Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Luis Nunez

    É só não cometer crimes.

    Responda
  2. Gustavo Mendes

    Um amontoado de platitudes de nada sobre o nada, bem típico da elite acadêmica brasileira que em absolutamente nada contribui para um verdadeiro desenvolvimento deste país. É impressionante, eu nunca tinha lido nada dessa senhora, sequer sabia da sua existência, mas quando li a "bio" antes do texto, eu já sabia exatamente o que viria. A esquerda brasileira precisa se reinventar, modernizar-se, voltar à base, sair às ruas parar de chamar a todos de fascita.

    Responda
    1. Gustavo Mendes

      Carol José Padilha, certamente não será você que dirá o que eu devo ou não falar.

    2. Alexandre Marcos Pereira

      A letalidade policial é apenas a ponta de um iceberg de desumanização que começa muito antes do primeiro disparo, seja no olhar discriminatório, na abordagem violenta, ou na omissão das políticas públicas. É nesse cenário que o uso de câmeras nos uniformes policiais emerge como uma proposta de mínima decência e transparência. A tecnologia, que poderia ser aliada na busca por justiça, é bloqueada pelo mesmo sistema que lucra com a impunidade. Afinal, o olhar mecânico da câmera não mente.

    3. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Certamente não será você quem vai dizer o que a esquerda deve ou não fazer.

  3. Alexandre Marcos Pereira

    Enquanto o sol se esconde atrás dos arranha-céus de São Paulo, as sirenes ecoam pela cidade, não apenas como um som de alerta, mas como um prenúncio de tragédias cotidianas. A violência, seja pela bala ou pelo abandono, é uma realidade que permeia as ruas das periferias, onde o asfalto ainda quente guarda as histórias daqueles que foram esquecidos pelo Estado. O aumento das mortes pela polícia é reflexo de um sistema que vê corpos negros como alvos e não como vidas.

    Responda
    1. Alexandre Marcos Pereira

      Gustavo, grato pelo comentário. A letalidade policial é apenas a ponta de um iceberg de desumanização que começa muito antes do primeiro disparo, seja no olhar discriminatório, na abordagem violenta, ou na omissão das políticas públicas. É nesse cenário que o uso de câmeras nos uniformes policiais emerge como uma proposta de mínima decência e transparência. A tecnologia, que poderia ser aliada na busca por justiça, é bloqueada pelo mesmo sistema que lucra com a impunidade.

    2. Gustavo Mendes

      Melhor ler isso do que ser analfabeto, creio.

  4. Antonio Emanuel Melo dos Santos

    Esses identitários são oportunistas. Querem democracia atacando o direito universal para descolar vantagens. Querem atalhos sem lutar por melhores serviços públicos para todos. Não gostosa de democracia, mas de rifar o voto.

    Responda
  5. Luciano Napoleão de Souza

    Mais uma militante de redação, hipócrita e que se diz doutora. Fala em fortalecimento das instituições democráticas num país onde o consórcio Imprensa/STF/PT promove a censura e prisões arbitrárias contra pessoas indefesas.

    Responda
    1. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Cara, se continuar com essas alucinações corre o risco de ser internado compulsoriamente, o pessoal do miliciano carioca vai achar que é excesso de alguma droga pesada e que se trata de comportamento que revela incapacidade de decidir pela abstinência.

    2. Renato Letizia Garcia

      Prisões arbitrárias. Pessoas indefesas vírgula. Pessoas tresloucadas e guiadas por g@lpIsthas

    3. Renato Letizia Garcia

      É feito pelo pessoal

    4. Renato Letizia Garcia

      O verdadeiro consórcio e frito pelo pessoal q faz arminha com uma mão e sdgura a Bíblia com a outra !!!!

  6. Amarildo Caetano

    Os eleitos votam em candidaturas que se identificam com eles ,em sua maioria O problema é que há muitas pessoas perversas , portanto ,defendem que o cidadão ande armado ,a destruição do planeta ,a opressão aos descamisados ...

    Responda
    1. Amarildo Caetano

      Retificando: os eleitores....

  7. José Cardoso

    Por que os pernambucanos e baianos não votam em negros? Por que as paulistanas não votaram em grande número na Tabata ou Marina? Não confiam em si próprio(a)s e preferem ser governado(a)s por homens brancos? Essa é uma reflexão importante.

    Responda
    1. Rodrigo Cabral

      Lá vem o identitarismo. Votar na mulher só por ser mulher... Gay vota em gay.... Negro vota em negro... Besteira.

  8. Fabrício Schweitzer

    Meu desejo é que essa lucidez do voto atinja a classe média brasileira, principalmente.

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Fabrício, meu caro, eu tô fazendo das tripas frágeis, fortes: tô tentando manter-me por aqui, ativo, discutindo e fomentando reflexão. Eu sei que somos lidos por muita gente que não se manifesta, mas que é atingida não somente pelos articulistas, mas por aquilo que nós, "iguais", simples leitores, expressamos. E quem nos lê é justamente classe média, quem tem dinheiro e interesse suficiente pra pagar jornal. Tô de saco cheíssimo, mas com receio deixar essa faina. Creio que ainda tenho utilidade.

  9. Marcos Benassi

    Ah, minha cara dona Cida, esta é uma reflexão sutil demais para ter, nesse momento tão grosseiro, algum efeito. Sinto muitíssimo por minha perspectiva tão pouco esperançosa...

    Responda
    1. Fabrício Schweitzer

      Sim, perdemos a esperança e a disposição para a luta. O nosso silêncio é estarrecedor. Não consigo entender, Marcos!