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Onde a onça termina, o humano agoniza

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  1. Marcos Antônio

    É semelhante a caça indiscriminada aos tubarões que estão no topo da cadeia alimentar

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  2. Marcos Benassi

    Dona Yara, prezadíssima, a senhora veja nosso grau de fim-de-picada: a Yara tem que sair do rio para proteger onça; infelizmente, não é porque os botos estejam de boa, tão também em risco, mas agradeço sua disponibilidade. Outra "espécie" que se encontra no topo d uma cadeia, a cadeia da preservação, é o indígena, também sofrendo risco de extinção - Gilmarzão e sua negociação que o digam. O diga também nossa querida Txai Suruí, que todo sábado é alvo de desprezo aqui na folha, cheia de onceiros.

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  3. Sergio Guimaraes

    Parabéns Yara, pelo seu artigo e, principalmente, pelo seu trabalho frente a preservação da onça pintada na nossa degradada mata Atlântica. Alguns e algumas, heróis e heroínas, ainda nos colocam um pouco de esperança no que diz respeito ao meio ambiente no Brasil e nos seus mal tratados biomas.

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  4. Ivo Mutzenberg

    Parabéns, Yara Barros, pela matéria. Em Brasília, no entorno do Lago Paranoá, vivem capivaras em grandes manadas, que se multiplicam descontroladamente. São hospedeiras do carrapato. A onça-pintada de Guimarães Rosa já não se apresenta para controlar a população das capivaras que, assim, invadem o espaço urbano, porque o seu habitat também foi comprometido, mostrando o total desquilíbrio gerado pela intervenção do homem.

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    1. Marcos Benassi

      Não só a capivara "invade" espaços outrora dela, Ivo, mas também a onça. Indo de Campinas a São Paulo, numa certa manhã, fiquei preso num engarrafamento na Anhanguera, creio que antes de Jundiaí, causado pela aparição de uma onça. Não me lembro se ela havia sido atropelada ou se foi salva, mas saiu de algum matinho restante na região, completamente invadida pelos humanos. Depois, há quem não se preocupe com a próxima pandemia, já tá encomendada, a bicharada vai entregar.

  5. PAULO CURY

    Me lembrei de historias contadas por meu tio de encontro com onças na mata atlântica, perto de Caraguatatuba, nunca mais ouvi galar delas, uma pena, animal lindo e corajoso, que só caça para se alimentar, diferente de uma raça dita superior que caça por prazer, sempre a distancia e sem riscos, cobardes e medrosos..

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  6. PAULO CURY

    Difícil escrever na folha, não pode chamar a raça humana de covarde

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    1. Marcos Benassi

      Zorra, essa sençura é um descalabro, meu caro. Se largassem esse script solto no mato, tenho certeza de que nós ficaríamos felizes em sair atrás do bichinho e caçá-lo. Melhor, vou dizer por mim, ia fazê-lo feliz da vida. Sem arma de fogo ou zagaia, na tradição dos onceiros, mas com um taco de beisebol, pra bater de perto e com raiva.

  7. PAULO CURY

    Me lembrei de historias contadas por meu tio de encontro com onças na mata atlântica, perto de Caraguatatuba, nunca mais ouvi galar delas, uma pena, animal lindo e corajoso, que só caça para se alimentar, diferente de uma raça dita superior que mata por prazer, sempre a distancia e sem riscos, covardes e medrosos..

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