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  1. Marina Gutierrez

    Estou torcendo para a derrota do Cuomo.

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  2. Felipe Vasconcelos

    Sobre o sete de outubro, o termo é neutro, "ataque". Sobre os civis, pinta-se com cores drásticas, "carnificina" e "matança indiscrminada".

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    1. Delzimar Irineu Silva

      O que você acha que acontece lá? Uma festa para palestinos? Só não liquidaram de vez o Hamas por que querem que alguns idiotas gatos pingados do Hamas continuem jogando mísseis , para que Israel consiga enfim exterminar de vez o povo palestinos, de fome, doenças ou destroçados por mísseis, tanto faz, melhor fariam entrando em guerra com o irã e acabar logo com a fonte de do dinheiro, mas para isso não tem culhão , não sem os americanos para apoiar.

  3. Josue Oliveira

    Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

  4. Fachineli C M

    Já parei no título enviesado e que denuncia desinformação. Falar em guerra Israel-Hamas, nessa altura do campeonato é demais.

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    1. Alexandre Tavares

      O Hamas faz um massacre e não quer uma guerra de volta?

  5. Fachineli C M

    Cara colunista, como chamar de guerra o que está acontecendo em Gaza? Ainda mais quanto a tal guerra também ocorre na Cisjordânia onde não há Hamas? Recomendo a leitura do livro do Professor da Colúmbia, Rashid Khalid, "Cem anos de guerra na Palestina (1917-2017)", a todos que queiram escrever sobre o assunto.

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  6. Alexandre Marcos Pereira

    Caminhemos juntos pela Broadway incandescente onde as manchetes rugem mais alto que as sirenes dos caminhões de lixo. Nova York sempre foi perita em transformar conflitos planetários em disputas de quarteirão: do Vietnã aos protestos antinucleares, a cidade despejou no asfalto suas angústias cósmicas. O ciclo repete-se, só que agora o tabuleiro geopolítico passa por Gaza antes de chegar à esquina da rua quarenta e dois. Os números contam a façanha: Cuomo tem mais que o dobro de preferência.

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  7. Franco Oliveira

    Lucia este tempo de se concentrar naquilo que é importante em politica já foi encerrado desde a primeira eleição de Trump. O negócio agora é criar uma pauta de maluquices que dividam as pessoas em grupos hostis e fiéis (maluquinhos) e aí lutar pelo voto dos moderados nos bastidores e através de interlocutores aparentemente sérios.

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  8. Marcos Benassi

    Ôôô, Dona Lúcia, mas seria ótimo ter um prefeito muçulmano em Noviórque, hein? Não creio que precise de muita coisa pra ser melhor do que o Cuomo, e, na atual maluquice, não seria mal um muçulmano como contraponto. Na última eleição presidencial, eu ficava rindo aqui por dentro, pensando se o "indiano" ganhasse, como seria ouvir o Presidente americano... Vivek Ramaswamy! Hahahahah, força, candidato, em frente!

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