Alexandra Moraes - Ombudsman > Mais prudência não faria mal às reportagens sobre alimentação Voltar

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  1. ALEXANDRE MARTINI NETO

    De uma maneira geral, os artigos sobre assuntos de saúde da Folha são sempre rasos, desinformativos ou desnecessários. Ainda hoje li um artigo sobre os problemas de audição adquiridos com a idade que podia ser resumido em uma única frase: procure um médico! Quem precisa desse tipo de patacoada? Parabéns à ombudswoman por abordar erro tão gritante do jornal.

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  2. Célia Musilli

    Gostaria muito do comentário da Ombudsman sobre a reportagem carregada de preconceito e etarismo do tributo ao ator Francisco Cuoco publicada pela Folha de S. Paulo. O texto descreve o ator impiedosamente.

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  3. Marcos Andrade moraes

    Impecável! MAM

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  4. Renato Almeida

    Quero ver um comentário sobre o editorial do chefe falando contra a regulação das big techs, que fazem o que querem por aqui, desde alavancar anúncios falsos com golpes financeiros, até permitir que crianças tenham acesso a "desafios" mortais como o do desodorante.

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  5. Valter Luiz Peluque

    Excelente abordagem, que , apesar da sutileza, revela como a Folha vai conforme o interesse do mercado e não, de fato, da população. O mesmo que acontece nessas matérias sobre nutrição, acontece também totalmente na economia e na política. Mercadão lá em cima. Para quem vendeu a própria cara (capa) não se pode esperar diferente, mas o jornalismo com J maiúsculo só aparece nas frestas de vem em quando.

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  6. Fernando Alves

    Falta jornalismo para a Folha. As notícias são superficiais e sensacionalistas, os títulos são caça-clique, as colunas apelativas para insuflar certos grupos que tradicionalmente nem lêem jornais, mas são viciados em conteúdo que satisfaça o viés de confirmação, mesmo se falsos. O jornal desistiu de fazer jornalismo sério e virou um imitador de perfis apelativos de rede social. Choquei você lê de graça.

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  7. RAFAEL LUIS MACHADO DE SOUSA

    Excelente revisão! Parabéns

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  8. Valter Vicente

    Alcance 1 ano a mais de vida comendo 65.082 bananas!!!! Bizarro, né? Mas foi exatamente isso que a reportagem fez, se assemelhando aos anúncios de redes sociais que apresentam produtos milagrosos. Não sei dizer sobre a qualidade da pesquisa, mas me pareceu que a divulgação dos resultados foi absolutamente simplista, o que tornou o tema uma curiosidade de almanaque.

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  9. FRANCISCO FARIAS

    Sra. ombudsman, poderia informa por que a Folha censura o nome "Aristides", quando fazemos qualquer comentário que cite este nome?

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  10. ANTONIO CARLOS GERMANO GOMES

    Depois dessa aula espero melhor cuidado dos redatores da Folha em artigos que tratam de saúde.

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  11. Gabo Franca

    A ombudsman aborda a questão dos ultraprocessados - que são a base de uma verdadeira epidemia de má alimentação no Brasil e no mundo - de forma superficial e condescendente. Parece inclusive defender a sua indústria, quase tao nociva como a do tabaco, que lucra horrores com pessimos produtos. Segundo ela, a Folha erra ao noticiar "sem ponderação, outros estudos que ligam ultraprocessados a problemas de saúde". Cade a ombudsman da ombudsman? A essa, falta senso critico basico!

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  12. RICARDO HELLMUTH SCHRAPPE

    Lembro das capas de Veja. Em um mês o vilão era o ovo, no outro mês era o café. No semestre seguinte, o ovo virava herói, e logo depois era a vez do café dar a volta por cima. Agora, como já se disse aqui, falta profundidade às matérias. Do contrário ficam parecendo releases publicitários a serviço de alguém.

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  13. Eduardo de Vasconcellos

    Boa, Alexandra! Infelizmente, esta sua crítica se aplica a mais e mais matérias, assuntos e temas publicados pela Folha.

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  14. Silvio Moraes

    Concordando com a leitora que levanta a necessidade de profundidade nas matérias. O que mais vejo aqui é uma alteração no título e no conteúdo a repetição desavergonhada dos parágrafos das outras matérias semelhantes.

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  15. Ivan Bastos

    1) Deveria haver um comitê de ética para ver se o jornalista não ganhou propina dos entrevistados. 2) Em casos jurídicos, a reportagem sempre escuta supostos especialistas que em geral confirma a tese da reportagem. Onde fica o contraditório? 3) Nas universidades públicas estão os melhores e mais independentes especialistas sobre todos os assuntos, mas frequentemente escutam professores de faculdades particulares. Por que?

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  16. Mônica Casarin Fernandes Elsen

    Penso que a crítica da ombusdman aqui se preocupou mais em defender prudência que profundidade! Desculpa senhora Alessandra, mas penso que o foco está errado. As matérias, de um modo geral, precisam é serem mais aprofundadas! Mais detalhadas, com contextualização e crítica.

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  17. Paloma Fonseca

    Alexandra, eu fiquei enfronhada nesse assunto dos alimentos durante uns dois anos, a ponto de saber quais me causam intolerância alimentar (o leite de vaca é um deles), hoje em dia praticamente já nem leio mais sobre esse assunto, um pouco porque sei que há vieses e interesses em jogo. De bacana dos alimentos industriais, é a informação nutricional e a data de validade na embalagem; fora isso, o melhor é o "in natura", nas minhas compras dou preferência aos orgânicos.

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  18. Marcos Benassi

    [continuação2] Peço licença para uma extensão daquilo que está grande: a observação institucional-jornalística estende-se para outras questões, fora do escopo deste seu artigo crítico. Também não faria mal a prudência aplicada a política: hoje, em página2, a boa jornalista Catia Seabra, imprudentemente cai no "conto da fofoca", jogando fora um espaço nobre para repercutir assunto de Caras, ao invés de questões relevantes sobre viagem presidencial. Pode ser missão cumprida, mas é mau Jornalismo.

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  19. Marcos Correia

    Simplista e rasa a "conclusão" de que um determinado alimento "tira" minutos de vida saudável. Se fosse assim tão simples bastaria fazer uma compensação: "comi um biscoito recheado e perdi 18 minutos de vida, então vou comer dois peixes e ganhar 30. Problema resolvido". Exemplo típico das besteiras que são escritas quando o jornalista negligencia seu dever de pensar.

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    1. Marcos Benassi

      Poi Zé, caro xará; igualmente, de consultar ou receber orientação de seu editor, ou do editor de Ciência. Ou de, como bom jornalista, consultar seus colegas extremamente competentes na área específica, só por desencargo de consciência. Claro, é sempre necessário levar em conta as pressões do cotidiano de redação, que podem exigir um texto decente em duas horas, tarefa árdua e nem sempre factível.

  20. Marcos Benassi

    [continuação] o Marcelo Leite e o Reinaldo Lopes, que podem apoiar o jornalista desavisado nessa questão. A outra que você levanta, institucional-jornalística, é mais complexa: o que se pretende quando se vai até a indústria? O objetivo é esclarecimento sobre uma reportagem ou "o jornal ficar bem" com essa indústria também anunciante, uma força econômica, eventualmente parte do Círculo social da alta direção do jornal? A missão do jornalista pode ter sido cumprida: "fazer as pazes" com alguém.

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  21. Marcos Benassi

    Alexandra, minha cara, como uma pessoa com boa formação científica, irmão de duas engenheiras de alimentos, que a vida inteira ouviu essas discussões, tenho que concordar: é necessário critério para adequada a discussão da ciência no cotidiano. Vale pra comida e pra tudo o mais. Esse tipo de "continha" é ruim também quando se fala, p ex, de exercício: "cada caminhada dará mais 15minutos de vida saudável" é igualmente bizarro. Quanto a isso vocês têm dois excelentes jornalistas científicos aí

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  22. marilza abrahão

    A critica do jornal apenas revelou quão rasa a Folha se tornou em tds os assuntos que publica. Uma pena, mas o jornal deixou de ser uma referência há algum tempo. Uma pena mesmo!

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  23. Gabo Franca

    Não entendo a censura ao meu comentário, perfeitamente racional e educado. Essa censura automática da Folha é absurda, kafkiana, nada republicana

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    1. Marcos Benassi

      Caro Gabo, até sua reclamação é perfeitamente racional e educada: essa sençura é o fim da pppiicada, uma "pain in the ass", como diz a adequadíssima expressão na língua do Tio Sam - aliás, perdão, "no idioma": não é melhor botar língua no caso específico.

    2. Marcos Benassi

      Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.

  24. Cleomar Ribeiro

    ... a elite anonada inútil da Argentina e do Brasil operaram apoio na scensão nazis-fascis na Europa. Processo de captura do Estado, ditatura de Vargas e de Peron sao dictaduras gëmeas. E juntos operam a 'Quinta Coluna' no Brasil! Produtore de trigo na Argentina operam o agro no silêncio, no invisível! O agro brasileiro sustenta a' Quinta Coluna' no Brasil!!!..

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  25. Cleomar Ribeiro

    ... a massa era de polvilho ( A rataria-chef-cuisine chana de tapioca), botaram recheio e milho e o reporter chamou de 'Podrao'. Tudo que Minha família opera estas ratarias-brosdcssting menospreza, debocha! E assim, criaram a cadeia productiva e de consumo dontrigo, imoortam da Argentina. A rataria-agro da Argentina e do Brasil operam o sequestro e extinção da plantation de arroz no Brasil!.

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  26. Luiz Almeida

    Porque você permitiu que durante a internação hospitalar fake do bolsonaro, fosse publicada durante 21 dias a foto nojenta dele pelado ? Repetiram todo dia e você não fez nada. É por causa do contrato publicitário entre a folha e o PL ? Aquilo foi um jornalismo marrom

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    1. Marcos Andrade moraes

      Idiotia...MAM

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