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Marcos Andrade moraes
A moderação é ridícula. Levou + de 24 horas para divulgar e quando o faz joga todas as cópias. Ou muda ou acaba. O Estadão mudou. MAM
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Marcos Andrade moraes
Negros escravizaram, mataram e venderam negros ao longo de 2000 anos e, se bobear, ainda o fazem. Os que vieram pra América geraram descendentes; os que foram para as terras do Islã geraram carne pra hiena comer até enjoar. Muçulmanos escravizaram toda cor de pele; mataram 50 milhões de negros, capados até o talo, durante 1,3 mil anos. Em toda a América, índios laçavam índias e não raro comiam índios e índias e até brancos. Esse mimimi não leva a nada. MAM
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Marcos Andrade moraes
Negros escravizaram, mataram e venderam negros ao longo de 2000 anos e, se bobear, ainda o fazem. Os que vieram pra América geraram descendentes; os que foram para as terras do Islã geraram carne pra hiena comer até enjoar. Muçulmanos escravizaram toda cor de pele; mataram 50 milhões de negros, capados até o talo, durante 1,3 mil anos. Em toda a América, índios laçavam índias e não raro comiam índios e índias e até brancos. Esse mimimi não leva a nada. MAM
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Marcos Andrade moraes
Negros escravizaram, mataram e venderam negros ao longo de 2000 anos e, se bobear, ainda o fazem. Os que vieram pra América geraram descendentes; os que foram para as terras do Islã geraram carne pra hiena comer até enjoar. Muçulmanos escravizaram toda cor de pele; mataram 50 milhões de negros, capados até o talo, durante 1,3 mil anos. Em toda a América, índios laçavam índias e não raro comiam índios e índias e até brancos. Esse mimimi não leva a nada. MAM
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Marcos Andrade moraes
A questão não é negar a violência sexual, pois viemos dos macacos e esses botam pra quebrar. Aliás, em todo o mundo animal o pau quebra. E como já dizia Nelson Rodrigues: apenas as normais... A questão é utilizar uma pesquisa importante, para dar ênfase ao secundário, para aqui ser papo furado, que é o que ela sempre faz. MAM
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Marcos Andrade moraes
Nenhuma amostragem vai ser totalmente representativa, porque o Brasil é muito grande; mas acho que conseguimos uma boa cobertura, avalia Hünemeier. Logo, esta também não é. Áreas extensas foram deixadas de fora e, desconfio, um estudo completo aumentaria bastante a participação indígena na suruba brasileira. MAM
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NAHOMI HELENA DE SANTANA
Texto preciso, Ana, obrigada pela publicação. Falham nos comentários a crer que nos séculos passados filhos provinham apenas de casamento, ou que ocorriam casamentos interraciais. Premissas que padecem por olhar para o passado com uma perspectiva de hoje, e ainda por cima apegada a uma miscigenação romantizada. Uma pena, mas um dia de cada vez e sempre corroborada pela ciência.
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Claudio Gomes
Quanta barbaridade identitária. Quase todas as famílias brasileiras tem um pouco de DNA negro ou indígena. Os imigrantes que vieram ao Brasil nada tinham de elite, eram na sua maioria trabalhadores. Os homens vinham solteiros e as mulheres vinham casadas. Daí por óbvio os homens se miscigenavam mais do que as mulheres. Querer reduzir tudo a violência sexual é insultante para a grande maioria de nós.
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Luís Lopes
Se as mulheres vinham casadas, seus maridos ficavam na Europa?
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NAHOMI HELENA DE SANTANA
Insultante por quê? E de qual premissa ou fonte vem a ideia de trabalhadores não cometem violência sexual, que a vinda de homens solteiros e mulheres casadas influência isso? As pesquisas sobre filhos bastardos nas casas grandes é irrelevante?
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Florentino Fernandes Junior
Parece q a autora é contra casamentos interraciais
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Marcos Andrade moraes
Wilson, vc não falará de outros, pois não tem o que falar, visto que parou em Darcy. MAM
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Wilson Luiz Antonio
Sr. Marcos, Dados ou cubos mágicos o senhor pode encontrar até mesmo nas redes sociais, já que parece não ser muito fã de livros. Os dados são em sua maioria literários, de gente que estudou a formação do Brasil. Falei do Darcy Ribeiro, não falarei de outros porque o senhor não vai ler, mesmo.
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Marcos Andrade moraes
Wilson, vc é cínico. Só pedi dados, informação, nomes. MAM
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Wilson Luiz Antonio
Marcos, eu não posso colocar cultura na sua cabeça. As bibliotecas estão plenas de literatura sobre o assunto. Darcy Ribeiro é um dos autores, mas há outros. Se te interessar, pesquise.
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Marcos Andrade moraes
Prove, Wilson. MAM
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Wilson Luiz Antonio
Florentino, Não seria melhor você ler o texto? Além disso, existe vasta literatura sobre o tema. Na origem, a miscigenação brasileira nada tem a ver com casamento, e sim com est -upro. Informe-se.
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José Cardoso
As mulheres tendem a se sentir atraídas por homens em posições de riqueza e/ou poder. Assim como mulheres brancas podem hoje se ligar e ter filhos de jogadores de futebol negros, no passado mulheres negras viam os portugueses brancos como atraentes por sua riqueza e posição social. A violência está imbricada à sexualidade, mas esta é bem mais do que isso. Recomenda-se a leitura de Gilberto Freire.
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Luís Lopes
Seu texto foi removido porque infringe as regras de uso do site.
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Marcos Andrade moraes
Como se não bastasse a preguiça seletiva da moderação, agora temos que aturar sua aritmética seletiva. Escrevo meus textos em editor de textos, para verificar a qtd de toques e para grava-los. Deu 490; aqui deu mais de 500! MAM
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Marcos Andrade moraes
É conversa fiada dessa que se esmera em desinformar desde que escreveu: Escravidão' de Laurentino Gomes supera clichês sobre África, dizem pesquisadores Contribuição africana foi decisiva para a constituição da sociedade brasileira em diversas áreas 16.jul.2021 às 9h00 Basta perceber que Benassi gostou e aplaudiu. MAM
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Ricardo Ferreira
A articulista critica o "eurocentrismo" mas simplesmente esquece da importante contribuição indígena no DNA do brasileiro, tratando todos como "negros". Oras, o correto seria "não brancos", ou ela se sentiria bem ao ser retratada como indígena? E outra, a grande verdade é que a população brasileira em sua grande maioria tem DNA de povos de três continentes distintos, mas na realidade nem é europeu, nem africano e nem indígena. Somos tudo isso, e ao mesmo tempo nada disso, somos é brasileiros.
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Luciano Ferreira Gabriel
Infelizmente,o jornalismo no Brasil é militante e raso.Primeiro,esse resultado não é novo.Pioneiramente,foi Sérgio Pena (UFMG) que fez esse sequenciamento. Sim,a assimetria da composição genética peculiar revela acesso desigual à reprodução,mas não se pode concluir que necessariamente por meio de estupro, por motivos óbvios.A cada novo resultado requentado mais um narrativa sobre o homem branco e não sobre a colonização,a qual ocorreu também entre tribos africanas.É burrice em moto perpétuo.
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Marcos Benassi
[continuação] Ainda sem ler o estudo diretamente, apenas o artigo feito pelo Reinaldo Lopes - primeiro link presente neste texto - muito interessante, a hipótese que eu assumi como possibilidade crítica é refutada por um dos autores. No estudo original deve haver mais argumentos, mas o texto do Reinaldo já traz uma negativa clara: é muitíssimo improvável que a absoluta a maioria as mulheres indígenas escolhessem, voluntariamente , europeus como parceiros. Grato, Ana, interessantíssimo o texto!
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Florentino Fernandes Junior
Que chatice da zorra mêo
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Marcos Benassi
Eita, cara Ana, vou dar uma colher de sopa - "chá" é muito pouco - aos colegas que divergem da conclusão do artigo. A única crítica razoável à constatação genética (perfeitamente científica, porquanto derivada de análise técnica e metodologicamente bem estabelecida) é a de que tais resultados foram encontrados porque a imigração colonial foi predominantemente masculina. Não sei se ela o foi. Daí, pode-se dizer que tais casais "misturados" foram fruto do mero acaso da disponibilidade feminina.
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Bruno Saneti
É interessante perceber o conto de fadas e auto felação de alguns leitores. O ódio que sentem da colunista demonstra a evidente culpa histórica da violência. Que lindo os casais interraciais formados pelo amor... Será que o dono de escravizadas teve esse tipo de sentimento durante quase 400 anos?
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Marcos Benassi
Hahahahah, autofelação foi ótema! Hahahahah!
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Bruno Saneti
Ana, mais um texto sensacional, meus parabéns! Nossa miscigenação é sim forjada a partir das violência sexual, do abandono e da supremacia branca contra a mulher negra. Negar isso só confirma o desejo da manutenção dessa violência! Sou homem branco e sei da minha culpa histórica! Força!
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Marcos Benassi
Prezado Bruno, não sei se é muito bom usarmos a expressão "culpa histórica" se pensarmos numa crítica a um patriarcalismo autoritário colonizador, sabe? É uma responsabilidade histórica, porque é a partir desses modelos mentais e comportamentais que se constitui o machismo doentio de hoje, que ainda agride mulheres e, mais ainda, as pretas. Mas me parece, veja aí você, que "culpa histórica" arrepia profundamente quem não tá afim sequer de pensar nos processos constitutivos de nosso povo.
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Marcos Longaresi Carvalhães
A minha bisavó era de descendência africana, se ela tivesse lido essa matéria com certeza ficaria furiosa. Matéria maldosa, em que coloca todas ás pessoas no mesmo balaio, como se todas fossem racistas.
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Marcos Longaresi Carvalhães
A minha bisavó era de descendência africana, se ela tivesse lido essa matéria com certeza ficaria furiosa. Matéria maldosa, em que coloca todas ás pessoas no mesmo balaio, como se todas fossem racistas.
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Cesar Costa
Que irresponsabilidade da jornalista afirmar que nossa miscigenação é fruto de violência contra mulheres negras. Temos milhões de casais miscigenados atualmente. Casais mais velhos e casais jovens que se uniram pelo amor. Essa visão ideológica só afasta as pessoas. Abraçaram uma ideologia que quer a segregação da sociedade em grupos. Isso vai dar certo? Existe algum lugar que isso de certo?
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Marcos Andrade moraes
Cesar, ele entendeu. É que tem que marcar posição, militante que é. MAM
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Cesar Costa
Marcos Benassi, a minha crítica não é sobre o trabalho científico, aliás bem interessante, mas sobre a análise ideológica feira pela articulista. Reduzir a miscigenação do nosso país à violência contra mulheres negras é um reducionismo que só interessa ao identitarismo.
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Marcos Andrade moraes
Qual Benassi vale? Lá em cima ele disse que não leu; aqui ele defende arduamente o palpite de uma "cientista" sobre a violência, baseado nos dados, opinião filmada e passada na TV. É muito cedo para se dizer algo; desconfio que quem pensa assim não gosta de sexo... Da mesma forma, desconfio que quando fizerem um trabalho completo, o nº dos índios subirá, como aliás, já vem subindo. MAM
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Marcos Benassi
Ôôô, Cesar, de onde cê tirou a "irresponsa da Jornalista"? Isso é fruto de uma pesquisa muitíssimo bem feita, densa e consubstanciada. *Foi publicada na Science*, não é coisa da Paraná Pesquisas, entende a dimensão do que isso significa? Leia ao menos a reportagem excelente do Reinaldo Lopes, é o primeiro link desse texto.
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José Benedito de Moraes
Ademais a jornalista é desinformada a respeito de como se forma o genero biologico que é impossivel ter qualquer relação com abuso de generos, ao se utilizar de varias manipulações de dados e estatiscas para favorecer uma falsa narrativa.
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José Benedito de Moraes
Esse tipo de artigo é uma cópia de outros artigo semelhantes sobre o tema, publicado decadas atras e serve apenas para segregar e fomentar mais o racismo sem ajudar na causa da igualdade, através de mais vitimismo hereditario e da teoria da "divida impagavel".
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Luís Lopes
Você não mencionou que é falso. Sintomático!
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Alexandre Pereira
Sugiro a leitura de algum livro sobre método científico e outro sobre história da formação da população brasileira. Comece lá de trás, antes do descobrimento, não de 2000. Para quem só tem martelo, tudo parece prego.
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Alexandre Pereira
Uma coisa é o estudo, Marcos, que foi sensacional, outra é a aplicação e as conclusões pela coluna, lamentável reducionismo. Como dizia Albert, conclusões com compromisso não são válidas. Basta de ideologias.
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Marcos Benassi
Justa Lerda, que soberba, hein? Este foi *o maior estudo sobre o DNA da população brasileira*, um trabalho sofisticadíssimo com mais de 2OOOsujeitos, certamente estratificados com o maior cuidado, feito por gente da mais alta competência e publicado na Science. Quem tem prego na cabeça, só sabe sugerir martelo...
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Gregorio Amarante
Neste país barbaro acontece crueldades todos os dias com mulheres pretas, pardas ou brancas, pode ser médica, estudante ou faxineira, ninguém esta a salvo. Não sei o porque de separar por cor. Para a senhora só vidas pretas importam?
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Marcos Andrade moraes
Sim, pra isso foi contratada. FOLHA DE S.PAULO 01/09/2020 Textos vão tratar de racismo, direitos humanos e meio ambiente no atual contexto brasileiro. As jornalistas Ana Cristina Rosa, 50, e Cristina Serra, 57, que escreviam ocasionalmente à Folha, passam a ser colunistas fixas do jornal a partir desta semana. Reflexões sobre cotidiano, racismo, meio ambiente e direitos humanos estão entre os temas prioritários das novas articulistas. Eu contrataria Risério para falar do mesmo. MAM
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* Apenas para assinantes
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