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  1. Patrícia Viana

    Dentre tantas notícias essa me fez ganhar o dia! Eu vim da escola pública e só consegui me formar em Direito numa Universidade Federal porque recebi diversas bolsas de auxílio, como moradia, trabalho e alimentação nos 3 primeiros anos. Se abrir para a contribuição popular, eu apoiarei com prazer!

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  2. neli faria

    Fiz um grande sacrifício na vida para estudar. Tudo feito com meu esforço pessoal e apoio psicológico da defunta mãe, então viva.Perdi minha juventude, mas, venci na vida com a ajuda de meu Jesus:eu venci, você também vencerá!,São Padre Pio,e da família. Crédito educativo, nos 2 últimos anos da faculdade:precisava fazer estágio e Deus me ajudou a arrumar emprego no Commind Créd. imob. Hoje, tudo é fácil, não estuda quem não quer. Cota deve ser, também,Social.

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  3. Paulo César de Oliveira

    Não ficou claro no artigo se o fundo destina-se a amparar todos os alunos economicamente vulneráveis ou apenas os negros, pardos, indígenas, deficientes, Lgbt e pessoas com filhos menores de 3 anos. Pelo q entendi, alunos brancos, heterossexuais, nao-deficientes e sem filhos pequenos não poderiam ser contemplados. Eh isso mesmo?

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    1. Paulo César de Oliveira

      De fato, Felício, mas depois tem um frase sem sentido: "considerando pessoas autodeclaradas pretas, pardas..."

    2. Felicio Antonio Siqueira Filho

      Não, não é isto. "São beneficiários todos os estudantes de graduação, ingressantes e veteranos, vindos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade econômica e social" é o que está escrito.

    3. neli faria

      Se for classe média e rico, não tem razão de ser contemplado. Pois não? Um lgbt, classe média, por que ser contemplado? Não vejo motivo!