Alexandra Moraes - Ombudsman > Com pressão demais ou de menos, manchetes soam descalibradas Voltar
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É prática que as manchetes da folha são tendenciosas, manipuladas e falsas, não são deslises que soam descalibrados. E há muito o ombudsman da folha não exerce a função de ombudsman, análises sem contundência, “em cima do muro e com panos quentes”.
Precisamos mudar esse sistema que eleva polÃticos, como Flávio Dino, ao Olimpo das carreiras jurÃdicas. Os mortais, esses pobres congressistas ainda atolados em emendas e conchavos, são vistos como uma compreensão quase pastoral. Dino, generoso, admite: entendo o lado de vocês. Claro que entende. Como não entender quem já rezou a missa inteira com os mesmos paramentos? Mas hoje - ah, hoje - ele é juiz. É juiz não tem lado, não tem história, não tem afeto, não tem memória: tem apenas Códigos.
Talvez seja pelo fato de que sendo a favor do aborto e de casais que não tenham filhos, talvez a folha tenha preferência em falar das mulheres que abortam ou daquelas divas que preferem não ter filhos do que se importar com aquelas ( na opinião do jornal) preferem ser atrasadas, conservadoras e tacanhas que preferem ter filhos, sendo assim problemas delas se não tem creches para por os filhos, o jornal tem preferências por pessoas que tem histórias de superação com cachorros.
São varias manchetes, todos os dias, com tÃtulos tendenciosos e manipulados, as vezes o conteúdo é mais objetivo, as vezes é horroroso, como por exemplo alguns artigos do Pondé. Seu artigo Ombusdman é pra justificar seu salário e dar a benção pra fsp continuar mediocre.
Este modus operandi de polemizar no tÃtulo da matéria, que não condiz muito com o texto me parece tão ultrapassado, jurássico mesmo. Mas o que esperar de quem quer colocar fogo no paÃs para salvaguardar seus interesses escusos? Nada né Folha!!
Alexandra, minha cara, a folha tornou-se um jornal implicante. Tem articulista implicantes "analistas" implicantes, gente chata em tudo que é canto. Particularmente, tem editores - que, suponho, têm plena otoridade pra alterar tÃtulos e torná-los adequadamente azedos - que "implicam"vregularmente em tÃtulos de textos que tem, via de regra, qualidade maior do que essas apresentações.
Audácia da Jenny …
Benassi é otimo, Jenny, acho que a chata aqui e outra pessoa...
Você é mais chato que todos os chatos juntos.
De fato, a manchete induzia a interpretações equivocadas. Lamentavelmente é o que se tem visto neste jornal a pretexto de isenção. Olvidam-se de que relativizar a verdade é diferente de ser isento.
Dino, deputado, senador, ministro, governador, coronel, general, chefe, presidente da república… já dizia João Grilo. Esse Brasil…
Excelente análise da jornalista Alexandra Moraes-Ombudsman da Folha. As manchetes do jornal não somente soam desequilibradas e sim tendenciosas.
A Ombudsman quer fingir que foi um deslize, quando é sistemático porque é a linha editorial do jornal. E a linha editorial não é só ser contra o Lula, é usar toda a estrutura do jornal para eleger um presidente do PL.
Há muito tempo, meses, anos, a FSP vem, através de inverdades, turbinando a extrema direita-radical no Brasil, levando a responsabilidade de uma discussão imparcial ao ralo de uma campanha polÃtica incabida. Ombudsman da FSP estava dormindo?
Boa avaliação, que serve para vários outros tÃtulos estranhos que chegam a soar tendenciosos. Sobre o tÃtulo da matéria das creches, vale também lembrar que não existe "zero anos"; o correto seria (...) de até tantos anos de idade.
A Folha não permite mais comentários com números, o que dificulta a contestação de informações falsas e impede que opinões embasadas em evidências cientÃficas sejam assim esclarecidas. Um retrocesso.
O consórcio de imprensa tem celebrizado a expressão "ataque à democracia,ataque ao STF, ataque à s instituições,ataque ao estado democrático de direito."Tudo é ataque.Porém, quando se lê o corpo da matéria percebe-se que são apenas crÃticas.E crÃticas podem ser amenas,contundentes ou até mesmo agressivas mas,num regime democrático, sempre serão apenas crÃticas.Já no caso do ministro,o verbo pressionar foi inadequado.O adequado seria:ameaçar.Ele ameaçou, assim como já havia ameaçado as Big Techs.
Dino não pressionou o Congresso; nem precisa. Metade do Congresso tem rabo preso no Supremo.
As manchetes da ff sempre foram extremamente tendenciosas, quando se trata dos contrários aos seus objetivos. A ff tem lado. Sabe que contribui enormemente para enaltecer uns e derrubar outros.
As crÃticas são oportunas, mas pouco incisivas ao tratar os problemas de titulação e de enquadramento como se fossem casos isolados. Já faz tempo que o padrão de titulação na Folha é o clickbait e que o padrão de enquadramento é o viés privatizante e antiestado. Além da falta de assertividade, o texto ainda se preocupa em aliviar a já débil pressão ao jornal afastando a intencionalidade na primeira parte ("escolha equivocada, "deslize") e generalizando a crÃtica na segunda.
Comentário perfeito, obrigado
Faz muitos meses que os tÃtulos das matérias da folha parecem click baits promovidos pelo gabinete do ódio. Não são "deslizes"; tornaram-se a polÃtica do jornal. A folha terminará muito chamuscada essa sua campanha de distorção da informação.
"Só espero o momento em que todos os reféns ou seus restos mortais sejam devolvidos pra que Trump faça cair fogo dos céus sobre as cabeças dos terroristas palestinos. Se houver efeitos colaterais, é do jogo da guerra. Quem apoia terrorista também precisa pagar um preço". Esse comentário defendendo abertamente o extermÃnio de um povo foi feito recentemente em um coluna, escrita por uma colonista recorrente da Folha.
Entendi. É que meia informação é igual a nada. Mas, obrigado.
Marcelo, sem querer ser indelicado, o comentário em questão está copiado e colado, sem edições, se procurar no Google vai encontrar a colunista e a coluna, daà vai confirmar que a censura passou o rodo geral, mas esse comentário passou incólume por ela.
Qual colunista?
Acho importante saber disso, pois assino a Falha para ler visões de mundo diferentes da minha, pra não ficar imerso em uma bolha, mas todo tem limite, se essa é a posição do jornal, meu limite terá sido alcançado, infelizmente.
Chegando ao ponto que gostaria de destacar, fico mais impressionado pois esse comentário ainda está lá, a Falha manteve esse tipo de comentário mesmo em uma coluna onde grande parte dos comentários foram censurados (pelo menos 90% não tão agressivos quanto esse). Desse modo seria interessante saber pq esse comentário é aceitável, mesmo defendendo o que defende, em detrimento de outros. Seria por refletir não só a posição da colonista, mas também a do jornal?
Fico espantado que a Folha dê espaço em colunas para pessoas que justificam o extermÃnio de um povo, considerando direito de um povo exterminar e/ou expulsar outro, mas nessa coluna especÃfica sofreu um show de censura nos comentários, até a própria colonista foi censurada, pois não se conteve e mostou ainda mais sua cara quando criticada (obviamente, não foi uma resposta ao comentário acima, que reafirma a posição da citada colonista).
Não é exagero nas manchetes . A Folha “endireitou” , no mau sentido da palavra .
O que está errado no paÃs é o salario do trabalhador. A constituição diz que o salario mÃnimo tem que ser suficiente para o trabalhador dar todo o conforto para uma famÃlia de 4 pessoas para que seus filhos cresçam fortes sadios e inteligentes sem precisar de auxÃlios. É obrigação do estado fornece educação e saúde de qualidade para todos. Creche faz parte da criação dos filhos e deveria ser obrigação dos pais. Para isso nós aprovamos na constituição o salario mÃnimo que está valendo R$6.641,00.
Exagera? Não, a Folha distorce!
Exagerou! Assim fica difÃcil! A ombudsman não se arrisca na critica direta e objetiva ao patrão. Assuma o cargo de ombudsman e faça seu trabalho. A palavra correta não é EXAGERA. O termo correto seria DISTORCE.
Flávio Dino é o homem que já ocupou todas as cadeiras disponÃveis do mobiliário republicano, mas agora senta em toga e ergue a mão com a solenidade de quem distribui indulgências. Não é mais um deles, os polÃticos, e sim um juiz. E, como juiz, fala do alto de uma pureza restaurada, como quem sai da sauna moral da magistratura perfumado de neutralidade. Há algo tocante nesse ritual de transubstanciação da vida pública brasileira. O sujeito amanhece senador, almoça como ministro e janta togado.
Correto são os dois juizecos do Bozo! Acorda gado!!!
Sra Alexandra, desculpe usar esse espaço desta forma mas nos assinantes da FSP não temos como reclamar da "moderação" feita em nossos comentários. Não entendemos os critérios, não recebemos um feedback de qual palavra não poderÃamos usar, textos similares um passa outro não. A impressão é que depende di viés ideológico de quem analisa. Nos ajude, por favor.
A guinada à direita é uma decepcionante noticia no mundo jornalÃstico. Com tÃtulos e muitas vezes matérias de cunho tendencioso fazem com que esse jornal, pelo tamanho de sua audiência, cause mais impacto positivo para a direita do que os similares assumidamente conservadores e até mesmo as publicações mais extremistas que q revista Oeste e o Jornal da Cidade Online. É triste! É lamentável, mas a FSP será o primeiro jornal a pagar caro por essa virada de chave.
Sr Franco não creio que tenha havido uma virada de chave para a direita, o jornalismo deve ser mais crÃtico com quem está no poder, e é o que ocorre com a FSP. O Sr. deve se lembrar de como o governo do Bolsonaro foi criticado, corretamente. É assim que o jornalismo independente deve se portar.
Não deve ser fácil agradar gregos e troianos.
Você sabe o que significa a frase Rabo Preso? O Dino e seus comparsas do PT sabem muito bem, até o Alcolumbre não escapa dessa "pressão".
Olha o Barnabé aà gente!
Os dois juizecos neopentecostais do Bozo recebem os aplausos só gado e do mercado.
Nós últimos meses venho percebendo ainda mais manchetes tendenciosas,buquê me faz sentir muita falta de um jornalismo imparcial, de fato.
Nesse comentário, onde se lê "buquê", LEIA-SE " o que".
*Onde se lê buquê, leia-se o que
Se a senhora observar não é de hoje que a Folha promove “manchetes” negativas e ameniza descaradamente a tentativa de golpe de estado
Acho que precisamos de um onbudsman da ombudsman, no estilo agencia de checagem do Xandão...
Me espanta a Folha, sendo um jornal do estado de São Paulo, simplesmente não realizar jornalismo no próprio estado. Um exemplo foi a paralisação de uma obra do governo estadual que estava atrasada há mais de 1 ano com 80% paga. Onde esteve a Folha neste 1 ano que não denunciou isto? Muito ocupada criando manchetes sobre o governo federal, claro, afinal trocar o Lula pelo TarcÃsio parece fazer parte da meta do jornal.
É justa porque a FSP recebe o capilé ,adiantado do estado de SP.
Infelizmente quem deveria ler e aplicar as avaliações da Ombudswoman do jornal- o diretor de redação e o CEO - talvez nem saibam que o cargo existe na empresa e nunca leram suas matérias.
Muito bom. O texto toca em pontos essenciais. "Pressionou" dá um aspecto de ilegitimidade que é justamente o que a atitude do ministro não tem. Viva Flávio Dino.
O problema das mÃdias de grande alcance na Brasil é de financiamento.Enquanto forem custeadas em grande parte por anunciantes das classes dominantes , terão que mostrar serviço para setores do Kapital retrógrados e a favor do estabilishment.O termo implicância que você usou Alexandra se aplica bem a esta Folha SP. TÃpico de setores de classe média é criticar por criticar .A FSP deixou há muito de atender aos leitores e fez escolha pelos anunciantes e assinantes corporativos.
Tem muito mais senhora ombudsman! E não adianta amenizar, claro que tem propósito e são intencionais estas manchetes! Folha sendo Folha desde sempre! Ou, para ser mais atual, Folha sendo Jeff Bezos!
Realmente. Manchete de jornal virou algo que, muitas vezes, não tem nada a ver com o texto da notÃcia. E tem gente que só passa o olho na manchete. Não lê o conteúdo. A manchete precisa espelhar o texto.
Quando se trata de notÃcias sobre o governo Lula, as manchetes via de regra , sempre superlativam aspectos negativos !
Exatamente isso, superlativam aspectos negativos do governo Lula e isso não é liberdade de imprensa, mas ódio rasteiro, cadê a dona ABI que jamais tenta brecar tal prática, embora seja uma de suas principais finalidades existenciais
a palavra é (sensacionalismo) barato
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