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THYRSO DE CARVALHO JUNIOR
Comemorar pode ter muitos sentidos, como um dia de reflexão, por exemplo, como se faz com o Dia da Terra. No caso da Lei Áurea, além do dever de todos de conhecer a crueza da história, seria bem útil se se refletisse sobre a escravidão humana, independentemente de cor da pele, em todos os quadrantes, que ainda se vê hoje, e buscar formas de cuidar, curar, as pessoas dos estereótipos construídos socialmente. Estereótipos ativos e passivos, preconceitos e complexos.
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José Cardoso
Acho que deve-se sim comemorar. A passagem do cativeiro ao trabalho livre foi uma grande melhoria. O triste foi a demora. Mas há algum país nas Américas que possa se dizer um exemplo nessa área?
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Jonas Nunes dos Santos
"O 13 de maio é dia se festa?".(Ana Cristina Rosa - 12/5). "Festa" é expressão forte. Prefiro "comemoração crítica". Afinal, a pior libertação é melhor que a "melhor" escravização - se é que se pode imaginar escravização boa. Se a "libertação" criminalizou a posse da terra e a frequência escolar pelos negros, livres pudemos lutar contra essa criminalização infame. E hoje, conquistamos a Lei de Cotas na Educação e em concursos; e movimentos como o MST promovem acesso e posse de terras. É pouco,
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Paulo Roberto Taveira
A colunista parece ignorar documentos existentes no Senado do Império e ainda disponíveis, que mostram o empenho do Imperador e da Princesa Isabel em encaminhar os pretos libertos bem como egressos da guerra do Paraguai, para a vasta interlândia brasileira onde sobravam terras e q hoje constituem o centro- oeste agrícola. No entanto com o a deda república com o golpe de Deodoro, estes planos foram interrompidos , gerando as favelas e a miséria. Coisa da república, não do Brasil.
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Paulo Roberto Taveira
Advento da república
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José Eduardo de Oliveira
infelizmente o pós-abolição não foi diferente em lugar nenhum. cabe a todos, mas principalmente aos afrodescendentes, não cruzarem os braços e continuarem a luta pelos direitos adquiridos e conquistarem novos. nada de vitimismo e/ou passividade. e o pior é que, o trabalho escravo está aí enraizado, principalmente nos latifúndios e casas-grandes, como antes de 1888. e as senzalas ainda permanecem, assim como o racismo desveladamente.
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Anete Araujo Guedes
Negros que foram atirados ao relento, sem indenização, sem lugar para morar, sem terras, sem escolas, sem lenço e sem documentos. A Deus dará. Em muitas escolas, o relato dessa tragédia, além de não constar nos livros de história, não são debatidos nas salas de aula. Já era o sistema capitalista em pleno movimento para a implantação do abismo social.
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Jane Santos
Ainda tem.muita reparação a ser feita, mas já foi pior. Polí#ticas públicas precisam.ser mais efetivas.
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Dalmo de Souza Amorim Junior
Belo e justo o texto!
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