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  1. Joao Antonio

    Esse veto o centrão e a extrema direta não derrubam. O Brasil precisa de um memorial assim.

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  2. Florentino Fernandes Junior

    Sai dessa manéla. A fila anda

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  3. Marcio Francisco Colombo

    Os efeitos desse esquecimento forçado e injustificável pode ser visto com plenitude na política de segurança pública do gov Tarcísio, que alavanca e organiza milícias no aparato de segurança de São Paulo . Só se combate a barbáries com memória e empenho social.

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  4. Anete Araujo Guedes

    O horror deve ser revisitado, palpado, constatado. Nos porões da ditadura os gritos pela degradação/devastação do ser humano não eram escutados. O gozo perverso em seu mais levado grau comandava os requintes de crueldade e desumanidade das torturas. Esse fetiche pelas fardas, fuzis, coturnos e violência faz com que clamem pelo retorno de um tempo sombrio e sangrento. Os civis seguem sob a tutela das forças armadas, que ameaçam, tramam e se colocam de prontidão para um possível retorno.

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  5. Marcos Benassi

    Prezadíssima dona Cláudia, pudemos ver, sentir e cheirar, em primeira mão, o que significa o esquecimento da barbárie, nesse quadriênio infeliz com o Bozo e os milicos no poder. Não tem cabimento esquecer. Espero que o Luloverno tenha um mínimo de espinha ereta pra confrontar institucionalmente este passado e mostrar à sociedade qual a consequência do Voto que ela deu contra o poder das armas sobre o país. Ainda não o fez, e está em débito.

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