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CAMILA AMARAL TAVARES
Eu não acredito no que li. Sera que o colunista defenderia um motel chamado Ausc*witz. Porque ali também havia prazeres... dos s@dicos e ass@ssinos
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Thiago dos Santos Molina
Freyre romantizou a miscigenação e não enfatizou que grande parte dos "mulatos" são frutos de violência sexual entre aquele q se dizia proprietário e suas propriedades que moravam na Senzala. Pelourinho, para quem não sabe, era um tronco em praça pública onde escravizados eram chicoteados. Que pessoas, na intimidade, queiram experimentar o BDSM, é um problema individual. Um Motel que vende essa experiência com nome de Pelourinho é datado e ofensivo.
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Ivan Linares -- Recife - PE
Pode chamar de "escravos", mesmo. Nunca foi uma palavra ofensiva. Parece que algum troncho insinuou que a palavra implicitaria que a pessoa optava pela escravidão. Mas "escravo" já significa "forçado a trabalhar sem remuneração CONTRA a sua vontade". Já, já, vão dizer que "morto" é ofensivo e que tem que chamar de "mortificado".
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Gabo Franca
Achismos do tipo "grande parte dos mulatos são frutos de violência sexual" me parecem mais preconceituosas - além de nada embasadas científicamente - do que o preconceito que dizem combater.
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Thiago dos Santos Molina
Vc abriria o Mo tel Ausch witz em frente a uma sina goga. Será que é só jogo de palavras? Sen zala foi um lugar de so fri mento num período que pes soas poderiam per tencer a outra. Pq o sofrimento dos meus ancestrais pode ser explorado comercialmente, ainda mais sabendo de toda a hiper se xualiza ção sobre a figura da mu la ta e dos "dotes" do homem ne gro?
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humberto cavalcanti
não romantizou. É má leitua ler achando que são frutos da escravidão. U motel apenas joga com as palavras perto da casa de Freyre. Moralismo seu. O nome não importa, se pelourinho ou não, não importa, não induz coisa nenhuma.
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Haymone Neto
Se fosse ao menos o SaHo motel...
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Noel Carvalho
É o processo civilizador, bárbaros!
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Alexandre Oliveira
Que texto confuso. Achou que teve uma brilhante ideia, mas acho que não passaria no Enem.
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Joana F P Batalha
Adorei!
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Sérgio Silva
O brasileiro nunca foi liberal . Sempre hipócrita ops, hipócrite. Inclusive os insuportáveis wokes de hoje em dia.
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Alexandre Pereira
Sensacional.
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Walter de Souza Silva
De fato, trata-se de mais uma brochada a que nos submetemos quando o "politicamente correto" invade a seara do privado. Com todo o respeito aos proprietários do Soho, mas para mim, nem em sonho (desculpem-me o trocadilho), esse motel seria uma opção...
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humberto cavalcanti
Após meu comentário abaixo, vi outros. O texto tocou num ponto, sim, vivemos tempos de retrocessos e de politicamente correto (do qual tenho asco) e o vulgo insiste em repetir que a obra de G Freyre é datada, etc, sinal que ou não leu nada de nada, diretamente, ou repete o que intelectualóides dizem em mesas de bar, e até na academia
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humberto cavalcanti
O tal motel apenas copiou o que muitos anos antes, na mais liberal e civilizada capital do país, Porto Alegre, havia outdoor de um motel em pleno bairro de classe média com desenhos e tudo e a frase Não trepe nas árvores, uma campanha ecológica do motel xxxxx. Um detalhe, em países realmente de população com menos tabus, não existem motéis, Alemanha , França, os nórdicos, etc Somos liberais pra inglês , em momentos de exceção, e por modismos.
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Ivan Bastos
Na minha cidade o motel tem nome de Santo. Mosag - Motel São Geraldo
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Hélio Barbosa
Se fosse São Gonçalo, o santo do balocobaco - dizem...
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lucio matos
Sou assinante a 40 anos da Folha e ao longo dos anos já li muita coisa ruim, mas sem dúvida esse texto superou todos na ruindade! Que coisa horrível!!
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joão moreira
Coisa horrivel é este comentario sem pé nem cabeça
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Bruno Medeiros
Leed chamativo, texto nem tanto. Não entendo o tesão de algumas pessoas em qualquer coisa que remeta à escravidão. Virtuosismo moral? Palavras dizem sobre as coisas: motel, hotel, restaurante, qual o gozo se tira na manutenção de um nome que remete a esse passado, sobretudo onde se mais sofreu? Entendo a relação com a obra de Freyre... é um clássico, mas datado, criticado e criticável. Dito isto, o novo nome, então, parece ainda pior. Gourmetizado, com certeza.
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Pedro Luis S C Rodrigues
Ótima coluna, se redimiu da semana passada
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Leonardo Trindade
E se perdeu uma referência super interessante ao apelido da casa do Roberto, as pessoas não vão mais poder fazer esse caminho de associação com a obra do autor.
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Ivan Linares -- Recife - PE
Na verdade, eu nunca percebi essa referência. Que pena que só fiquei sabendo depois da mudança de nome...!
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