Hélio Schwartsman > Envelheceu mal Voltar
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O problema central é pensarem que não podem enfrentar nem mesmo uma golpe de estado, acham que pode tentar. Depois do sucesso da extrema direita os freios e contrapesos serão abolidos. Ingenuidade extrema dos realmente democráticos. E tem leis caducas, como a permissão de milÃcias, isso era pra defender das tentativas de retomada feitas pela Inglaterra após a independência. Não foi criado para armar gente sem noção.
Ao ler : "A democracia americana tem um problema. " , na verdade , vários problemas em matéria de eleições e não querem mudar . Os 50 estados e o Distrito de Colúmbia tem legilsações eleitorais próprias e torna um sério problema para conseguirem unificar esta legislação , onde apenas dois estados interpretam a vontade de seus eleitores como o Mayne e Nebraska, dividem seus membros no Colégio Eleitoral de acordo dos votos dados .Já os demais, basta 1 voto para um partido conseguir todo os votos
Esqueceu de incluir nas causas gerrymandering, coisa que os republicanos são especialistas em fazer.
Falsa democracia, pois não condiz com ditadura em escravocracia mundial, sustentando os EUA financeiramente em alavancagem por Bretton Woods e comércio via petrodólar. Mas agora, as energias renováveis, advindas pela poluição devido o desenvolvimento norte-ocidental, estão selando não tão lentamente o fim do dólar.
O fato é que o ser humano, na média, é muito burro para escolher seu próprio caminho. Os grandes homens e mulheres são exceção nesse mundo cheio de gente estupida. Ainda assim, não encontramos modelo melhor que a democracia
A Democracia não é um regime de pessoas, notáveis ou medÃocres, mas um regime de regras e instituições. Regras podem ser mudadas e instituições reformadas...Ainda acredito mais em um regime de instituições, ainda que com imperfeições, do que em alguma aventura personalista.
O problema é quando a gente não sabe que faz parte da média.
Mmmmm... Ao lado dessa questão estrutural, caro Hélio, creio que os sobrinhos de Sam estão pagando o preço de sua ultracompetitividade e da primazia da acumulação de capital sobre os cidadãos. Esse péssimo lugar em que se encontra a democracia dos cabras é um tanto em função do decantado "American way", que engorda fortunas, cujos donos/beneficiários pretendem tomar conta do paÃs. Afinal, se eles fizeram tanta grana, devem ser bons, não? Arrã. O TrAmp, por ex, é um Amorzinho de Homi. Hahahahah!
Faltou escrever que o sistema eleitoral fortemente distrital acabou por incentivar mudanças na distribuição dos distritos estaduais, de modo a manter o controle pelo partido que já estava no poder local. Isso engessou de tal forma o quadro polÃtico, que praticamente impede que a maioria dos estados mude o candidato à presidência escolhido na eleição passada. Hoje em dia, cinco ou seis estados decidem a eleição, e os demais, não influem no resultado.
Oi, Thiago. Agradeço seu comentário, mas quero esclarecer que eu também sou a favor do voto distrital, porém, apenas para para o legislativo. O problema deles, me parece, é ter esticado demais a ideia, fazendo chegar até as eleições majoritárias.
Interessante análise. Eu sempre achei que devÃamos ir pelo caminho do distrito, para melhorar a proximidade das pessoas com seus representantes, mas realmente não há sistema perfeito.
Muito boa análise , dessecando o sistema polÃtico americano ...!
A devoção quase clubÃstica aos partidos é que me espanta. Mesmo um ex-presidente com o prestÃgio de um Theodore Roosevelt não conseguiu voltar quando, por não conseguir a indicação republicana, tentou se candidatar por um terceiro partido.
Verdade. Partidos são cartéis comandados por poderosos que decidem quem vence e quem perde. Nunca é o eleitor que decide, pois as opções disponÃveis já lhe foram postas. Não há renovação. E ainda tentam reforçar essa ideia de partidos por aqui. Não sei se é o melhor caminho.
Concordo Gilberto Rosa, os partidos que dominam o paÃs, um é seis e o outro meia dúzia. Em termos de polÃtica externa não muda nada.
Ah! Não? Se George W. não tivesse sido eleito, o Iraque não seria invadido. Trump é aliado de Putin. Só isso basta para mudar substancialmente a polÃtica externa.
Cara! Seus artigos tem dois tÃtulos. O tÃtulo de uma matéria deve ser fiel ao conteúdo. O primeiro é jornalismo anacrônico, e o segundo é sua opinião? Assim fica difÃcil num é?
E lá estão eles, entre tropeços, macarthismo, guerras injustificadas e justificadas, exageros, wokeÃsmo, paranóia e esquizofrenia. A maior nação do mundo, que dita regras, cria modismos e dirige as manadas de lá e de cá. Uma república, como disse Franklin, e uma nação muito maior do que o maluco que está no comando ou a soma de suas instituições. Temos muito a aprender no nosso paÃs de oligarcas, antes de entrar na fila para reclamar dos americanos.
Como disse o professor americano Michael Hudson, nos EUA só revolução para mudar o rumo, os ultra ricos dominaram todo sistema. Nos últimos 4 anos os 5 mais ricos mais que duplicaram a sua fortuna enquanto a maioria empobreceu. Entre os mais ricos está Musk e Zuckberg, que controlam as mÃdias sociais e a cabeça do americano médio. Não a toa os dois candidatos aprovam o genocÃdio em Is ra el, assim como Hélio, que por sinal também aprova Musk no seu ataque a soberania. Efeito ultra ricos.
Sim Benassi, desde a eliminação golpe Kenneddy e Bob, os Eua foram tomados por este poder militar financeiro, que com Reagan implantou o neoliberalismo.
Boto uma fé, caro Gilberto: há uma especial perversão, nascida faz algumas décadas, que tomou conta do sistema econômico e polÃtico dos EUA. Essa concentração de poder, transnacional, desses sujeitos aà da espalhará muita Herda mundo afora.
Alexandre, o que mata mesmo é Is ra el.
Inveja mata.
Não há duvida de que o sistema de colégio eleitoral americano é ruim e deveria mudar, mas cabe uma ressalva quanto a leitura de resultados passados das eleições. Como o voto nos EUA não é obrigatório, há pouco incentivo pra eleitores minoritários de estados não pêndulos votarem porque eles sabem que seu voto valerá nada. É difÃcil projetar qual seria o impacto da mudança. Como q diferença é pequena, eventualmente poderia mudar o resultado.
Nós estamos muito melhores!!kkkk
California é um exemplo. Estado mais populoso e de maior colégio eleitoral, é um estado que há muitas eleições só vota em presidentes democratas. Quantos eleitores lá simplesmente desistiram de votar por causa disso? Claro, o mesmo vale pra estados republicanos, mas o fato é que boa parte dos estados mais populosos são democratas. DifÃcil projetar qual seria o resultado da mudança
Pois é, Hélio. Estranhamente, o liberalismo americano é aquele que você frequentemente defende. Explique-se.
Pode não ser tarde demais para os EUA, mas é praticamente impossÃvel alterar o esdrúxulo e anacrônico colégio eleitoral pela via constitucional. Lembro de ler nas últimas eleições americanas sobre uma tentativa de contornar o problema por um acordo entre os Estados ou compact, como eles chamam, que passaria a atribuir os votos de cada um de forma proporcional no colégio eleitoral e não o vencedor leva tudo como é hoje; complicado, mas ao menos possÃvel.
USA tem eleições indiretas, o voto da população é desestimulado, os bolsonaristas não conhecem essa realidade, sorte deles, não conseguem entender nem mesmo as eleições brasileiras que são simples, pensam que democracia se faz com golpe militar.
Lá a apuração é uma bagunça . Aqui a apuração é séria , mas a bagunça está no eleitor que vota com aquele órgão abaixo da cintura e não com o cérebro .
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