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ROBERTO Leonardo de Araújo Lima Araújo Lima
Para esses criminosos tudo é válido, inclusive a monetização da barbárie. Como bem disse o professor, a atração pública pelo crime é antiga, a monetização é recente e me faz sentir que esse poço não tem fundo. Sobre a polícia civil, há alguns anos ela tem investido em agentes especializados e em tecnologia para tentar estar um passo à frente dos delinquentes. Sem nunca abandonar o auxílio do bom e velho amigo alcaguete, em muitos casos, o responsável pelo sucesso da investigação.
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Nilton Silva
E muito pouco se falou na imprensa da ação de inteligência policial que impediu o crime. Não vende jornal falar bem da polícia.
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José Cardoso
Poderia acrescentar o americano que matou pelas costas o diretor de uma empresa de seguros de saúde. Também é objeto de paixão de muitas mulheres, que escreveram cartas de amor para ele na prisão.
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Carlos Ernesto de Oliveira
Toda nova tecnologia é usada por espertos e loucos até que sobrevenha ( se é que para esta sobrevirá!) a regulamentação....
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Marcos Benassi
Eita, sêo Muniz, o senhor e seu colega Schwartzman tão bem combinados nesse domingo. Muito embora o Hélio tenha abordado o pensamento (ou a falta deste) ideológico limítrofe, que já não responde bem à realidade, parece-me que estamos diante de fenômenos, no mínimo, assemelhados. A "narrativa" do jovem pra justificar a barbárie, uma junção descabeçada de coisas desconexas (pr'ele, conectadíssimas!), compartilhada por muitos, não é tão diferente da oração a pneus que já vimos pelaí.
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Helio Cardoso
Amado mestre, quereis dizer então que, como a rede é mundial. o mundo acabou? Nessa linha podemos acrescentar que qualquer 'pré-adolescente menos doze' dá um show de 'hackeragem' na polícia. Tem moleque aí que, em três meses, ganhou mais dinheiro nas redes do que pai dele a vida inteira!
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Marcos Benassi
Ôôô, Hélio, pô, que pessimismo! Ainda não acabou, apenas está a caminho de acabar. Hahahahah! Esses moleques, criminosos, podem dar um golpe digital, mas também poderiam assaltar um banco - e, numa dessas, ganhar uma fortuna na base do analógico. Ou virar um "especulador" financeiro, e ganhar uma bala com o "roubo" legalizado.
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Denilson Fortunato
Em 1966 não havia redes sociais, então lá a culpa era dos correios???
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Vanderlei Vazelesk Ribeiro
Bem: já tinha rádio e principalmente na gringolândia televisão mostrando a crimes a destra e sinistra.
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Marcos Benassi
Denilson, prezado, o advento das redes digitais trouxe uma mudança qualitativa na interação das pessoas a distância, coisa que os Correios não fizeram. Nesse espaço virtual, gente que nunca se encontraria, que está fisicamente nos cafundós da distância, topam-se, reconhecem-se mutuamente e tem um nível de trocas interpessoais que deixa os Correios na idade da pedra. É isso que faz a diferença.
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Fernando Fleury cecchi
U Isso e um resumo do q.prega aquele "pastor" amigao do minto
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Jaime Souza
Tudo isso é pregado nas igrejas evangélicas todos os dias. Eles fazem isso porque ouvem os pais repetindo em casa o discurso de ódio. Apenas executam.
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Denilson Fortunato
Qual igreja você frequenta? em qual igreja por qual pastor você viu e ouviu tal pregação, porque sem citar nomes quem está espalhando o ódio é você.
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Dea maria Kowalski
A série Adolescência, que está na Netflix é exatamente sobre isso. Um adolescente que assassina uma colega com resquícios de crueldade. O ponto alto da trama é a psiquiatra que o examina, através, de perguntas. É assustador.
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márcia corrêa
Nooossa! E quem são os que pagam para assistir vídeos de crimes reais? São financiadores indiretos dos crimes, não? A polícia não vai investigá-los, puni-los também?
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Marcos Benassi
Márcia, prezada, embora bárbara, essa coisa do "crime real" é relativamente antiga: nos antanhos da internet, quando as coisas circulavam sem grande controle, porque a rede não tinha a popularidade de hoje, dei de cara com o que chamavam vídeos "Snuff", supostamente de "morte real". Um treco absolutamente perverso, mas que circulava - e, pelo visto, deve circular até hoje, sofisticado ao ponto da transmissão ao vivo. Coizorrível. [A sençura da phôia acabaria com isso: não dá nem pra discutir!]
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Carla Oliveira
Socorro!
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