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Leandro Piva
Entendo que o pressuposto está errado. Não considero que exista democracia efetiva atualmente, porque o poder econômico é tão alto que na prática o Estado representa apenas alguns grupos poderosos. O povo em si tem pouca voz e voto. Na China ao menos o Estado é honesta e transparentemente totalitário.
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Marcos Benassi
Lucas, prezadíssimo, não entendi por que este seu raciocínio tão agudo não chegou à constatação de que o "tecnofeudalismo" é o vetor da difusão de um modelo mental que considera o Estado um vilão. Por exemplo, é facílimo encontrar a figura caricata do "pobre de direita", convicto de que as estruturas que o oprimem (sistema financeiro, privilégios de classe, hereditariedade de fortunas etc.) são justas e naturais. Ao invés de lutar por maior equidade, luta equinamente por seus opressores...
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Fabrício Schweitzer
Concordo com o seu raciocínio, Marcos, mas o Estado, há muito, tem se comportado como um vilão. Claro, a depender da direção, o Estado é ban di do. Outra consideração: muitas vezes nos esquecemos do Estado nos municípios, onde a vida realmente acontece, ou não acontece. Pra frente, Brasil!
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PAULO PETRASKI
Um ótimo artigo, que nos convoca não só a reflexão, mas também a pensar em atitudes concretas como forma de reação a onda extremista mundial. E graças a deus que, como diz a nota desse jornal no final do artigo, o mesmo não reflete a apinião desse Jornal. FSP só presta quando os artigos são pagos para serem publicados Já os que recebem do jornal para isso precisa estar alinhados, senão rua.
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José Cardoso
Há uma conversa entre monges e o Ivan Karamazov , no livro do Dostoiévski, em que se levanta a tese de que um dia o Estado deveria desaparecer, e a igreja ocupar seu lugar. O que ocorreu até agora foi o inverso: o Estado ocupou o campo da igreja. A caridade pública é hoje sua atribuição.
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roberto foz filho
Como falar em justiça social no país dos penduricalhos?
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Florentino Fernandes Junior
Quarto movimento: diminuir pra metade o numero de congressistas, em todos os niveis
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Florentino Fernandes Junior
Terceiro movimento: revogam se todas as boquitas
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Florentino Fernandes Junior
Segundo movimento: extinguem se todos os cargos de confiança e em conselhos de estatais
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Florentino Fernandes Junior
Açao: primeiro movimento, o judiciario capitaneado pelo stf abdicam de todo o luxo e privilegios
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Fabrício Schweitzer
Talvez a pergunta seja: o que fizeram com o Estado?
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CHARLES MARTINS
Saúde, Educação e Segurança pública. Suspeito que esses três vetores indicam a resposta à pergunta. No contexto atual, aliás, infelizmente a Segurança está em primeiro lugar.
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Rion Correia
Belo texto, explica bem o sentimento que se vê pelo mundo. Adicionaria que, a tecnologia como a temos hoje, fez com que as pessoas queiram respostas imediatas, mesmo que superficiais, a seus questionamentos e problemas. Esta velocidade da informação está na contramão da lentidão, que por boa razão, se assenta a democracia. Não vejo que nenhuma ação será rápida o suficiente para satisfazer este novo anseio cultural.
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