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  1. José Cardoso

    Em São Paulo há o costume de estacionar na saída de garagem de casas. A saída é deixar o carro de noite do lado de fora senão não se consegue sair cedo de manhã. Ou improvisar obstáculos para impedir os sem noção.

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    1. MARCIO OLIVEIRA

      Tenho um conhecido que começou a passar excremento nas maçanetas dos carros que param na frente da garagem dele, não me pergunte como ele faz isso, mas ele alega que funciona.

  2. Marcelo Fernandes

    O artigo poderia ter falado mais de NY sob ameaça do delinquente laranja, até porque em SP o salve-se quem puder também reina soberano.

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  3. Nelson Oliveira

    Interessante o artigo, mas o trecho sobre ação judicial contra as ameaças do secretário de transportes está mal escrito. Parece inglês com tradução literal.

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    1. Nelson Oliveira

      Alguém de nome Jenny Gonzales veio aqui com resposta mal-educada ao meu comentário. Me lembrou o bateu-levou da tropa de choque do Collor. A crítica ao texto é dura, mas não ofensiva. Como está há muito morando nos EUA, e lê muito em inglês, é possível que a colunista esteja confundindo os estilos das duas linguas. É legítimo um leitor fazer esse tipo de observação. Não se trata de entender ou não. Trata-se da qualidade do que a gente lê - e que interfere na qualidade do que pensamos.

    2. Jenny Gonzales

      Eu entendi perfeitamente o parágrafo, é português bem escrito, sr. dor de cotovelo.

  4. Renato Almeida

    Infelizmente isso acontece por aqui também, de forma ainda mais forte. Em São Paulo está cada dia mais impossível dirigir, seja pelo trânsito caótico ou pela falta de segurança e risco de levar um tiro no farol por conta do celular. As cidades foram redesenhadas para abrigar carros, não pessoas. Agora fica bem difícil convencer o povo de que isso é disfuncional. É cada um por si e vida que segue. Uma pena.

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    1. Marcelo Fernandes

      Não é uma pena. É uma tragédia mesmo.