Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Alexandre Marcos Pereira

    Jarbas, grato pelo comentário. Eu tenho uma visão diferente. Os EUA, como qualquer potência hegemônica, não podem se dar ao luxo de permitir o surgimento de um rival geopolítico à sua altura. Se, no século vinte, o Reino Unido foi o preço a pagar para que Washington assumisse a primazia global, no século atual a União Europeia representa um desafio muito mais difuso e, por isso mesmo, mais perigoso. A fragmentação política do bloco é uma vantagem estratégica para os americanos, vide o Brexit.

    Responda
  2. José Cardoso

    Não acho que se deva levar esse trumpismo tão a sério. Em 2 anos essa moda pode desaparecer. É só perder feio nas midterms.

    Responda
  3. Ricardo Botto

    Quando o capitalismo balança eles substituem pelo facismo até às coisas se normalizarem.

    Responda
  4. jose prado

    Trump são quatro anos! O que ficara de Trump após quatro anos? Isso que é importante!

    Responda
  5. Alexandre Marcos Pereira

    No tabuleiro de xadrez das relações transatlânticas, há sempre um jogo de sombras por trás de cada movimento ostensivo. O discurso público que defende uma Europa soberana e forte muitas vezes esconde uma lógica de contenção e enfraquecimento. O apoio ao populismo, por exemplo, raramente tem como fim fortalecer a autonomia europeia; pelo contrário, ele frequentemente aprofunda divisões internas, erode consensos e incapacita a tomada de decisões estratégicas. Os EUA não quer uma Europa forte.

    Responda
    1. Jarbas Pelodan

      Alexandre, me parece mais q os EUA, no mundo atual, não tem mais a "musculatura" anterior, não para lidar sozinha contra China e Rússia, me parece mais uma estratégia de fortalecer os Europeus momentaneamente, para utiliza-los como fantoches, q o são desde o fim da 2º Guerra, e para ponta de lança em uma eventual Guerra. A Alemanha por exemplo, que seria a grande potencia militar Europeia, agora q parece acordar de um sono profundo e perceber que a culpa do passado ñ pode comprometer o futuro.

  6. Carlos Loureiro

    Teste

    Responda