Alexandra Moraes - Ombudsman > Clicai e multiplicai-vos Voltar
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Falar sobre a Folha na cobertura da eleição do Papa, oras, a folha trocou Janio de Freitas, Duvivier, por Juliano Spyer e blog para evangélicos, a folha virou pentecostal.
feliz dia das mães
Porque será que ninguém comenta (mas aceita como normal ) que a eleição do papa seja em sigilo absoluto? Se um tribunal a portas fechadas deliberasse e depois só apresentasse o resultado , ( procedente ou improcedente o recurso)seria saudado com tanta alegria e confiança?
Considerando que se trata da escolha de um representante de uma religião, não existem motivos que causem preocupação. As falas de um Papa pouco influenciam a rotina, podem ser motivos de rodas de conversa, mas não possuem, hoje, os efeitos que causavam há alguns séculos atrás. A influência da igreja, seja ela qual for, caiu por terra. Preocupação deverÃamos ter com bancadas religiosas dentro da polÃtica que rege nossas vidas, por meios legais.
Não adianta perder tempo com isso. A Folha substituiu jornalistas por colunistas que são noventa porcento banqueiros ou filiados a PL, PP, Republicanos e Partido Novo. As páginas da Folha possuem menos jornalismo que redes sociais. O objetivo único do dono da Folha é tentar manipular a polÃtica para se beneficiar pessoalmente. A mesma coisa acontece em outros paÃses, onde banqueiros e donos de big-techs compram jornais centenários e transformam em panfletos.
Ótimo artigo, mas não é não nesse assunto que a imprensa enche o saco não! É Lula en qualquer assunto. Dora Kramer não sabe viver sem "e o PT" . Passo batido. Cansativo e rançoso.
Imaginem o sofrimento de nós,ateus, para ficar longe de tanta baboseira em cima de uma coisa que deixou de fazer sentido há muito tempo.
Especulação demais na maioria dos assuntos, infelizmente. Parece postagem de rede social em busca de engajamento...
Não me lembro de ver Prevost entre os "papáveis" preferidos pelos especialistas e convidados da GN. Erraram feio, só chutaram a ermo.
O tema é um desafio para a cobertura de informação, que sempre terá o viés do veÃculo que a reporta.
Estranho! Por que se proibir o uso de algarismos romanos se nossa lÃngua , como o italiano, tem origem no Latim? Nesse contexto é bom lembrar que aquele episódio da Torre de Babel relatado na Gênesis de Moisés é verdadeiro e as lÃnguas por isso tem algo em comum a partir do namoro de Adão e Eva. Há, portanto, muito ET CAETERA que temos de usar para sermos fiéis à genealogia do idioma pátrio. As origens do idioma mostram a sua qualidade e harmonia textual e genealógica. Sou escritor!
Ao ler o tÃtulo pensei que finalmente a ombudsman havia trocado o voo de galinha pelo voo de uma altaneira águia. Ledo engano.
Dizer que o papa é americano e forçar a barra. Apenas um comentarista da folha o considerou americano de nascimento e sim peruano. Suas atitudes e filosofia são de um latino americano.
Narrativa da esquerda. A vida do atual papa inclui os dois paÃses. Sim, ele é americano, também.
Ele é ambos. Cresceu e estudou e trabalhou lá, e depois viveu e trabalhou e adotou o Peru. Pode-se ser ambos. Mais complexo mas mais interessante e até útil para seu papel agora.
É que a maioria dos que trabalham nos meios de comunicação são ateus ou agnósticos, nem lembram se um dia estiveram numa missa que não fosse de 7 dia e alem disso são ditos progressistas e udenntitarios! Dakan di que não entebden! Acontece o mesmo qdo falam de evangélicos!
Concordo com observações dOmbudsman. Faltou: a tendência politizante dos meios d comunicação tanto p eleição como p o perfil do Papa 'politico'. Ora, e o lado espiritual da igreja, não conta na escolha? Sim. Outro pto: parece ser tema essencial, dominante d nosso tempo a demanda homoafetiva. Pode ser no Ocidente. As mÃdias trocam o essencial pelo ascessório, na contramão d distinção dAristóteles. Daà o bom senso d Leão 14 abrir seu 1.discurso chamando para Paz.
Errata: acessório.
Houve muita tietagem. A televisão, especialmente, transformou o processo de escolha do novo Papa em um show pop. As infinitas entrevistas de populares emocionados na Praça São Pedro foi um desfile de obviedades e se assemelharam às entrevistas que os canais de TV fazem com fãs à porta de hotéis quando hospedam grandes astros. É claro que surgiram também análises e informações interessantes, mas que ficaram obscurecidas pelo entusiasmo festivo.
Alexandra, veja o que o Papa Leão XIV afirmou em sua santa missa com os cardeais eleitores, indo ao encontro do que Sette-Câmara afirmou: "Ainda hoje não faltam contextos em que a fé cristã é considerada uma coisa absurda, para pessoas fracas e pouco inteligentes; contextos nos quais em vez dela se preferem outras seguranças, como a tecnologia, o dinheiro, o sucesso, o poder e o prazer". Não tenho religião, o que não me impede de prestar atenção ao que os doutos estão dizendo.
Falou-se muito também no "legado do Papa Francisco" e parava por aÃ. Essa generalidade nunca vinha acompanhada sequer de um mÃsero exemplo. Eu estou procurando o tal legado; até agora só platitudes.
Quando li o tÃtulo achei que ela estava falando da Lygia.
... na lama da especilacao e com informacso de menos! Na cobertura do 'Ha bemus Oapam ' da semana, a TVGLOBO ali se afogava, abraços de afogado, primeiro um reporter, depois outro comentador, depois outra , depois outro! Não sabiam a idade do Léon XIV, não sabiam das etapas dos rituais, reporters de Cotas, Mano! O bonener disfarcou bem durante 40 anos no JN, leitor de teleprompt,, brother! Meu, os cara é tudo queixo de vidro, nem faz fever de casa, nem pesquisa os assuntos, entra só com a cara
Não deu pra aguentar a verborragia da GN com repórteres repetindo a mesma lenga-lenga . Decidi-me pelo canal da Rai. Importunaram os ouvidos até durante a missa em latin, sem falar nas opiniões de qualquer passante ao redor. Haja saco. Bem que poderiam mostrar apenas as imagens e um obsequioso silêncio.
Muito bom. O mesmo problema podemos encontrar nos textos sobre a negritude, meio ambiente, guerras na Ucrânia e Gaza... MAM
Essa crÃtica serve a todos os temas tratados pelo jornal. O sensacionalismo caça cliques domina. Faltam jornalismo, análise e sÃntese. E faz tempo que é assim.
A cobertura do papa teve várias análises do Rodrigo Toniol, antropólogo da UFRJ.
Deixa o Papa em paz. Pare com isso.
Pelo tÃtulo da matéria parecia que a FSP estava fazendo um auto crÃtica via sua Ombudsman, mas o fez referente ao momento histórico que é morte de um papa e escolha de seu sucessor. Porém o artigo serve para esta empresa como um todo, mais jornalismo e menos especulações por favor.
esse jornal se tornou um folhetim obsoleto restaram poucos colunistas sérios, os melhores não se submeteram a rastejar na redação
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