Deirdre Nansen McCloskey > Os lugares-comuns são perigosos Voltar
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Basicamente o artigo argumenta que "o meu lugar-comum é melhor que o seu". Hã-hã.
A tradução está horrÃvel!
Um paradoxo do liberalismo é existir a liberdade de concorrência. Porque ela é um desafio à própria sobrevivência de qualquer empresário, e eles buscam sempre proteção estatal, acordos entre si, divisão de territórios etc. Ela existe (quando existe), apesar dos empresários e de certo modo contra sua vontade. Por isso é importante a pressão dos consumidores contra restrições ao comércio internacional. Não é mera coincidência que um empresário como o Trump goste tanto de tarifas.
E possÃvel discutir algum assunto com alguém que parte da premissa que "a economia estatista hoje predomina no Brasil e nos Estados Unidos"?
a regra libertária é clara (e estúpida): se há estado, é comunismo
lugar comum é essa coluna inteirinha.. pelo menos a autora baba ovo de milei (e, pasmem, paulo guedes!) admite a existência de externalidades que o mercado nao resolve.. super básico é claro, se aprende em qualquer manual de introdução à microeconomia.. mas pra essa gente altamente ideologizada, já é um avanço
Non, non! Empresários só buscam lucros, muitos sugados do Estado, sempre penalizando a maior parte da população; essas prejudicadas por menores rendas, sejam pelas suas formações sociais ou meios de trabalhos, locais que residem, e atividades que exercem, entre tantos outros. A gerência governamental existe para corrigir isso via estatais, que suprem os desassistidos diversos com mÃnima transferência de dinheiro privado, pois além disso empresários compram polÃticos e alteram leis ou dão Golpe!
Externalidades como a poluição não têm de fato uma solução de mercado. Muitas vezes, é por poluir bastante que uma empresa vende barato. Este é, de fato, o exemplo de um fenômeno que só a intervenção estatal pode resolver. Acreditar no contrário é negar o problema. Por esta razão, muitos ultraliberais, como Milei, o negam.
Eu gosto do Liberalismo, mas como não sou adepto da crença, me incomoda este "deixar rolar" que seus adeptos entendem como essencial. Aà tratam a intervenção do Estado como necessariamente danosa, como se outros grupos poderosos como monopólios e a população não provocassem danos também na conta final. A China tem adotado um mix que tem dado certo por bastante tempo. Será que não é hora de abandonar essa polarização? O mix tem dado certo...
Talvez falte à Economia o que a Fisica incorporou há algum tempo com bastante sucesso - tratar o Tempo como uma dimensão a ser avaliada com muito cuidado. Tanto no estatismo como no liberalismo, em sentido contrário, há uma busca do 'estado da arte', uma ilusão, necessariamente fugaz. Há tempo de intervir, há tempo de 'deixar rolar' e a vigilância desta dimensão que tem produzido resultados notáveis.
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