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  1. Marcos Benassi

    Se não estou enganado, saiu da Unicamp a primeira doutora Mulher Trans do país. Eu não entro no mérito acadêmico, somente no que diz respeito à resistência bípede à estupidez generalizada na educação Paulista: é fundamental uma subversão como essa, exercitando a autonomia na fuça do Tarcizão do Cadáver e seu Fedido sectário deseducacional.

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  2. Luciano Napoleão de Souza

    Isto só faz gerar mais preconceito e violência.

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  3. Luciano Napoleão de Souza

    Já passou da hora de acabar com esta farra das faculdades públicas. Há muito virou um antro de lacração ideológica. Um sumidouro de dinheiro público. Privatização já!

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    1. Marcos Benassi

      Ah, tava sentindo sua falta, napô, achei que havias sido estatizado...

  4. Newton Zuppo

    Essa vitimização é ridícula e oportunista! Mais um exemplo de discriminação contra quem é branco, hetero e que estudou em escola particular. Coitado do povo brasileiro.

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    1. José Emanuel Santos

      Ridículo é o seu comentário. "discriminação contra quem é branco, hetero e que estudou em escola particular"? Tá de brincadeira! Coitado do povo? O povão frequenta escola particular? Se fosse ironia, teria alguma graça.

  5. Lucas Gomes

    As cotas deveriam existir para facilitar o acesso de pessoas que, em tese, teriam mais dificuldade de acesso às universidades públicas - e sou a favor deste tipo de política. Mas que diabos de dificuldade uma pessoa trans (pelo simples fato de ser trans) tem para ingressar numa universidade?

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  6. Paulo César de Oliveira

    A quantidade de vagas reservadas eh muito maior do que a proporção dessas pessoas na população.

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    1. José Emanuel Santos

      Qual a sua sugestão? Meia vaga para cursos com até 30 alunos?

  7. JA Oliv

    Grande decisão, enquanto isso, naquele país lá do norte, a maldade corre solta.

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  8. BRYAN ANDRADE AMORIM

    E que comecem as fraudes de cotas, como já acontece com os estudantes que propositadamente vão cursar o ensino médio em escola pública, mesmo cursando a vida toda em escola particular. A política de cotas no Brasil é ridícula, muito mal fiscalizada e acaba beneficiando as pessoas com mais malícia do que as que realmente mais precisam.

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    1. Marcos Benassi

      Bem, Bryan, se o aluno sustentar a mudança de gênero para ganhar uma vaga, ele está de acordo com o critério, não está fraudando nada. Que vista roupas adequadas, tome seus hormônios e saia bem formadinho. Depois, retoma o gênero de antes - evidentemente, somente no caso de não gostar da nova expressão de si no mundo. Vai que gosta e fica?