Alexandra Moraes - Ombudsman > Testes e acordos alargam espaço da IA nos jornais Voltar
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Gostaria de perguntar à Ombudsman: por que a coluna de Mônica Bergamo só publica matéria chapa-branca? Inacreditável também a quantidade de notÃcias favoráveis à esquerda.
A Ombudsman só publica assuntos que não interessam a nenhum leitor. Basta ver os comentários das colunas dela. A Folha está vendida para certos polÃticos e nem se importa mais em dar uma aura de isenção.
A ombudswoman diz que não é necessário informar ao leitor quando a IA é utilizada nas traduções. De fato não é necessário. A tradução é tão esdrúxula e mal feita que dá pra perceber sem o aviso.
Se escandalizar com a forma de treinamento da IA é passar procuração de desconhecimento sobre como a IA funciona. E que a FSP use maciçamente a IA para traduzir textos. O produto final ficará muito melhor do que eu usualmente leio por aqui.
Porque o painel do leitor so publica comentarios dos assinantres de esquerda?
A publicação do seu comentário o desmente. Ou, quem sabe, alvÃssaras, Florentino converteu-se?
Se a IA é o desdobramento de um conjunto de genialidades humanas, destacamos a frase do final do texto: (reconhece que falta à IA um elemento fundamental em qualquer Redação: escutar, de verdade, quem está do outro lado.) O sútil recado serve principalmente à Folha, que não se adapta às reclamações dos assinantes, por terem seus comentários desviados p moderação, q por vezes são censurados ao ñ serem publicados e sem apontar a razão ou o motivo!
Uma coisa é gerar textos completos com ia , dando poucos prompts e alguns dados de base. Outra é trabalhar junto com o modelo aprimorando um texto, ou seja coescrevendo. Faço isso há mais de um ano, como colunista do jornal Correio, em Salvador. E sempre informei aos leitores que o texto foi coescrito. Toda mudança tecnológica envolve o aprendizado de novas técnicas, para sair algo interessante tem que saber fazer os prompts e escolher os modelos apropriados. Com certeza já tem jornalista usando
É assunto importante, atual e necessário, mas é mais um domingo perdido sem análise crÃtica dos problema do jornal, função para a qual é paga. Hoje há denúncia de jornalistas sendo maltratados nas redes sociais. Respondi que pode ser uma articulação de direita visando melar o julgamento do 08/01 e do Bozo. Será publicado, sra.Alexandra? Acompanhar as censuras do jornal a leitores não-boiada é necessário.
Ninguém sofre massacre da esquerda. Esses colunistas citados recebem muitas crÃticas porque suas colunas são tiradas do diretório do PL, e a maioria não é filiado à quele partido, logo as crÃticas. Quem apoia Pondé, Lygia e Mariliz também são sempre os mesmos assinantes que sabemos receberem dinheiro do PL.
Ôôô, Florentino, qualé? Todos esses que você citou são provocadores contumazes; quem bota a Únda na janela, inda mais profissionalmente, assume levar passada de mão. Não fazê-lo, aliás, é de imensa covardia. Ficar reclamando então, é de bundolice das mais desprezÃveis.
Belezia vai olhar os comentarios la na mariliz e ver o massacre q ela sofre da esq , beleza? E da lygia , do ponde
A materia é oportuna mas passa ao largo da verdadeira questão que é a relação da grande midia tradicional com as mega empresas de tecnologia que, cada vez mais, mandam no mundo.
As chamadas big techs já dominam e orientam as mentes mal educadas e viciadas em redes sociais. Não é difÃcil adivinhar um futuro próximo, vide o que Trump e seu amigo amÃcÃssimo Musk estão aprontando.
Menos que a semelhança entre o conteúdo produzido por IA e por jornalistas, o experimento faz questionar qual o sentido de jornalistas seguirem escrevendo textos que, pelo padrão de repetição e previsibilidade, poderiam ser feitos pela máquina. O que falta à IA nem é a escuta - ela pode ser programada para processar respostas em formulários padronizados -, mas ceticismo. Diferente dos jornalistas, a máquina não desconfia e, por isso, não é confiável.
Olha, Alexandra, isso é libertador pra folha e esclarecedor pro leitor: entende-se então donde vêm os editoriais do jornal, hora bobinhos, hora francamente estúpidos, numa minoria das vezes bÃpedes: vêm d'algum robô reaça. Porque tem uns trecos inacreditáveis, que não se explica terem sido escritos por gentes, não, é coisa mais artificial do que "aroma idêntico ao natural". Só tenho a agradecer por esse seu artigo tão explicativo e relevante.
Ou tudo é questão de programação Pode-se programar a IA como os donos das mÃdias programam jornalistas que querem fazer carreira.As mÃdias são verdadeiros cartéis Todas tem a mesma postura anticomunista , a mesma postura contra os palestinos que chamam de terroristas , a mesma postura contra russia , china e irã .Chamam de verdade ou bom senso ,mas sob esta capa defendem o status quo e o império dominante.Defendem uma imparcialidade mas sempre se posicionam ao lado e para as elitesdomin
O experimento do jornal com 100% IA deve ter causado interesse nos donos de jornais sob o aspecto:Será que a IA vai ter o filtros e censuras contra pensamentos anti sistema .Será que a IA vai desnudar as desigualdades e injustiças sociais que as mÃdias tradicionais escondem .Será que a IA vai se posicionar ao lado dos setores populares que lutam por um mundo melhor ( coisa que as midias tradicionais não fazem pois apoiam e reforçam diariamente o staus quo)
"Escutar de verdade quem está do outro lado" Nunca vi nesta FSP alguém escutar o lado palestino , alguém escutar o lado dos paÃses que a FSP chama de ditaduras. As mÃdias tradicionais sempre foram feitas. por jornalistas "robos" no sentido que refletem o pensamento das elites .Propaganda anticomunista por um século,propaganda contra os inimigos do império americano diariamente.Propaganda vendiada como verdade , como bom senso ,como informaçao tecnica ( como quer o editorial de hoje da FSP)
Assinar tradução pelo IA é o mesmo que assinar matéria econômica com "Mercado". O Secretário de Redação argumentou bem.
bom dia, Ombudsman! meu bom amigo de portão! porto alegre-rs
Os jornais usam IA para tradução e os editores têm de corrigir algum erro. Isso é para economizar em funcionário que faça tradução? E um jornal só feito com textos de IA não terá leitores para opinar. Muitos que escrevem já não gostam de ser questionados, querem acabar com a seção de leitores que opinam. Se não houver retorno, o que adianta fazer jornalismo? Muitos criticam para levantar questões que podem não estar sendo percebidas ou ouvidas pelos envolvidos. Mas avaliar IA não leva a nada.
Há muito, as matérias deste jornal ignoram as normas de seu famoso e extinto Manual da Redação da Folha de S. Paulo. Se antes, os textos eram claros, concisos e elegantes, hoje, são caóticos e frequentemente anunciam algo no tÃtulo que não consta na matéria. Se escritos por repórteres apressados e sem a revisão dos superiores ou por AI, pouco se diferem ao leitor. Enquanto a mÃdia tradicional não perceber que seu escasso público quer textos verdadeiros, sua relevância continuará caindo.
A edição do jornal que de forma inaudita assume a defesa da famÃlia Bolsonaro é um fato que a senhora terá que comentar. Hoje, certamente é mais importante a sua opinião sobre o que a FSP publica nas suas matérias de capa sem auxÃlio de IA.
Enquanto isso, a Folha botou na praça a operação para salvar a pele dos golpistas e traidores da pátria, mas a ombudsman faz de conta que não percebeu - e, pior, colegas de redação, que registraram o golpe fracassado, estão sendo ameaçados pela mesma turma,as sequer têm a solidariedade do jornal e de seus profissionais.
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