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Jonas Nunes dos Santos
Sobre a estátua da primeira bailarina negra, estranho a afirmação da colunista de que é um lembrete de que todo talento prescinde [não precisa]de oportunidade para desabrochar. Como é defensora de cotas, que é oportunidade para talentos desabrocharem, a afirmação perde ainda mais sentido.
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Angelo Batista Goulart
Uma Rua possui Karma ( lei de causa e efeito atuante), Uma cidade possue Karma , Um Estado possue Karma , Um país possue Karma , O que é hoje há dita cidade maravilhosa ( Rio de janeiro) Organizações criminosas interagindo , com o Estado, Favelas enormes, corrupção desenfreada oficializada ! desvios e crimes de toda ordem impunes! Nessa pequena Africa , redescobriram o que quiseram esconder por décadas , o maior porto de comercialização de negros escravizados do planeta ( Cais do valongo) ,
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José Fernando Marques
Ana, bela matéria. Conheço o Rio, sou de lá, mas moro fora há muitos anos e ainda não fui ao Valongo nem à casa de Tia Ciata, sobre a qual já li bastante. De passagem: a certa altura você escreveu "prescinde", mas creio que queria dizer "precisa", não? Abraços.
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Eduardo Rocha
Entrem no sítio do IPN Instituto do Pretos Novos e agendem uma visita guiada à região. Os guias são professores voluntários e conhecem muito o tema. Há varios trajetos, que passam pela pequena África, cais do Valongo e outros pontos significativos da história do Rio de Janeiro, terminando na sede do IPN, onde encontraram o antigo cemitério dos escravizados e a pesquisa é realizada. É gratuita, mas no final passam o chapéu. Se acharam que valeu a pena, contribuam. Acho que vale.
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Marcos Benassi
Outra excelente dica, Eduardo. Mesmo não a aproveitando, agradeço a gentileza.
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Marcos Benassi
A casa da Tia Ciata! Que delícia, cara Ana, que pena que não vou mais ao Rio a trabalho - e, confesso, tá dificílimo de me entusiasmar a uma visita turística. Vou regularmente a Paraty - aliás, Paraty Mirim tem uma magnífica ruína de recebimento de escravos e outros negócios que ali se davam, mas tá largada às traças - mas ainda é muitíssimo longe. Mas que deu água na boca, deu. E é ponto fundamental de nossa alegria musical, em contraste com toda a tristeza da escravatura. Valeu a dica!
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