Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Jonas Nunes dos Santos

    Sobre a estátua da primeira bailarina negra, estranho a afirmação da colunista de que é um lembrete de que todo talento prescinde [não precisa]de oportunidade para desabrochar. Como é defensora de cotas, que é oportunidade para talentos desabrocharem, a afirmação perde ainda mais sentido.

    Responda
  2. Angelo Batista Goulart

    Uma Rua possui Karma ( lei de causa e efeito atuante), Uma cidade possue Karma , Um Estado possue Karma , Um país possue Karma , O que é hoje há dita cidade maravilhosa ( Rio de janeiro) Organizações criminosas interagindo , com o Estado, Favelas enormes, corrupção desenfreada oficializada ! desvios e crimes de toda ordem impunes! Nessa pequena Africa , redescobriram o que quiseram esconder por décadas , o maior porto de comercialização de negros escravizados do planeta ( Cais do valongo) ,

    Responda
  3. José Fernando Marques

    Ana, bela matéria. Conheço o Rio, sou de lá, mas moro fora há muitos anos e ainda não fui ao Valongo nem à casa de Tia Ciata, sobre a qual já li bastante. De passagem: a certa altura você escreveu "prescinde", mas creio que queria dizer "precisa", não? Abraços.

    Responda
  4. Eduardo Rocha

    Entrem no sítio do IPN Instituto do Pretos Novos e agendem uma visita guiada à região. Os guias são professores voluntários e conhecem muito o tema. Há varios trajetos, que passam pela pequena África, cais do Valongo e outros pontos significativos da história do Rio de Janeiro, terminando na sede do IPN, onde encontraram o antigo cemitério dos escravizados e a pesquisa é realizada. É gratuita, mas no final passam o chapéu. Se acharam que valeu a pena, contribuam. Acho que vale.

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Outra excelente dica, Eduardo. Mesmo não a aproveitando, agradeço a gentileza.

  5. Marcos Benassi

    A casa da Tia Ciata! Que delícia, cara Ana, que pena que não vou mais ao Rio a trabalho - e, confesso, tá dificílimo de me entusiasmar a uma visita turística. Vou regularmente a Paraty - aliás, Paraty Mirim tem uma magnífica ruína de recebimento de escravos e outros negócios que ali se davam, mas tá largada às traças - mas ainda é muitíssimo longe. Mas que deu água na boca, deu. E é ponto fundamental de nossa alegria musical, em contraste com toda a tristeza da escravatura. Valeu a dica!

    Responda