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  1. TALVANIO JOSE DE OLIVEIRA

    Sabemos que todo elite tem suas benesses. Mas a elite financeira neoluberal, da Faria Lima é centrada só em seus ganhos os outros, o social não importa, ao contrário, diminuem os seus ganhos. A elite cultural, pelo menos apoia e usa sua imagem para a melhoria da população.

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    1. JOAO DIAS SOBRINHO FILHO

      É disfarçado Só o discurso Tudo igual

    2. Luiz Ferreira

      Nossa, melhorou muito kkkk

  2. Sonia Guimaraes

    Excelente análise; ape nas, acrescentaria q a elite cultural tende a presenter um viés autoritário - a intolerância do pensamento único ou rezar pela mesma cartilha

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  3. Gerson Marciel de Oliveira

    Congratulações, Michael. Um diagnóstico preciso de ambas as elites' e seus cheiros desagradáveis..

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  4. José Cardoso

    O favorecimento familiar atua em todas as áreas. A Fernanda Torres se beneficiou evidentemente do ambiente estimulante em casa, além dos contatos. E às vezes há benefícios cruzados. O Walter Salles foi beneficiado em sua carreira de cineasta por ser filho de banqueiro. Nos esportes isso me parece menos comum, até porque a competição tem regras claras ao contrário das artes. Esporte é meritocracia na veia.

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    1. Alex Trevsani

      Meritocracia na veia. Mas pode ser meritocracia em comprimidos também. Ou, meritocracia por indicação de decanos do STF. Aliás, meritocracia é a palavra preferida das elites abordadas no texto...

  5. Roberto Pimenta

    Só esqueceu de dizer que faz parte dessa elite cultural que tanto critica...

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    1. Roberto Pimenta

      Alex, meu comentario nao tem nada a ver com o do Bob.

    2. Alex Trevsani

      O leitor Bob, abaixo, discorda com veemência.

  6. Bob Pereira

    Parece um disco riscado e não trás nada de novo. O mesmo vitimismo e a culpa é sempre dos outros. Por extensão, de todos aqueles que não se afundam na mediocridade e ignorância.

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    1. Alex Trevsani

      O leitor Robero, acima, discorda com convicção.

  7. Frederico de Souza Cruz

    VOcê tem razão e não tem razão. O capital simbólico também cria dicotomias, desigualdades, privilegiamento Porém o capital da Faria Lima é baseado especulação e exploração, e cria concentração de renda. Já a arte e cultura é para todos.Este tipo artigo excita os ressentimentos e a sensação de exclusão mas, cuidado pois este tipo de generalização foi o que levou a campanha de criminalização da Lei Rouanet durante o governo passado e que gerou tantos prejuízos para arte e cultura.

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  8. João Leite Leite

    Parabéns. Muito bom. Falou a toda a verdade sobre a maioria dos intelectuais e artistas. Se agarram a políticos corruptos para se beneficiar da lei Rouanet.

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  9. José Fernando Marques

    De pleno acordo.

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  10. Cesar Costa

    Excelente texto.

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  11. CHARLES MARTINS

    Matou a pau.

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  12. Eliana Atihe

    Arrasou, Michael!!!! Quem critica o tal “discurso competente” é quem mais o exerce como plataforma de poder! “Lugar de fala” não é lugar de existência, é lugar de poder e não de reparação. E esses dois lugares (fala e existência) moram em polos opostos, antagônicos e incompatíveis. O jorgão acadêmico não disfarça o ranço da inconsistência.

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  13. Fernanda Magalhães Lamego

    Falou e disse! São os queridinhos de sempre. Que bom que o jornal publica esse colunista.

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  14. Nelson Oliveira

    Só faltou dar nome a alguns bois.

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  15. Felipe Araújo Braga

    Eu acho que pior do que esses dois exemplos, é a própria população. Quando eu digo aqui que estudar na USP, vindo de família pobre, me possibilitou chegar à Faria Lima, a direita aqui do Jornal: assinantes, colunistas e até muita gente, me critica. Falam que o povo não precisa ir para a universidade e sim trabalhar como uber. Outro dia o André Valadão, pastor da igreja com área VIP, disse para não mandar o filho para a universidade e sim para vender picolé na rua!

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    1. Paulo César de Oliveira

      Não distorça as falas, Felipe. É claro que uma pessoa oriunda das classes mais pobre pode e deve ir para a universidade - se tiver talento. O que não pode é você esperar que todos façam universidade e trabalhem em atividades que exigem nível superior. Existem muito mais vagas para uber do que para contador. Profissões de nível universitário são em torno de quinze por cento.. Se você mandar todo mundo para a universidade haverá mais gente com diploma que não consegue emprego na sua área.

    2. Paulo César de Oliveira

      Não distorça as falas, Felipe. É claro que uma pessoa oriunda das classes mais pobre pode e deve ir para a universidade - se tiver talento. O que não pode é você esperar que todos façam universidade e trabalhem em atividades que exigem nível superior. Existem muito mais vagas para uber do que para contador. Profissões de nível universitário são em torno de 15%. Se você mandar todo mundo para a universidade haverá mais gente com diploma que não consegue emprego na sua área.

  16. ROBERTO de lima cruz

    Ainda estou aqui lendo essa maravilha de texto!!!

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  17. Augusto Resende

    E imaginar que achei o texto anterior o melhor da série! Mas o de hoje nem imaginava ser possível de tão incisivo e cristalino. Michael parece não ter limites para aprimorar seu ponto de vista. E, melhor ainda, não tem limites para observar e descrever a realidade doa a quem doer. Esse tipo de visão não necessariamente muda o mundo, mas abre a porta e convida a entrar

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  18. RAFAEL VICENTE FERREIRA

    Muito bom Michael. Bom saber também que a elite cultural, assim como a elite da Faria Lima, continuarão dando de ombros para quem já enxerga essa verdade há muito tempo. Afinal, o cinismo, a hipocrisia e a indiferença é uma prática muito comum entre aqueles que têm certeza que as coisas continuarão como sempre estiveram... no controle de suas mãos.

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