breve e feliz de Francis Macomber.

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  7. Pedro Luis S C Rodrigues

    Interessante o fetiche de Helio, uma pessoa erudita, por essas porcarias pseudo cientificas que o mercado editorial americano produz em s√©rie. Sempre um professor de faculdade renomada com a solu√ß√£o magica pra um problema complexo ou uma veste cientifica pra alguma banalidade. Fica a um passo da auto-ajuda e o numero de livros nessa linha resenhados por Helio s√≥ aumenta, a vida e instera√ß√Ķes complexas n√£o podem ser descritas em receitas de bolo, t√£o ao gosto dos americanos e do colunista

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    1. Raymundo de Lima Lima

      Livros no Brasil n√£o tem espa√ßo nas TVs, r√°dios, revistas, jornais. Ainda bem q Helio e alguns poucos colunistas fazem resenhas de livros. √Č pouco mas ajuda diminuir a ignor√Ęncia, q vive tempos de orgulho e paix√£o p n√£o ler, n√£o saber, n√£o pensar. Obrigad√£o, H√©lio. (Tb. meu obrigado p Isabella Lubrano, q faz √≥timas resenhas).

    2. Paulo César de Oliveira

      Ser gostoso de ler n√£o pouca coisa e j√° justifica a leitura de um livro.

    3. Jo√£o Silva

      Pedro, n√£o tem como o Helio ler estes livros que ele recomenda, no m√°ximo a orelha, salve Jaba.

    4. Rodrigo Cabral

      Bom, ele leu e deu a opinião dele. E você?