Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Marcos Andrade moraes

    Na FSP é assim; temos que desmascarar o militante da negritude, do meio-ambiente, do Islã, os mav do PT (somatório), os robôs e beócios do bolsonarismo... e ainda temos que aguentar os cochilos da moderação do jornal. MAM

    Responda
  2. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  3. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  4. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  5. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  6. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  7. Marcos Andrade moraes

    Em 1987 surgiu Momentos da Verdade, escrito por Jan Carlzon, da SAS. Basicamente, ele propunha que em uma empresa prestadora de serviços o funcionário fosse treinado e motivado a ter autonomia na hora de decidir como se portar em ações inusitadas que envolvessem o cliente. Vendo o caso do cachorro de autista e a TAP, percebo que não colou em algumas empresas...

    Responda
  8. Marcos Andrade moraes

    Por óbvio, é o caso em questão, que gerou mais um exemplo de burrocracia e carteirada, ambas a cara do Estado burrocrático brasileiro. Conforme demonstro abaixo, o mesmo já aconteceu comigo, tremendo branco azedo, no BB. No entanto, o racismo gera mais cliques, mesmo quando inventado, como neste caso. MAM

    Responda
  9. Marcos Andrade moraes

    Artigos da negritude forçam a barra e não raro desinformam. Aqui é uma constante... O nome dela não estava na lista e ela quis dar carteirada. Comigo foi pior e sou branco azedo. O BB não aceitou minha CI por ser "velha", embora a Lei Federal nº 7.116, de 29-08-83, garanta a validade. Depois, aceitou a CNH que está vencida desde 2007! Não foi racismo, mas burocracia burra e autoritária. MAM

    Responda
  10. Claudio Gomes

    Como a colunista falseia os acontecimentos propositadamente no primeiro paragrafo (por exemplo nao era o predio da AGU), todo o resto que segue deixa de ter o minimo interesse.

    Responda
    1. Marcos Andrade moraes

      Perfeito. Basta ver que Benassi gostou...MAM

    2. Bruno Saneti

      A vontade de negar fatos como os descritos dão a impressão, só a impressão, de querer manter uma situação secular e que talvez o privilegie... Mas é só uma impressão!

    3. Marcos Benassi

      Em contrapartida, Cláudio, tem o máximo interesse sua assertiva de que não era o prédio da AGU. Por que então o ministro Messias, da AGU, iniciou um processo de verificação? É interessantíssima essa sua proposição tosca que pretende desqualificar um artigo bípede.

  11. José Cardoso

    Esse racismo que está nos hábitos das pessoas é o mais difícil de ser mudado. Existe um teste disponível na internet da universidade de Harvard que o avalia. É difícil passar...

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Ora, caro José, e todo o contingente burocrático do nobre governo do Tio Sam deve ter passado por ele, não deve? Sendo do país mais relevante e da Universidade mais importante do mundo... Hahahahah!

  12. Marcos Benassi

    Uai, Ana, até que gente preta o suficiente - nos dois sentidos possíveis: visualmente pretas e em bom número - ocupem espaços de poder, como esta ministra lindona, elegante e firme. A aprendizagem por um exemplo como o da Dona Vera, chamada observacional ou vicária, é aquilo que permite à criança preta ter uma perspectiva de que uma posição como aquela pode estar em seu horizonte. Cada Preto que ascende e se faz respeitar promove uma aprendizagem civilizatória magnífica. Vivas à Dona Vera Lúcia!

    Responda
  13. Paulo César de Oliveira

    A confusão toda aconteceu porque a organização do evento, por uma falha, deixou de incluir o nome da ministra entre as pessoas autorizadas. Isso poderia acontecer com pessoas de qualquer raça, sexo ou idade. Nada a ver com racismo.

    Responda
    1. Marcos Andrade moraes

      Perfeito. MAM

    2. Marcos Benassi

      Tudo a ver com passapanismo, colega Paulo. Fosse um sujeito horrível como aquele Wassef, adevogádio do Bozo, homem, branco e grandalhão, nunca seria parado depois do primeiro tranco que desse nos "subalternos". Nem mostraria credencial alguma, caso a tivesse. Ignorar essa simples realidade do cotidiano ao rés-do-chão é algo que espanta, mas infelizmente é frequente, como podemos ver aqui nesta Ágora.

  14. Vinícius Garcia de Rezende

    Black Pantera tem uma canção muito didática de como lidar com racistas. Recomendo procurar. Ótimo artigo, por sinal.

    Responda
  15. Marco Antônio M de Oliveira

    Vai sobrar para o simples funcionário, possivelmente sem instrução nem treinamento e que apenas cumpria o protocolo ("só entra se estiver na lista, não importa carteirada ou 'você sabe com quem está falando?' "). Somos tratados como bandidos ou suspeitos diariamente, em porta giratória de banco, no aeroporto e tantas outras situações. E também sobra a possibilidade do confronto soberba da autoridade X síndrome do pequeno poder, no qual ambos perderam a razão.

    Responda
    1. Marcos Andrade moraes

      Exatamente! MAM

  16. Vladimir Tzonev

    O funcionário na porta tinha uma lista das pessoas autorizadas para entrar. Estava instruído não permitir entrada de pessoas cujos nomes não constam na lista. A senhora desembargadora se apresentou e quis entrar. O funcionário educadamente lhe explicou que não pode deixar la entrar porque o nome dela não está na lista. Onde está o racismo, autora? Falta assunto?

    Responda
    1. Marcos Benassi

      Como eu imagino que você não tenha ascendência preta russa, prezado, estou certo de que nunca sentiu na pele os efeitos desta ser preta. Facílimo tergiversar nestas condições.

    2. Hernandez Piras

      Sim, foi somente isso. Você está melhor informado a respeito do caso do que qualquer outra pessoa, inclusive os órgãos competentes, que mandaram apura-lo.

  17. José Fernando Marques

    Concordo plenamente. Aliás, não plenamente, mas com a ressalva de pode haver situações tomadas como racismo e que não tenham origem nele. Guardar margem para as falsas aparências é prudente. De acordo, no entanto, quanto ao fato de que em muitíssimos casos o racismo é inequívoco.

    Responda