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Devagar, quase parando

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  1. MARCOS FIDELIS DE CAMPOS CAMPOS

    Aí, grande Ruy. Agora você pegou pesado. Passei pelo mesmo perrengue para me livrar de tonelada dessas aqui em casa. Pensei em picotar tudo. Mas, deu dó. Mesmo assim, tive que fazê-lo. Agora está tudo nos equipamentos eletrônicos. Zero espaço.

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  2. Marcus Acquaviva

    Outra coleção sensacional é aquela da Time/Life, editada e publicada no Brasil pela José Olympio, em 1971, acho. Tenho dois volumes, "Os Planêtas" (com acento) e "O Universo", com texto do Carl Sagan. Comprei, reformei e leio ambos até hoje, porque passava tardes na biblioteca lendo-os em 1992/3. Só aquilo me agradava na escola.

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  3. Paulo Silva Barbosa

    Nenhum sebo que ofereci minhas enciclopédias Mirador com os Livros do Ano e da Delta-Larousse não aceitaram e dei para uma escola pública da periferia. Espero, que os alunos deste estabelecimento de ensino façam bom proveito.

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  4. Orasil coelho pina

    Lá em São João do Caiuá Pr, no colégio Visconde de Taunay, nos anos sessenta era um luxo quem tinha a Barsa, eu tinha a minha! OrasilCaiuá!

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  5. Thiago Cury Ribeiro da Silva

    Lá em casa tínhamos a Barsa

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  6. João Orlando Santos

    A Folha de São Paulo tem muitas páginas, mas infelizmente só tem uma coluna do Ruy Castro. Bom mas pelo menos tem um jornalista de altissímo nível, menos mal. Longa vida ao mestre. A FSP deveria criar uma lei que exigisse que todos os seus "colunistas" lessem Ruy Castro, com certeza iria melhorar e muito a qualidade da FSP.

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  7. Carla C Oliveira

    Eu sempre quis ter a enciclopédia britânica, mas cheguei ao ponto de poder comprá-la, já não era mais necessária. Uma pena.

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  8. Marcos Benassi

    Xiiiiii, Ruy, mau sinal: se o Monteiro Lobato adulto tá sobrando em sebo, o pessoal não tá abandonando somente o papel, mas também o célebro. Podemos aproveitar o contexto e fazer uma campanha, mandando os lobatos todos lá pro Amapá: gente, ele defendia o "drill, babe, drill", prestigiem. Bem, posso estar falando bobagem, vai ver que é em Brasília que querem furar o Amapá, e o pessoal de lá não quer. Os sebos que dêem uma estudadinha no mercado e tomem a decisão.

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  9. Guilherme Menezes

    Ler esta coluna é um prazer, um dos poucos que este jornal ainda oferece. Longa vida ao Ruy!

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  10. Antonio Carlos Vianna Braga

    Em compensação os Great Books parecem bem valorizados ainda, mas gostei da dica do Monteiro Lobato adulto.

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  11. Clovis Castello Miguel

    A Enciclopesia Britânica com seus livros encapados a couro café com leite , folhas ácido -free e conteúdos inquestionáveis ,( os autores eram os mais destacados estudiosos em cada tema ou verbete ) pagava 10 libras por erro apontado pelo leitor . Hoje são recusadas em bibliotecas pois estariam desatualizadas . Em contra partida , foram consagradas as redes de redes de ódio com seus contidos fakes e não questionáveis . Motivo de pesar não é Ruy ? - retrocedemos

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  12. José Cardoso

    Só reciclando em fábrica de papel. Porque este, apesar dos HD's, DVD's e pen drives (além da "nuvem"), nunca saiu de moda.

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  13. jose camargo

    Hoje, tá tudo na "nuvem". Mas que nuvem é essa,perguntaria Dilma Rousseff. Há muitas coisas que marcaram época. O cinema explora pouco essa temática. Se as diligências inspiraram um grande filme,por que não as enciclopédias?

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    1. marilza abrahão

      Aproveitou o comentário para alfinetar um desafeto… o mente pequena!

  14. SWITLANA NOWIKOW

    Dica pra quem quer doar obras preciosas: CUFA - Central Única das Favelas, sempre fazem bom uso. Outra boa ideia que se perdeu eram as instalações de estantes com livros grátis nas estações de metrô, circulação garantida..

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    1. José Bueno

      Obrigado, Nowikow! Vamos trocar dicas como estas.

  15. José Bueno

    De Seleções e Tesouro da Juventude até a Enciclopédia Barsa fui conseguindo distribuir a pessoas que ainda liam textos impressos. Não consegui ainda me desfazer da Enciclopédia Abril, cujos verbetes foram escritos por importantes pesquisadores das diversas áreas de conhecimento e com ilustrações preciosas. As coleções de livros não passam mais de geração para geração. As coleções de livros impressos dos filhos ficam na casa dos pais porque estão agora a um toque de suas telas. Estão certos.

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    1. José Bueno

      Comi ocorreu com a invenção da escrita, estamos vendo que as novas formas de comunicação poderão estar agora gerando inusitados modos de pensar, de comunicação entre as pessoas e de organização social. É a vida.

  16. ANIBAL CARRION

    Hj a inteligência artificial cria até humanos fake para contendas sexuais e resumem textos pra crianças na linguagem nada neutra. A direita da tal família ama!

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  17. ADONAY ANTHONY EVANS

    Acho que é possível recuperar parte do encanto das grandes enciclopédias. Em alguns pontos até supera-las Existem hoje projetores Led, por menos de hum conto de reis com eu fi ou bluetooth ao celular, que projetam na parede telas de 150 polegadas. Dá quase prá entrar na página da Enciclopédia e perguntar como Stanley próximo das nascentes do Nilo Azul; Doctor Livingston, I presume?

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  18. Galdino Formiga

    Livros, revistas, jornais em papel estão todos no fim.

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  19. Hernandez Piras

    De fato, eram mesmo lindas: Historama, Mirador, Larousse! Para um leitor, era algo que atraía como um ímã. Sou apegado ao livro de papel e não encontro o mesmo prazer em ler um e-book. Mas haja espaço nas estantes! Neste mundo de apartamentos pequeninos, as bibliotecas de papel já não são lá muito práticas.

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  20. Carlos Eduardo Cunha

    É saudoso se lembrar desta época nas agora a informação é multimídia :texto, fotos e imagem , atualizada frequentemente e disponível on line. Mudou para melhor.

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  21. Wilson Soares

    Conhecer, e mais tarde, Nova Conhecer. Como Funciona, e a inesquecível Enciclopédia Disney, todas da editora Abril. Ainda as tenho, impecáveis, protegidas. Conheci muitos mundos através delas. E o melhor, nenhuma tinha "fake-alguma-coisa". Imagino os homens e mulheres que passaram anos se dedicando aos assuntos abordados. Era uma alegria quando meu pai trazia os fascículos toda semana. Boas memórias, Seu Ruy, boas memórias. Hoje em dia isso é tão raro...

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    1. Wilson Soares

      Fico feliz pelo senhor, caro Marcus. Estas enciclopédias foram um tapete vermelho estendido para que gerações de adolescentes escolhessem profissões que na época nem sabiam que existiam. E parabéns aos seus pais, que souberam enxergar a riqueza contida em simples páginas de papel.

    2. Marcus Acquaviva

      Ainda tenho a coleção da Mirador completa. Minha mãe tem o Tesouro da Juventude. Mas meu item favorito de enciclopédias é um volume da Barsa, que abrange, acho, "Elemento químico - Estrela". Graças a ele, passei a amar astronomia e química e aprendi que Estônia é um país.

  22. Marcelo ROSSI

    Efeito internet

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  23. Marcelo ROSSI

    Me lembro que ia na biblioteca da minha cidade para pesquisar ou mesmo só para leitura da BARSA e a MIRADOR.

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    1. Galdino Formiga

      Livros, revistas, jornais todos estão no fim, infelizmente.

    2. Paulo Lima

      Ainda dizem que o livro de papel não desaparecerá. Tenho dúvidas . Eu não gosto, mas tem muita gente aderindo.

  24. Paulo Edson Mazzei

    Sumiram, ficaram desatualizadas, etc. É uma pena, o povo fica cada dia mais emburrecido... Os mais sazonados devem se lembrar da famosa Coleção Saraiva, com centenas e volumes, de todo tipo de obra. Eu tinha até o numero 240 doei para a Biblioteca Publica local, aqui no inferior de SP. Espero que façam bom uso...

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  25. Hermes Yaly

    A enciclopédia que mora no meu coração é a Delta Júnior, a primeira e a mais querida embora, mais tarde, viessem outras. Doze volumes em capa vermelha, vendidas de porta em porta e pagas a prestações. Na época eu não sabia mas os editores brasileiros eram de ascendência judaica e a própria enciclopédia era, na origem, uma obra para a etnia. Isso explica porque os artistas de cinema retratados não eram Clark Gable ou Gary Cooper mas Danny Kaye, Paul Muni, etc.

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  26. Antonio Pimentel Pereira

    O envelhecimento da população, a baixa natalidade e falta de sensibilidade dos nossos governantes na preservação das bibliotecas públicas são outros fatores que fizeram esse patrimônio ir se perdendo, não temos articulação governamental alguma pra combater esse descaso

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  27. NACIB HETTI

    Eu dei sorte e consegui doar minha enciclopédia para o filho da arrumadeira. Ela levou em cinco semanas; quatro volumes por semana. Como não guardo livro já lido a prateleira continua vazia.

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  28. Marcelo Ribeiro

    Talvez pelo tamanho diminuto, uma astuta sobrevivente da Era das Leitura é a revista Seleções de Redear's Digest, que desde priscas era traz uma, evidente, seleções de textos para quem ainda se aventura na palavra escrita no papel. A Barsa era o Google da época, quem hoje de cabelos brancos, ou sem nenhum, não fez pesquisa escolar na Barsa ou na Britannica?

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    1. FERNANDO SCAVONE

      Lembrei de um "causo" que me contaram em que um aluno pegou o último volume da Barsa para preparar um trabalho de escola sobre Os Zebreus.

    2. Marcus Acquaviva

      Da Reader's Digest tenho aquela "A História do Mundo". Presente da minha vó. Quem viu, quis comprar. Vai comigo para o além-túmulo.

    3. Hermes Yaly

      Inesquecível, a Seleções! Dependendo do assunto, havia um pequeno quadro relacionando-o com o Brasil. Por exemplo, se o texto era sobre a magnífica Biblioteca do Congresso dos EUA, a maior do mundo, o quadro dizia que ela tinha um escritório no Rio de Janeiro e comprava toda obra lançada no país, exceto didáticos, além de um acervo com todos os autores brasileiros de alguma relevância. Ao ler isso, pensei: "Que legal! Devem ter a coleção completa de Monteiro Lobato!", tesouro para a criançada.

    4. Paulo Edson Mazzei

      Sim, as Seleções de Redear's Digest eram excelentes! Ainda tenho alguns volumes, obras marcantes! O resto da biblioteca doei para a Biblioteca Publica aqui da cidade, interior de SP. Só deixei alguns outros que pretendo reler, começando com o excelente "O andarilho das Estrelas", de Jack London.

    5. Marcelo Ribeiro

      "das Leitura" é a pressa em encaminhar o comentário para ficar mais tempo sem fazer nada...

  29. Márcia Shimae Tokashima Nishiye

    Livro, revista, jornal, internet escrita são coisas do passado: pessoas só ouvem, se é que escutam.

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  30. Raymundo de Lima Lima

    Excelente crônica. Mas me deixou triste. Muita informação d intenet vale zero d assimilação d conteúdo. Muita informação não quer dizer conhecimento. Claro, biblioteca ocupa muito espaço e pesa muito, tanto é q alguns apartamentos antigos com milhares d livros corriam risco d acidentes. Soube q nem bibliotecas públicas, e d universidades aceitam enciclopédias e até livros clássicos. Novas gerações d alunos não lê livros físicos ou eletrônicos; bom para extrema-direita chucra.

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  31. marcos fernando dauner

    novamente vitima da çenssura da fsp .

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    1. Galdino Formiga

      Escreva em qualquer Responda que, às vezes, aceita.

  32. Marcus Acquaviva

    Livros, em breve, serão algo exótico e inusitado. Quando estou na sala dos professores das escolas em que leciono, sou o único que lê livros físicos - e falo isso como mera observação, não pretendo mesmo me gabar. Minha esposa é uma máquina de ler no kindle - eu não consigo ainda ler tanto no celular, mesmo com o fundo escuro.

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  33. Luiz Almeida

    Dor para uma biblioteca, difícil é uma aceitar.

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    1. Marcus Acquaviva

      Uma vez, peguei uma caixa e coloquei uns livros desses de bolso, que já tinha lido. Entrei no onibus, pedi autorização ao motorista para deixar lá. E deixei.

    2. Paulo Edson Mazzei

      Verdade! Liguei para a Biblioteca Publica de minha cidade e puseram as maiores dificuldades para aceitar e retirar. Não poderia levar pois não dirijo mais. Precisei colocar uma reclamação no sistema on-line da Prefeitura, para conseguir doar... o povo está cada vez mais emburrecido...