UOL - O melhor conteúdo
Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Gilce Feres

    Suzana,você diz muito bem:A célula não se divide,temos o mesmo número de neurônios a vida toda; os neurônios velhos não são substituídos por neurônios novos; os circuitos cerebrais mantém sempre a mesma identidade. Mas se não somos capazes de criar novos neurônios,nao quer dizer que não sejamos capazes de criar novas vias, novos circuitos neuronais? Se for só como vc diz, em repetição contínua até a morte, sem lugar para novas vias de sinapses, não haveria criação, invenção, nem o otimismo

    Responda
  2. orlando gomes de freitas

    Particularmente , sou adorador da ciência, dos cientistas sérios que fazem dela sua vida, com descobertas maravilhosas como essa, que , no futuro breve, possibilitará o enfrentamento dessa doença que tanta tristeza traz as pessoas. A Inteligência artificial e suas descobertas por certo irão ajudar, vamos torcer para isso.

    Responda
  3. Celson Luiz

    na torcida para a IA e até mesmo elon musk trazer logo a cura dessas doenças degenerativas, acho que em 10 anos já vai ta resolvido

    Responda
  4. CARLOS ALBERTO CERETTA

    Como a ciência e o avanço no conhecimento são fascinantes.

    Responda
  5. marluz cesar mazepa

    Excelente .Esclarecedor, Obrigado

    Responda
  6. Gildázio Garcia

    Como o não saber nos torna simples analfabetos funcionais. Li o artigo como li "Deus um Delírio", de Dawkins, pela primeira vez, ou seja, não entendi quase nada.

    Responda
  7. Alexandre Marcos Pereira

    O que impressiona nessa peculiar realidade biológica é como ela reflete uma verdade mais ampla sobre a vida humana. Assim como nossos neurônios não são renovados, nosso caráter, nossas memórias e nossas experiências também se tornam parte de um conjunto permanente, cada vez mais solidificado com o tempo. Não podemos simplesmente nos reinventar do zero, substituindo partes obsoletas ou gastas de nossa psique por algo novo e fresco. Cada decisão, cada trauma, cada aprendizado se acumula.

    Responda
    1. Alexandre Marcos Pereira

      Caro Gildázio, nossa experiências cognitivas pretéritas se interconectam e constroem um mosaico que define quem somos. É curioso pensar que a rigidez dos neurônios, essa incapacidade de se renovarem, não é apenas uma limitação biológica, mas também o que acarreta a continuidade do ser. Talvez seja por isso que, com o passar dos anos, as pessoas se tornam versões mais intensificadas de si mesmas. Quem era teimoso na juventude se torna inflexível na velhice. Quem era sensível se torna ainda mais.

    2. Gildázio Garcia

      Isto quer dizer que os bolsominions vão continuar existindo e acumulando cada vez mais fake news?! Credincruiz trêis veiz! Diria a minha Vó, lá nas roças de Orizânia-MG.

  8. alex carvalho

    Texto simples e direito! Muito esclarecedor e perspicaz!

    Responda
  9. Vito Algirdas Sukys

    É interessante como o conceito de neurônio emergiu durante o século20; Jean-Gaël Barbara, dissertação de doutorado University of Paris-7, de uma pesquisa sobre o sistema nervoso, previamente direcionado à fibra neural; mostra que uma multiplicidade de tecnologias e novas estratégias experimentais, vindo de diversas disciplinas convergiram para constituir a neurofisiologia, como a ciência das células neurais e redes neurais.

    Responda