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  1. CARLOS SERGIO MARZOLA

    Vai século entra século e tudo se repete!

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  2. Nelson Maria de França

    Há filmes que descrevem o criminoso como uma pessoa amável, que cuida da família e transmite uma humanidade de causar emoção. Mas fale news só é válida quando afeta o meu candidato predileto.

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  3. Henry Galbiatti

    Em resumo, sem policiamento, deixa roubar e matar e depois se acha o culpado. Raciocínio bem inteligente.

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  4. Jair Pereira

    Que adianta investigar? Investiga, prende, chega na Delegacia o latrocida sai antes que a polícia. O primeiro juíz “ Nutella” solta o marginal alegando provas insuficientes. Ninguém acredita mais na justiça. Perdeu a moral, sem crédito, lamentável.

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  5. Felipe Souza

    É evidente que a polícia ostensiva, por si só, não impede que o crime aconteça - mas sim que mude de local. Houve um aumento de policiais no centro de SP e agora a zona oeste e zona sul veem um aumento expressivo de furtos e roubos, sobretudo em Pinheiros. Ou seja, os criminosos se deslocaram e a raiz do problema não foi resolvida. Por isso é necessário investir na polícia civil, para que haja investigação e desarticulação do crime, e também uma lei firme que não solte no dia seguinte.

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  6. Felipe Souza

    Debate fundamental! Houve um aumento do policiamento ostensivo no centro de São Paulo e os criminosos de furto e roubo se deslocaram para a zona oeste e zona sul, com um aumento expressivo em Pinheiros. Ou seja, o policiamento ostensivo, por si só, não resolve o problema. Por isso é preciso investir na Polícia Civil, para que haja investigação capaz de desarticular as quadrilhas, sobretudo os mandantes e os receptadores. Além, claro, de uma lei que não solte os presos na audiência de custódia.

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  7. FERNANDO JUNIOR

    É interessante observar alguns comentários, pois fica evidente a dificuldade em compreender o que foi debatido. Ninguém é contra o policiamento ostensivo nas ruas – a questão é que é preciso priorizar o trabalho investigativo, com a prisão de receptadores, laranjas de contas bancárias, fornecedores de armas e outros envolvidos. De que adianta a polícia correr atrás de assaltantes como um jogo de gato e rato, se os verdadeiros incentivadores dos crimes continuam lucrando com os roubos?

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  8. FERNANDO JUNIOR

    Discordo da nobre desembargadora que defende que o foco deva estar apenas na Polícia Militar, responsável pela atuação diária nas ruas. O essencial é desarticular as quadrilhas, incluindo receptadores e laranjas – o que exige trabalho investigativo. Sem essa estrutura de apoio, os criminosos perderiam o estímulo para roubar celulares (o crime mais recorrente), pois não haveria quem comprasse os aparelhos por R$ 100 a R$ 300 dos me li an tes para lucrar milhares às custas das vítimas.

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  9. jose camargo

    Especialistas e ongs tipo "Sou da paz: a população sabe de que lado vcs estão. E não é o lado do cidadão comum. Há tantas distorções e demagogia na fala desse pessoal que meu estômago revirou. Toda vez que a velha imprensa dá espaço para essa gente,ela presta um desserviço ao combate ao crime. E aí fica a dúvida: a imprensa tradicional está mesmo interessada em colaborar com a segurança pública? Parece que não.

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    1. LUTHERO MAYNARD

      Raciocínio raso e policialesco.

  10. Sam Duart

    Não seria mais lógico ter polícia na rua justamente pra impedir que os latrocínios aconteçam?

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    1. Felipe Souza

      Polícia na rua, por si só, não impede o crime. Já que os criminosos passar a praticá-los onde a polícia não está e é impossível ter polícia ostensiva em cada esquina.

    2. jose camargo

      Na opinião desses,desses...bem, é melhor deixar pra lá, prevenção e policiamento intensivo e ostensivo são excludentes,ou seja: não podem conviver juntos. É duro ter que ouvir uma baboseira dessas, né?

  11. Florentino Fernandes Junior

    Pro cidadao importa nao perder a vida, mas o especialista acha q isso é um detalhe, q espanto

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