Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Alexandre Marcos Pereira

    Há algo de fascinante na fragilidade da tese do filme, algo que nos convida à reflexão mais profunda sobre a gênese da tirania. O fascismo, essa sombra perturbadora que insiste em rondar os corredores da história, não nasce apenas de uma infância problemática ou de uma mente atormentada. Reduzir tal fenômeno a elementos psicológicos ou a traumas familiares é subestimar perigosamente a complexidade do que move sociedades inteiras ao precipício autoritário. Corbet, porém, ousa dar uma explicação.

    Responda
  2. Joabe Souza

    Ainda não vi, parece uma boa dica. Mas, tratando do ambiente familiar/doméstico onde germina o fascimo, A Fita Branca, de Haneke, é imbatível.

    Responda
  3. Marina Gutierrez

    Quem sabe a próxima coluna do autor discorra sobre a infância de fascistas da atualidade, um do Oriente Médio e um ex e o atual na America do Norte...

    Responda
  4. Daniela Zappi

    personalidade medíocre, imprestável, histérica e preguiçosa ao poder... lembrei de um impronunciável.

    Responda
  5. Jesus Silvestre

    Q a humanidade aprenda a nao acreditar em salvador da patria . Na Crise economica aparece estes monstros.

    Responda
  6. Rodrigo Tupinambá Carvão

    ótimo

    Responda
  7. Celso Augusto Coccaro Filho

    Ponto pouco explorado é o efeito que a guerra (a Primeira) teve na formação dos jovens tiranos. Ambos sofreram fortemente os seus impactos, no corpo e na alma, e saíram dela frustrados, como também seus companheiros de milícias e partidos. A violência e a morte se impregnaram e normalizaram naquelas almas. Esta tese da psicopatia é tola ou superficial, e oposta à arguta tese de Hannah Arendt.

    Responda
  8. Gustavo Araujo

    Acasos felizes (ou infelizes) levam personalidades medíocres, imprestáveis, histéricas e preguiçosas ao poder muito mais do que gostaríamos. É Thomas Mann antecipando nossa realidade bozolística.

    Responda
  9. Hernandez Piras

    Assisti o filme. Não me impressionou. Óbvio, como diz o colunista, esquemático e desagradável. Hitler não era um demônio com poderes extraordinários. Como demonstrou Norbert Elias, os alemães estavam bem "preparados", por assim dizer, para o nazismo.

    Responda
  10. Joaquim Rosa

    Cinema é péssimo em explicar qualquer coisa. Mesmo porque a realidade nua e crua dos fatos é pouco atraente. Sem falar nos vieses sempre presentes.

    Responda