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  1. MARIA CHRISTINA DE ALMEIDA

    Reenviando. Hannah Arendt √© maior pensadora do sec. XX. Eterna. Foi Celso Lafer quem a trouxe para conhecimento do p√ļblico brasileiro com a publica√ß√£o do seu livro de ensaios- Entre o Passado e o Futuro. Nele quest√Ķes caras a autora s√£o tratados de forma ensa√≠stica. Leitura valiosa. No Brasil poucos fil√≥sofos se debru√ßaram na sua vasta Obra. Na USP praticamente ignorada. Imperdo√°vel! A Duas Vozes de Eduardo Jardim, trata de um magnifico di√°logo entre ela e o tamb√©m magnifico Oct√°vio Paz. Leiam.

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  2. Maxmilliano de Oliveira Reis

    Poderia ter discorrido um pouco mais sobre a interpreta√ß√£o de Trump e Putin oferecida pelo livro, fiquei curioso. Assisti ao filme da Arendt, depois li ¬ďEichmann em Jerusal√©m¬Ē. Me tornei f√£ da filosofa. A teoria dela sobre a banalidade do mal me tocou. Continuo com a impress√£o de que o mal, continua sendo banal, em especial nos casos de l√≠deres da extrema-direita.

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  3. Henrique Mello

    N√£o era contra o sistema adotado nos √īnibus escolares. Era contra o uso das crian√ßas como arma contra a segrega√ß√£o. Nas guerras, na falta de soldados maduros, v√°rias vezes crian√ßas foram mandadas para campos de batalha

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  4. Orasil coelho pina

    Parabéns! Em relação a Ana se opor a ideia de expor crianças negras em um colégio de maioria branca, estou de acordo com ela, pois inclusão e fim do racismo é uma tarefa par adultos e nunca para inocentes criancinhas, brancas e ou negras!

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  5. antonio brito

    Não precisava de muito para prever que a ultra direita seria uma tragédia humanitária. Depois que o Likud tomou o poder o Estado socialista desaparece dando lugar aos ultra ortodoxos e os imigrantes, jeuif, fugindo do leste europeu até se transformar numa teocracia.

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  6. Marcos Benassi

    Tanto uma Dona Arendt quanto uma Dona Meir tão fazendo uma falta disgramada à Iiissrael de hoje...

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  7. José Cardoso

    'defendia que Israel fosse um Estado binacional, de judeus e árabes'. Essa era mesmo a solução ideal. Mas no mundo real ocorre o que é mais estável. Pelo jeito essa opção não era estável nem no pós guerra. Tanto que não aconteceu.

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  8. Lorenzo Frigerio

    Estamos vendo a banalidade do mal em Gaza.

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  9. JOAO FERREIRA

    Fico com a "opini√£o" de Lyndon B Johnson. Chamar as coisas pelo nome certo e, assim, lidar com elas de maneira apropriada, certa, e definitiva; sem concess√Ķes a criminosos (N√£o fa√ßa acordos com o dem√īnio).

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  10. paulo werner

    *√Č de conhecimento de todos que os resorts de f√©rias neste pa√≠s s√£o frequentemente restritos de acordo com a origem √©tnica. H√° muitas pessoas que se op√Ķem a essa pr√°tica; no entanto, √© apenas a extens√£o do direito √† li re associa√ß√£o.* Hanna Arendt. A maioria n√£o leu. A minoria que leu divide-se entre os c√≠nicos e os cientes do racismo da namorada do fil√≥sofo nazista.

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    1. Ricardo Knudsen

      Lembre-se de q o colunista tem a mesma opinião, defende a existência de clubes racistas, nos quais não vê nenhum mal e afirma ser questão de liberdade individual. Os cínicos dizem q não há racismo na opinião do colunista.

  11. márcia corrêa

    Quanto ao bullyng que as crianças negras sofreriam e sofreram, ela tinha toda razão! E isso não quer dizer absolutamente que ela apoiasse a segregação nas escolas né?!

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