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  1. José Cardoso

    Concordo. Mesmo como marketing n√£o faz muito sentido, pois os EUA j√° estiveram l√° v√°rias vezes. Miss√Ķes como a que desviou recentemente a √≥rbita de um aster√≥ide s√£o mais √ļteis para a seguran√ßa terrestre e trazem revela√ß√Ķes interessantes. N√£o sabia que eles eram um grande aglomerado de entulho juntos por (fraca) gravidade.

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  2. Alan Moacir Ferraz

    Todas as pesquisas são válidas. Brasil tem de voltar a ativar a base espacial de Alcantara paralizada. No governo Fernando Henrique esteve perto de lançar um foguete portando o que seria o primeiro satelite orbital brasileiro. Em torno desta tecnologia surge muitas outras pararelas. Estamos ficando atrasados pois inumeros paises ja sai lancadores inclusive paises em desenvolvimento como o nosso. Vamos ser os ultimos. Acorde governo.

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  3. Nilton Silva

    Enquanto isso, os oceanos continuam praticamente inexplorados e inacessíveis.

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  4. Humberto Iwata

    Hélio, o seu pragmatismo espacial é uma escolha entre respirar ou se alimentar (comida e bebida). Qual é a sua prioridade nesta analogia?

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  5. PAULO PROL MEDEIROS

    Helio, se tem algo que √© certeza absoluta na ci√™ncia, √© de que este planeta uma hora sofrer√° um cataclisma do tipo choque com um asteroide ou coisa do g√™nero. Vai levar bilh√Ķes de anos talvez, mas vai acontecer! Ent√£o tendo a discordar de voc√™: priorizaria termos algum tipo de n√ļcleo habitado por a√≠ em outro lugar: Lua, Marte e dali disparar miss√Ķes mais long√≠nquas.

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  6. Marco Diotaiuti

    Colunista e leitores est√£o amplamente desinformados. Pesquisem sobre helio-3.

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  7. Marcos Benassi

    Bem... Basta cessar o apoio à guerra do Bibi, vai sobrar uma bala pra investir na subida à Lua. Além da questão geopolítica, há a ambição de colonização espacial, né, Hélio? Não podemos deixar de explodir outros mundos depois que a tarefa aqui estiver próxima do fim. Mas se formos nos manter no nível das escolhas científicas, há o paradoxo marinho: já fomos e iremos novamente a outros planetas, mas o mar é um grande mistério: 7O% da superfície da Terra é um grande desconhecido.

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  8. Joao Cantarelli

    O principal apelo para os EUA voltarem a levar humanos para a Lua talvez n√£o seja satisfazer a obsess√£o humana em produzir narrativas em que sejamos os her√≥is mas garantir que seus advers√°rios n√£o tomem o controle do nosso sat√©lite natural e de outras regi√Ķes espaciais no entorno. Tal objetivo ainda n√£o pode ser realizado por m√°quinas rob√≥ticas inteligentes.

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  9. Sérgio Silva

    O homem j√° chegou a V√™nus. √Č possivel atestar a altera√ß√£o do brilho a olho nu. Basta olhar.

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    1. PAULO PROL MEDEIROS

      Você quer dizer o impacto do homem, é isso?

  10. SERGIO DIAS CANELLA

    Quanto ao assunto do artigo, concordo com voc√™. Nosso conhecimento do COSMOS e do Sistema Solar deve muito mais aos telesc√≥pios espaciais e √†s sondas interplanet√°rias que √†s miss√Ķes tripuladas. Creio que por conta de a China querer se mostrar tecnologicamente no mesmo patamar que os EUA, programando uma base na Lua, est√° fazendo os americanos se apressarem sua volta ao nosso sat√©lite.

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  11. SERGIO DIAS CANELLA

    Helio, pode parecer preciosismo, mas na foto postada junto ao artigo quem aparece é o astronauta Buzz Aldrin. Existem pouquíssimas fotos de Armstrong na Lua. Ele é que bateu quase todas as fotos quando na superfície.

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  12. JOAO FERREIRA

    A Iniciativa privada tem dinheiro. Musk quer ir a Marte; porque n√£o a Lua, antes?

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  13. PAULO CURY

    Ainda penso que o fundo do mar ainda é mais promissor a curro prazo para humanidade . depois com novas tecnologias quem sabe ir ao espaço

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  14. Pedro Luis S C Rodrigues

    Se tudo que houvesse fosse o seu ¬ďpragmatismo¬Ē n√£o teriamos saido das cavernas. Impressionante o nivel de ingenuidade de Helio, a esta altura da vida ainda se ilude com uma racionalidade infantil

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  15. Dionisio DeBarros

    Creio que quando indagados sobre a necessidade, ou nao, das viagens exploratorias de Vasco da Gama e Cristovao Colombo, muitos conselheiros (colunistas) da epoca tambem foram contra. A sorte (infelicidade dos povos indigenas) eh que esses eram minoria, e as empreitadas seguiram seu curso. Hoje nao vivemos todos felizes, mas as condicoes de vida no geral sao muito melhores que as do sec XV. Eh muito melhor investir recursos em exploracao espacial, que em guerras. O retorno eh bem maior.

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    1. Dalton Matzenbacher Chicon

      √Č justamente isso que o colunista est√° afirmando. No entanto, n√£o v√™ como op√ß√£o justific√°vel o envio de miss√Ķes tripuladas √† Lua.

  16. Antonio Jose Lima

    Caro Hélio, a cosmologia é um ramo da astronomia!

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  17. MARCO ANTONIO POLISELI

    Manda o lula pra lua! N√£o, muito perto, manda pra Plut√£o!!

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    1. Joaquim Rocha

      Coragem para Lula n√£o faltaria. J√° para o cag √£o bozo...

    2. Roberto de Aguiar Peixoto

      Pois é. Imaginemos num exercício de ficção que a ida dele pra Lua m, ou Plutão como preferes, fosse para uma causa nobre e de apoio a população carente. Ele teria coragem de ir. Já o Bolsonaro cov. e c. ão iria pegar um táxi para embaixada da Hungria

  18. José Bonato

    O autor está tão obcecado em atacar Lula que na chamada colocou levar o homem pra Lula. Ridículo. Será que tem alguém na fsp que revisa os textos. Se quiserem estou disponivel.

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  19. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

    Eu acho que esse dinheiro seria melhor empregado aqui na Terra.

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    1. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

      Fernando Alves. Gasto no combate a fome (inclui verbas para a EMBRAPA, EMATER), por exemplo. Não precisa ser com as atividades que o senhor citou. Sem contar que "a gente não quer só comida; a gente quer comida, diversão e arte". Etc.

    2. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

      José Bonato. Dê sua opinião sem ofensa. Qual a razão para o senhor classificar-me como idiota? Seja educado.

    3. Fernando Alves

      Sim, no Facebook, Tiktok, Instagram, Filmes de super her√≥is, s√©ries de streaming, sal√°rios astron√īmicos no futebol, f√≥rmula 1, basquete, cach√™ milion√°rio de artista que s√≥ faz m√ļsica igual com a mesma melodia ou "canta" com playback. Gastar com ci√™ncia √© sempre considerado desperd√≠cio. J√° gastar com entretenimento n√£o.

    4. José Bonato

      Graças as conquistas espaciais, hoje temos microondas, fibra de carbono, ressonancia eletromagnetica, laser, internet, etc. Não seja i di o ta.

  20. COLOMBO MELO

    Nós aqui já voltamos ao Lula e tem sido uma experiência desastrosa. Não sei se os EUA terão mais sorte.

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  21. MARIO EUSTAQUIO DE OLIVEIRA

    Rsrsrsrs, n√£o seria uma m√° ideia, enviar lula, Bolsonaro e outros mais para o mundo do Lula, ops da Lua. Quem sabe surgiria algo menos ruim

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    1. FRANCISCO DOS SANTOS

      A lua é plana tb ou é só a terra??

    2. José Bonato

      O bozzo, junto com o astronauta, j√° vivem l√°.

  22. Marcelo Pires Santana

    Voltar à Lula? Da pra mudar o título? Hahahahaha

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  23. Luis Antonio Prates

    Investir em miss√Ķes rob√≥ticas eficazes e parcerias internacionais pode maximizar o retorno cient√≠fico e reduzir custos na explora√ß√£o lunar. Priorizar tecnologias sustent√°veis e estabelecer objetivos claros s√£o essenciais para uma abordagem eficaz e econ√īmica.

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    1. Luis Antonio Prates

      A explora√ß√£o lunar oferece descobertas cient√≠ficas sobre a hist√≥ria do sistema solar, impulsiona o desenvolvimento tecnol√≥gico, abre possibilidades de recursos e inspira o p√ļblico. √Č um empreendimento que promove a inova√ß√£o e o progresso da humanidade.

  24. Décio Ceballos

    HS, uma quest√£o fundamental √© a atra√ß√£o de "c√©rebros". Nada melhor para fazer isso do que miss√Ķes explorat√≥rias e quanto mais desafiadoras melhor. Aqui no Brasil, por exemplo, ficamos em miss√Ķes pragm√°ticas, para resultados sociais, ambientais etc. Em tese certo, mas n√£o foi capaz de atrair "intelig√™ncias" para fazer a diferen√ßa. O mundo j√° gastou o suficiente para ter suas miss√Ķes pragm√°ticas, mas tamb√©m para ter um pequeno vilarejo na Lua.

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  25. FLAVIO CALICHMAN

    Inevit√°vel e imediata a lembran√ßa do conto magistral de Arthur Clarke, "Death and the senator". O tit√£ da fic√ß√£o cient√≠fica o escreveu agastado com um senador americano que propunha, surpresa, cortes no programa espacial tripulado da NASA, isto h√° 50 ou 60 anos. Leitura indispens√°vel para balizar a discuss√£o e a reflex√£o, creio que h√° traduzido para o portugu√™s como A Morte e o Senador. Clarke foi uma figura √ļnica, profundo conhecedor de tecnologia e humanista n√£o menos radical.

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