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  1. Francisco Barbosa

    a ind√ļstria automobil√≠stica deveria ser taxada como a ind√ļstria dos cigarros, que o Senna tamb√©m promovia. Combust√≠veis f√≥sseis levar√£o a mais aquecimento e √† piora do colapso clim√°tico. Dito isso, a F1 n√£o pode ser considerada esporte, dado que √© uma vitrine das grandes montadoras e marcas do setor, um segmento que destr√≥i as condi√ß√Ķes de vida, e n√£o as potencializa, como os esportes cl√°ssicos. Admirar essa ind√ļstria nos anos 80 e 90 √© uma coisa, insistir no erro em pleno s√©c. XXI √© parvo√≠ce.

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  2. Vitor Heisenberg

    Estava na equipe errada, morreu de graça devido a um erro de projeto e falta de manutenção preditiva. Faltou conhecimento de manutenção de veículos.

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  3. An√≠sio Franco C√Ęmara

    Sorte teve quem viu o estrategista cerebral e não essa atual caricatura explícita, porém eu separava o piloto do biltre Piquet (mesmo no auge na F1, ele era mais pulha que divertido!), mas foi o melhor pupilo de um dos meus ídolos da F1: Lauda. Com Senna não teve jeito, em tudo que se associava à F1 ela era tratante, dentro e fora das pistas, como sujeito é difícil falar, era discreto, mas era tão direitona quanto Piquet e Fittipaldi. Não me arrependo. Não me deixei enganar. Ah! Gosto de F1!

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    1. An√≠sio Franco C√Ęmara

      "ele era tratante" e n√£o ela.

  4. Antonio Ivair Arrais

    Piquet foi mais piloto! Foi campeão com três motores diferentes, com aspirado e depois com turbo. Dos três campeonatos que ganhou, em dois ele não era o favorito. No terceiro em 1987, a Willians trabalhou pelo Mansel e mesmo assim ele ganhou. Sem falar na ultrapassagem humilhante dele sobre Senna no GP da Hungria em 86. Quanto a ele não ir ao funeral do Senna, ele só foi verdadeiro, não foi demagogo e hipócrita como o próprio Prost!

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  5. MARCELO BENATTI

    Basta lembrar que Proust foi ao funeral e Piquet n√£o!

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  6. Fernando Dolci

    A torcida contr√°ria como a sua, n√£o √© √ļnica, mesmo que por motivos diversos, a simpatia por um piloto cerebral (c√©rebro que aoodreceu) em detrimento de um p√© de chumbo era o q eu sentia, j√° imaginava que seria um risco √† sua pr√≥pria vida, e aconteceu, por motivos materiais, mas aconteceu. Eu n√£o torcia contra Senna, mas contra o mala que narrava as corridas, esse eu nunca engoli, n√£o tenho est√īmago para oos orgasmos dele.

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    1. An√≠sio Franco C√Ęmara

      Sorte tivemos quem viu um estrategista cerebral e não essa caricatura podre dos dias atuais, porém sempre separei o piloto do biltre Piquet (mesmo no auge na F1, ele era mais pulha que divertido!), mas foi o melhor pupilo de um dos meus ídolos da F1: Lauda. Com Senna não teve jeito, em tudo que se associava à F1 Senna era tratante, dentro e fora das pistas, como sujeito é difícil falar, era discreto, mas era tão direitona quanto Piquet e Fittipaldi. Não me arrependo. Não me deixei enganar.

  7. Gustavo von Kr√ľger

    Nunca aceitei essa dicotomia. Torcia para os dois. Alias, hoje é que o Politicamente Correto impede de aceitar que Piquet era tão genial quanto Senna. Quem acompanhou a F1, viu o Brasil ser campeao de metade dos campeonatos de 81 a 92. Viu respeitarem todo brasileiro que chegava à F1 como um futuro campeao. A propria rivalidade era sinal de respeito.

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  8. Marcelo Innecco

    Curti Senna com meu pai. Ele pedia sempre pra chamar pra ver as largadas. Domingos extremamente felizes. Não poder curtir dois amores foi o problema. E a raiz do problema o questionamento: gosta mais da mamãe ou do papai? Essa pergunta não deveria ser feita nem de brincadeira e arrebenta qualquer relação familiar, justamente porque a criança acaba tendo que sempre decidir por um amor. Tínhamos que ser ensinados cedo a sermos capazes de amar em diferentes níveis. Afinal, valeu cada momento.

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  9. PAULA FARIA

    Eu lia desde a inf√Ęncia. Certo dia peguei uma Veja empoeirada na sala de espera do consult√≥rio de dentista do meu av√ī com o Piquet nas p√°ginas amarelas. Ele dizia, entre outras asnei ras, que com vinte e cinco milh√Ķes de d√≥lares na conta era dif√≠cil uma mulher resistir. Senna nunca disse besteiras mis√≥ginas desse jaez. E ainda por cima √© recordista de vit√≥rias em M√īnaco at√© hoje. Quem n√£o o reconhece como √≠dolo √© despeitado.

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    1. PAULA FARIA

      Gustavo, vc precisa estudar mais a vida de Senna. A primeira namorada/esposa dele, que foi com ele para a Inglaterra, era do mesmo círculo social. Ele foi esnobado pela Xuxa, que aliás tinha brilho próprio. E teve a Galisteu, que de forma alguma o escandalizou.

    2. Gustavo von Kr√ľger

      Verdade: Senna nunca diria isso. Só praticava explicitamente. Ou vc acha que as namoradas que desfilava como um troféu eram desinteressadas? Mas isso nunca tirou o brilho nem de Senna nem de Piquet.

  10. alex carvalho

    Me arrependo profundamente!

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  11. José Roberto Pereira

    Meu sexto sentido n√£o falha, nunca gostei do Piquet. N√£o entendia direito as raz√Ķes, s√≥ n√£o ia com a cara. Com o tempo foram ficando n√≠tidos os motivos de minha antipatia: n√£o bastava ser apoiador e financiador (meio milh√£o) do Genocida Negacionista, ele tamb√©m decidiu virar motorista de Rolls Royce em com√≠cio ilegal no 7 de Setembro. Pra terminar a carreira, resolveu atuar como receptador e atravessador de joias e outros bens roubados pelo o Miliciano Golpista.

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  12. CLAUDIO MARIS NOGUEIRA

    Nunca imaginei ler os meus sentimentos transcritos no jornal, ressalvando somente que não era por competir com meu pai "Sennista" convicto. Caro companheiro de arrependimento, enfim não me sinto só. Outra ressalva, antes de Piquet (bem antes do Piquet político - argh!!!) torci também por Emerson desde o início de sua carreira...

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  13. André Zacchi

    Resumiu meu sentimento. Também achava o Piquet mais engenhoso, meio que não gostava do Senna. E chorávamos juntos, eu e meu pai, com o tema da vitória. Mas fui depois fui fã do Gymo. (Uma numeróloga sugere um nome campeão: Rubens Gymo Barrichelo. Obrigado pelo texto espirituoso e sensível.

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  14. neli faria

    Meu ídolo na Fórmula1:Emerson Fittipaldi. Excepcional corredor. Senna? Era o ídolo de minha defunta mãe, então viva! A gente via as corridas, juntas. Uma das corridas, não me lembro o que Senna fez, falei: esse moço vai morrer correndo. A mãe, com voz lamento disse:não fale isso,aspas cuitado,gosto tanto dele. Ela se foi em 31 de dezembro de 1991 ; eu estava vendo ,sozinha,a corrida fatal.Chorei como se fosse irmão. Gratidão por ter existido,por ter nos alegrado em vida.Descanse em Paz, Senna

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