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  1. JOAO DIAS SOBRINHO FILHO

    Os profs universidade pública gostam de altos salários, pouco trabalho, muito sexo gratuito para si e para os seus...

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  2. ROBERTO GUEDES FERREIRA

    A coluna devia ganhar o Jabuti da Insensatez. Milhões de jovens procuram as universidades do país em seus exames de seleção. Universidades prestam serviços públicos ao formar milhares e milhares de profissionais, em atendimentos hospitalares etc. etc. etc. Além de produzirem saber, há cursos de extensão etc. Vamos ver se nesta série sobre elite, a Folha aludirá ao setor financeiro que abocanha o grosso da arrecadação pública apenas em juros pagos pelo contribuinte. Fico no aguardo.

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  3. Marcos Malta Campos

    Reflexão fundamental. É preciso escutá-la. Obrigado

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  4. Pamela Baesso

    Michael, tua coluna nos traz um lampejo de lucidez a cada semana. Muito obrigada!

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  5. Roberto Gomes Pereira

    Muito, muito obrigado por essa importante reflexão. Sinto especial tristeza de ver gente jovem cotista se lambuzando de vaidade acadêmica e colocando de lado o obetivo de transformação ao qual as cotas se prestaram. Eles me lembram o pobre quando vira classe média e começa a consumir o luxo dos ricos, sonhando em ser um deles. Triste...

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  6. José Cardoso

    "Fala-se sobre a pobreza sem ouvir os pobres. Debate-se educação sem pisar numa escola pública" Se isso acontece com quem pesquisa na universidade, então nem se trata de sair dela para falar para uma audiência maior. A própria pesquisa acadêmica já é ruim.

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  7. Dalton Matzenbacher Chicon

    A realidade acadêmica, notadamente nas universidades públicas federais, está resumida na constatações do articulista no sentido de que 'O prestígio acadêmico vira um fim em si mesmo'. E isso é fato.

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  8. Gabo Franca

    Não acho que haja oposição natural entre o povo e sofisticação acadêmico, pensar assim já é erguer um muro

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  9. Claudio Marajo Robertson

    Reduziu o molho e queimou a panela. Brilhante!

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  10. LUIS PASSEGGI

    O texto me parece ser, ele próprio, exemplo de “ignorância ilustrada”. Pondé já tem assunto para sua próxima coluna.

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  11. Maria Eloisa Montero Miguez

    A elite acadêmica sempre será relevante, ainda que ínfima parcela não tenha retribuído a contento para a sociedade o conhecimento adquirido. Em muitas áreas, projetos acadêmicos incorporam os saberes da sociedade aos parâmetros e conhecimentos científicos. Mesmo com restrições e descontinuidade de investimentos é notória a presença da elite acadêmica nas áreas de saúde pública, meio ambiente, ciências sociais e da natureza cujos estudos contemplaram saberes e aspirações da sociedade.

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  12. sergio marcone da silva santos

    Texto para emoldurar!

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    1. Dalton Matzenbacher Chicon

      Também acho.

  13. Walfredo Cirne

    Excelente artigo! "A universidade, se quiser continuar relevante, precisará aprender a arte de falar com o país, não apenas sobre ele." Não vai ser fácil. É mais confortável e fácil ficar dentro da universidade. Mas é necessário.

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  14. Luciano Ferreira Gabriel

    1.4 Pessoalmente, eu achei o artigo um delírio. Não é possível simplificar as universidades e os pesquisadores de diferentes áreas (da antropologia à zootecnia) como partícipes de uma ignorância ilustrada, até porque trabalhos em laboratório (e.g. de química e física) envolvem pesquisas teóricas ou básicas, não aplicáveis prontamente (sequer) a qualquer demanda social no curto prazo.

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    1. Dalton Matzenbacher Chicon

      O articulista aponta um fato perceptível a qualquer pessoa que teve ou tenha convívio com universidades.

  15. Luciano Ferreira Gabriel

    2.4 As pesquisas não são pensadas como na construção de discursos políticos ou de soluções de curto prazo. O objeto não precisa dialogar com o pesquisador, porque o método nem sempre o permite, muito menos o objeto. Assim é em diferentes áreas. E.g. na economia, a POF dialoga com as famílias, levanta dados sobre a estrutura de orçamentos das famílias, bem como as características nutricionais e as condições de vida de uma amostra representativa das famílias.

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    1. RICARDO LESSA

      Desculpa, acho que você não entendeu o texto. Não é disso que o autor está tratando.

  16. Luciano Ferreira Gabriel

    3.4 O mesmo em relação à vários indicadores de educação como INEP, MEC, PISA etc os quais além de avaliarem quantitativamente diferentes áreas, possuem perguntas qualitativas sobre os cursos e possuem cálculos de quanto de conhecimento foi acumulado ao longo das graduações (como o ICC e o IDD).

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  17. Luciano Ferreira Gabriel

    4.4. Portanto, quando se fala de pobreza ou de educação as pesquisas envolvem diretamente os afetados, esses são apenas poucos exemplos. Por fim, é lógico que há grandes mentes com potencial transformador que saíram das universidades e agem em prol da sociedade. Se o autor sair da sua bolha (identitária) e pesquisar, perceberá as grandes mudanças que potencializaram a vida de várias pessoas a partir de diferentes departamentos das universidades.

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  18. Hernandez Piras

    A crítica que nunca desce ao concreto, com ilustrações e exemplos, será sempre superficial e acovardada.

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    1. Hernandez Piras

      Entendi, sim, Dalton. Por esta razão, gostaria que ele tivesse tido a coragem de oferecer exemplos concretos das condutas relatadas no texto. É fácil parecer corajoso nesse nível de generalidade e abstração.

    2. Dalton Matzenbacher Chicon

      Ou você não entendeu o sentido do texto, ou não esteve em universidades federais nos últimos 30 anos.

  19. Reinaldo Silva

    Se forma no berço do que ele denomina "elite acadêmica", opta comodamente pela generalidade por falta de coragem em citar de forma explícita a qual grupo está se referindo, como se ele tivesse escapado da tal "ignorância ilustrada", e acaba escrevendo para a Folha. Deve se considerar um individuo à parte, genuíno do saber, defensor de causas que um dia todos conheceremos. Meu caro, com essa cansada "crítica" ao modelo universitário, o que você pretende? Ser mais "rebelde do sistema"!

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    1. RICARDO LESSA

      Quanta zanga! só foi uma crítica. E claro, não se aplica a todos.

    2. Pedro Navarrete

      Pelo artigo! A carapuça deve encaixar a torto e a direita.