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  1. José Cardoso

    Concordo. Sai mais barato uma cota extra agora que pagar juros à administradora do condomínio por meses a fio.

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  2. Zelis Pereira Furlan

    Menos impostos.

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    1. vitor da Silva

      Aumento no IOF é melhor que na Selic

  3. Igor Cornelsen

    O doutor de economia de Yale e professor da London School of Economics deve ter se esquecido que quando os impostos cobrados da sociedade passam de uma certa proporção do PIB, o aumento das alíquotas faz cair a arrecadação. Parece ser esse o caso do Brasil. Os movimentos de independência das colônias americanas, e o "quinto dos infernos" no Brasil foram precedidos por aumento dos impostos.

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  4. MARCIO Gionco

    Seu raciocínio coloca a conveniência política acima do que precisa ser feito. Daí tudo pode. A eleição ele já perdeu. O IOF não vai passar, e o próximo presidente vai ter que lidar com o pepino. Mas nada será pior do que o PT.

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  5. Marcos Benassi

    Eita, caro Bernardo você "não sabe" a alternativa porque é uma pessoa boa, mais próximo da Terra e do Céu do que do Inferno de onde sobem emergem as "alternativas": congela salário, desvincula aposentadoria, corta na saúde, corta em educação pública. Não se dá a solução pra "roubalheira" porque ela parte exatamente de quem a solucionaria, assim como a questão do desperdício. Taxar Rico? Esse mesmíssimo legislabóstico que afana e desperdiça, taxar a quem representa? Que venha IOF, dói Menas.

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  6. Arnaldo Facciotti

    Nao e melhor que nada é sim pior que tudo se vc pensar vera que amanhã vão criar outro para cobrir o próximo rombo falta planejumento

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    1. Marcos Benassi

      Faltam planos e responsabilização, Arnaldo; jjjuumentos, tem quinhentos no Legislabóstico, falta não.

  7. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

    Resumindo, o governo acertou! Mesmo que tenha que renegociar com o Congresso uma recalibragem ou outra alternativa, já obrigou o Congresso a fazer parte da busca por uma solução, pois até agora ele só fez atrapalhar, aumentando as renuncias fiscais irresponsavelmente e se apropriando do orçamento, que, por natureza, é do operado pelo executivo. Além disso, trouxe a baila a discussão da montanha de subsídios, que o próprio Congresso já admite cortar em alguma medida. Grande avanço!

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    1. Ivo Mutzenberg

      Comentário perfeito! É disso que se trata: o Congresso é ator essencial para a formulação do Orçamento da União. Se a despesa for maior do que a receita, é justo que se chame o Congresso para participar na construção de alternativas, tanto analisando, e chancelando, a redução de despesas, quanto na busca de fontes de receita que viabilizem o funcionamento da máquina pública.

  8. Luiz Antônio de Lima Ferreira

    A velha briga , capital trabalho , por enquanto o capitalismo vence de lavada

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  9. MARCIO Gionco

    O Estado não cabe nas contas e o Lula não enfrenta o problema. Estado inchado não resolve a distribuição de renda, só cria curral eleitoral para o PT. Se o presidente faz o certo, ele ganha. O Milei acaba de ganhar eleições na Argentina fazendo ajuste.

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    1. jose carlos toledo junior

      olha o naipe dessa caricatura. Que pobre coitado, que vida miserável.

    2. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      Ah é, vamos voltar à arcaica discussão sobre o bolo crescer para depois distribuir? Enquanto não vem a distribuição de renda decente os pobre fazem o que, suportam a miséria? As contas estão apertadas por causa de 800 bilhões em renúncias fiscais a favor de grupos privilegiados. Já pensou nisso? Pobres pagam muito imposto sobre consumo porque ricos não pagam quase nada de imposto sobre a renda, patrimônio e heranças.

  10. Marcelo Magalhães

    O presidente Lula é uma garantia de sucesso. Está não seu terceiro mandato e em todos eles só trouxe benesses ao país. Todos sabemos que a pressão do mercado para inviabilizar a distribuição de renda é muito pesada, já aliciaram o atual presidente do BC, que fez sua opção por submissão ao mercado, ao invés de servir ao povo, seu empregador. Além disso tem o Congresso que é vendido aos interesses dos endinheirados e que dificulta mais ainda o governo.

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    1. Marcelo Magalhães

      Prezado Marcio, então escreve aí o nome do seu candidato e mostre a capacidade dele de ganhar uma eleição, de viajar o mundo e ser bem recebido, de conseguir unir correntes antagônicas e governar. Ficamos esperando o currículo de quem você gostaria de ver no lugar do presidente Lula.

    2. LUIZ FERNANDO SCHMIDT

      Não é o único.

    3. MARCIO Gionco

      O Lula é um desonesto.

  11. Nelson Santos

    Enquanto os deputados nao forem responsabilizados pelo orcamento, teremos essa bagunça. É muito fácil a vida deles. Se der certo o merito é deles se der ruim a culpa é do executivo

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  12. Vital Romaneli Penha

    O Brasil é o país do me engana que eu gosto. Não seria melhor já fazer um orçamento real ,em vez de fazer um fictício e depois ter que ir consertando . Se o aumento da alíquota equivale a aumentar um percentual da taxa Selic, então se a taxa parar de subir ou abaixar é enganação por que o valor real não é o divulgado e sim com o aumento do IOF .

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    1. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

      A selic menor é muito mais benéfica para as contas públicas porque reduz as despesas com juros da dívida, a conta mais pesada do governo. Portanto o iOF é menos danoso. Claro, como bem disse o articulista, precisa ser calibrado para não inviabilizar o crédito de curto prazo para as empresas.

  13. Arnaldo Facciotti

    É só lembrar de um detalhe: quando vc resolve comprar um carro novo vc vê o valor e coloca no seu orçamento , se não dá para comprar a Ferrari vc escolhe um gol mas compra e paga. É o que falta neste governo, primeiro compra a Ferrari depois vê que não tem como custear e vai atrás do dinheiro que é Nosso.

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    1. jose carlos toledo junior

      Olha o naipe da caricatura. Esse trata orçamento de governo e doméstico como se fossem a mesma coisa. E ainda se acha informado. Que pobre coitado, que vida miserável.

    2. Antonio Melo

      A questão central não é essa. Isso é simplismo. A QUESTÃO CENTRAL É o excesso de isenções fiscais aos ricos (sistema financeiro, agronegócios, igrejas, alta classe média, empresariado, IMPRENSA, etc), a elite econômica com cerca de 1 TRILHÃO DE REAIS EM ISENÇÕES FISCAIS federais, estaduais e municipais, ou seja, o dobre do gasto com a previdência social. E a inda a a corrupção do orçamento secreto no Congresso com 50 bilhões de reais ao ano.