Alexandra Moraes - Ombudsman > Errar é humano, mas correção tem de ser ágil e transparente Voltar
Comente este texto
Leia Mais
Aquela velha história: aproveita o máximo o momento, e depois publica hipocritamente ERRAMOS! Simples assim!
Prefeitos seria preferido ops
Demorou para chegar o assunto prefeitos da Folha de Jesus, um jornal pentecostal a serviço dos evangélicos, que já foi dia Folha de SP, e tinha Jânio de Freitas, Clovis Rossi, Bárbara Gancia e hoje seu “maior nome, é Juliano Spyer.
A maioria sendo religiosa, a maiorua de mortes, por qualquer motivo sera religiosa, salvo se so matassem ateias e agnosticas.
A Falha de SP recentemente publicou uma opinião na seção de comentários com cunho xenófobo e racista. Apontei-o, citando a Ombudsman, ela se pronunciou? Não, e nunca o fará. E de pensar que esse cargo já foi ocupado por pessoas não subservientes aos seus patrões...
Ô Dona Alexandra Moraes-esse nome me lembra alguém, só não me lembro quem-, HERRAR não é UMANO, acertar que é Homo, desde o habilis até nós, os sapiens. As minhas aluninhas feministas, aprendem, também, que temos as "Muiés pererecs".
Hahahahah, de KHagar de rir: acertar é Sapiens, sempre (vice-versa). Sobre dois pés, damEs conta de Sapiescer, uai. Um salve às tuas alunas!
Na Suecia,46% No Japao , 42%, Holanda menos de 26% da polulaçao são religiosos e os indices de criminalidade e violencia contra mulheres são baixissimos Na Holanda cadeias igrejas estao virando centro culturais pq perderam o sentido Isto q a Folha deveria publicar e não ficar se desculpando com pastores por interesse comercial O texto da ombudsman chega a dar nauseas de tanta bajulaçaõ com evangelicos O Br é atrasado , violento e corrupto e as mÃdias colaboram com a manutençao do status quo
A verdade é :esta no capitalismo as midias visam lucro Não podem fazer denuncias Ficam amarradas, submetidas a ordem do lucro e de não perder assinantes Entaose o artigo em questão mordeu nos religiosos Vem a ombudsman assoprar Dizendo Olha pessoal não é bem istoTentar encobrir uma verdade vergonhosa como esta :A Maioria dos q violentam contra mulheres neste páis São Religiosos.Isto sem considerar as violencias contra crianças por padres e pastores São antro de perversidades E tem q denunciar
Se a postura da Folha pro direitos das mulheres fosse pra valer e não para parecer liberalzinhaTeria materias de denuncia Materias Do datafolha pesquisando violencia contra mulheres e fatores como Religiosidade, Postura de direita politica,e indice socioeconomico Não tenho dados Mas quem ja leu o antigo testamento Há apologia á submissao das mulheres Apologia da escravidão e do patriarcalismo Se a Folha errou mas revelou uma verdade Há algo de podre no reino dos religiosos deste paÃs
A ombusman parece estar preocupada em poupar os leitores religiosos Mas a realidade é terrivel O indice de violencia contra mulhres por pessoas religiosas é alto Mais um indicador de q são pessoas pouco evoluidas culturalmente , moralmente e afetivamente O Br é atrasado , é corrupto e violento E tem alto indice de pessoas religiosas Será q não tem conexão ?Se um povo é violento Se é altamente religioso Se religiosos são viloentos contra mulheres Basta ter alguns neuronios para ver a ligaçao
De qualquer angulo q olhamos o indice de violencia contra mulheres é alarmante na populaçao religiosa , seja evangelica ou católica Mais importznte q corrir esta informação q atribuia ao evangelicos apenas é questionar pq os q tem religião são violentos com mulheres A hipotese é q são pouco desenvolvidos intelectualmente.Veem o amor ao proximo mediado por divindade e não amor em si.A maioria dos religiosos tem como o objetivo a ajuda de deus pra prosperar e são patriarcais.
Deve ser durÃssimo teu trabalho nesse panfletão que atualmente só serve a golpistas e de fonte para os tios do zap!
Acho que não. Essa ombudsman é a antÃtese do conceito inicial do cargo: ela reza a cartilha dos patrões. De vez em quando publica uma coisinha ou outra como essa, que não pega nada com extrema direita paparicada pela Falha de São Paulo.
Maria Cláudia, prezada, o que você acha de um golpe contra a democracia dentro das quatro linhas da Constituição? Elege-se em 2026 um poste obediente à s ordens de um núcleo ultra direita que dá as ordens. O "mártir" Jair vira Ministro da Defesa, libera-se o Centrão e as bancadas BBB (bala, bÃblia e boi) para saques no erário, bioma, etc. Haverá um "endurecimento" contra os do contra, sempre dentro das 4 linhas. O que acha? Esqueça a patética figura da ombudsman, essa função foi esvaziada.
Já li análises muito boas, embora limitadas ao espaço de Comentários, sobre a linha ideológica da Folha. Este jornal faz parte de midia que não esconde o maciço apoio à ultradireita no Brasil e no mundo. Qual a finalidade dessa virada da antiga Folha para essa colagem de reportagens pÃfias, revista de variedades, colunistas e analistas a serviço desse ideário? Será a articulação de novo golpe, agora que tem um (impublicável) no salão oval?
Ôôô, Murilo, que falta de rebolado: "que tem um *Altar* no salão oval". Simples, preciso, diretamente no estômago - inofensivo à s famÃlias, mesmo as golpistas, mantendo crÃtica ao ideário. Dá não? Hahahahah!
Xiiiiii, cara Alexandra, há uma mirÃade de vetores nesse imbróglio. Dois, relevantes e conjugados, são o enxugamento das redações e a "urgência urgentÃssima" na publicação, que impacta reflexão e correção. "Last but not least", há a decadência no rigor do Jornalismo associado à famÃlia fffrrias, possivelmente relacionado à diversificação dos negócios: o Velho, pugnava pelos valores, herdados pelo Manual, que diferenciavam notavelmente a folha. Hoje, é só palestrinha autocongratulatória, e óia lá
Eu gostaria que a Ombudsman perguntasse à redação por que as muitas notÃcias positivas sobre o governo (PIB, Desemprego etc.) nunca aparecem no topo da primeira página, e uma simples mudança de perspectiva na Moody's ou a fofoca não confirmada sobre a Primeira Dama lotam a parte superior da primeira página, em notÃcias, colunas e editoriais. O lema do jornal deveria mudar de Pela Energia verde para Pela Desvinculação das verbas de Saúde e Educação.
Hahahahah, ótema essa do final. Já que nossa (ou minha, não vou botar apreciação na boca de colega) cara Ombudsman não responderá aqui, pela praxe, sugiro que o colega de uma olhadinha acima creio que respondi sem meias-palavras à pergunta.
Lamento por você, mas essa pergunta nunca será feita. É o padrão FSP, sempre com tendências pra o seco e friavel.
Quando se trata de assassinatos, dos quais os homens são as principais vitimas, em proporção de 10 para um com relação as mulheres, a Folha engana o leitor regularmente fazendo parecer o contrário, isolando o problema da violência sofrida nas mulheres, em analises feministas equivocadas.
[Ah, sençura lllaazarenta, nunca duvidamos de sua ação cuidadosa. Eixcrota, purulenta, extingüe o debate. Mesmo cortês e racional, é enviado pro abate.]
Bem, caro Gabo, um contraponto é válido, creio: os autores de morte são, consistentemente, homens; suas vÃtimas, na maioria também homens, numa demografia que aponta para pretos, jovens e pobres. As mulheres, "minoria" de um ponto de vista numérico, não são mortas por suas iguais; olhando para os dados etno-econômicos, majoritariamente pretas e pobres. Assassinatos, né? A "mera" violência, é mais democrática, atinge brancas e pretas, pobres e remediadas. Ah, sim, trans sifú em alto grau.
Há dois investimentos básicos em quem não quer que funcione uma casa. Um deles é na falta de consciência e o outro e na ausência de educação. Corroborar com esta negligência tanto de uma quanto da outra pode estragar a colheita, tanto de flores como de frutos. A base tende a ser sempre inconstante e precisa ser sempre trabalhada para evitar que fluxos externos comprometam o desenvolvimento interno mesmo se a decisão for a favor de ambas.
Um dos erros do jornal está em não otimizar ou, ao menos, atualizar a ferramenta de filtragem de comentários de leitores. Mesmo não havendo dúvidas sobre o que não é permitido publicar, inexistem indicativos inequÃvocos do que, além disto, pode ser restringido ou suprimido pelo censor. Observa-se uma imprecisão deletéria sobre o que não está contido neste regramento. Não há clareza além do que está expresso em Termos e Condições de Uso.
Caro Gilberto, o Script Sençurolóide é atualizado, quem prestar atenção miúda à coisa, percebe-o; contudo, reconheço que é necessário treinamento pra esse tipo de atenção. Quanto à otimização, no sentido de melhoria, você tem toda razão: essa herda não é melhorada, não é objeto de reflexão própria do jornal ou de escuta das reclamações dos fregueses. Se você olhar pra cima, em comentário que fiz sobre a dita cuja, verá que, da minha disposição de contribuir, só resta o sarcasmo.
Não é a primeira vez que isso acontece e imagino que não será a última. Quem não se lembra do caso Urubici? Quando "certos erros" têm certa frequência e oportunismo legitima-se o leitor a pensar em método.
Essa não é hipótese desprezÃvel, José, na qual o acompanho.
Alessandra, o maior erro da FSP é apoiar descaradamente os golpistas e dar palanque diariamente ao JB. Ignorando a maioria dos seus leitores. Surreal a guinada a direita da folha. E mais constrangedor a atuação de ombudsman análoga a atuação do PGR anterior, Aras.
Não é polÃtico. É financeiro e a mando da Farinha Lima. Azelites descobriram que dá para o Congre$$o Fa$ci$ta derrubar a vinculação de receitas à Saúde e à Educação, uma montanha de bilhões de dólares. O TarcÃnico já disse que vai copiar o Milei e o Cheetos dos EUA. Tempestade perfeita. Não interessa se a entrega é do (provável) TarcÃnico, da Micheque, ou até do Bananinha, passando por Leite, Caiado, Ratinho e Zema. O que interessa é patrocinar a maior transferência inversa de renda.
Eu diria as duas coisas.
concordo, em parte, contigo, José. mas ainda tenho dúvida se é mesmo um apoio bozófilo ou somente o velho antipetismo amplo, geral e irrestrito.
Busca
De que você precisa?
Fale com o Agora
Tire suas dúvidas, mande sua reclamação e fale com a redação.
Alexandra Moraes - Ombudsman > Errar é humano, mas correção tem de ser ágil e transparente Voltar
Comente este texto